25/01/2021
Brasil sai às ruas pelo impeachment de Bolsonaro em mais de 87 cidades brasileiras

Carreatas em 87 cidades, incluindo 24 capitais e o Distrito Federal, marcaram o dia protesto na manhã de sábado (23) para exigir o pedido de impeachment de Jair Bolsonaro (ex-PSL). O ‘basta’ nas ruas foi uma clara demonstração dos brasileiros e brasileiras que não suportam mais o desgoverno e falta de ações protetivas à vida na pandemia do novo coronavírus.
Além de protestar contra o negacionismo de Bolsonaro, a falta de insumos e vacinas para a imunização da população brasileira como consequência da inabilidade do ministro da Saúde, o General Eduardo Pazuello, estava na pauta dos manifestantes o desastre econômico provocado pelo Governo Federal e por Paulo Guedes, ministro da Economia.
O formato dos protestos com carreatas foi escolhido para manter o distancimento social recomendado pelas autoridades sanitárias e reduzir o risco de contágio da Covid-19 que já matou mais de 215 mil pessoas desde o início da pandemia.
O Brasil passa por uma crise sem precedentes como o atraso no processo de vacinação, mais de 14 milhões de desempregados, fechamento de fábricas no país, crises na saúde, como o caso de Manaus, onde ainda a falta de oxigênio poderia ter sido evitada.
Mesmo diante do desastre, Bolsonaro e seus ministros insistem em frases de efeito usadas para inflamar seus apoiadores e 'soluções' para a pandemia como o uso de mendicamentos como a Hidroxicloroquina e a Ivermectina como tratamento precoce para evitar a doença - medicamentos que, conforme alertam infectologistas, não possuem nenhuma eficácia e ainda trazem efeitos coletarais.
“O povo brasileiro tem amor à sua vida e depois de perder amigos, companheiros de trabalho e familiares para a Covid-19, sabe que Bolsonaro mente quando fala em tratamento precoce com hidroxicloriquina e outros métodos que não têm nenhuma eficácia comprovada cientificamente", diz Carmen Foro, Secretária-Geral da CUT.
Ela afirma que "o povo sabe que Bolsonaro não liga para a vida das pessoas, que é um genocida”
.
#ForaBolsonaro pelo Brasil
Os protestos deste sábado foram organizados pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e pela CUT. Atos, carreatas e até mobilizações de bicicleta foram realizados em todo o Brasil, exigindo que o Congresso coloque os 57 pedidos de impeachment em pauta.
Pelas buzinas, faixas e cartazes, nos carros de som, a mensagem foi de que somente sem Bolsonaro no comando do Brasil, o país poderá sobreviver aos próximos tempos. E as pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (22) pelo Datafolha confirmam a rejeição ao presidente negacionista.
De acordo com a pesquisa, a minoria que considerava o governo bom ou ótimo está ainda menor. Caiu de 37% para 31%. A queda é a maior desde o início do governo de Bolsonaro.
Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ideia, aponta que a aprovação do presidente caiu para 26%. A rejeição subiu para 45%.
Os atos foram organizados em diferentes horários para este sábado. Vários deverão acontecer no decorrer da tarde, como em São Paulo, Vitória (ES), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS)
Em Aracaju (SE) além da carreata ciclistas também se juntaram à manifestação pedindo respeito à vida.
Veja algumas cidades onde foram realizados protestos
Em Brasília, mais de mil veículos saíram às 10h da Torre de TV rumo à Esplanada dos Ministérios, na Alameda das Bandeiras. De lá seguiram para a Asa Norte e, posteriormente para a Asa Sul. Além da CUT-DF, sindicatos e movimentos sociais, participaram da carreata as deputadas federais Gleisi Hoffmann e Erika Kokay,além de diversos deputados distritais.
Em Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, ABC e Osasco, no estado de São Paulo, manifestações também foram realizadas.
Em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre (RS), dirigentes sindicais dos metalúrgicos, professores (Ceprol e Cpers), Saúde e Sintergs, junto com a diretora da CUT-RS, Andreia Nunes, participaram da carreata na manhã de sábado (23). Vacina já para todos e todas!, Manutenção do auxílio emergencial!, e Fora Bolsonaro! foram as palavras de ordem.
Em Novo Hamburgo (RS), mais de 90 carros participaram da carreata pelas ruas do centro da cidade.
Em Recife (PE), com mais de 10 km de extensão, a carreata tomou a Praia de Boa Viagem. mais de 1.500 carros e 400 bicicletas participaram da mobilziação.
Ainda em Recife, no final da carreata e bicicleata, após passagem pela Av. Beira Mar, em Boa Viagem, na praia do Pina foram fixadas de cruzes na areia em protesto contra as mortes provocadas pela Covid-19.
Em Salvador (BA), a carreata teve mais de 2km de extensão. As imagens mostram a mobilização da CUT, movimento sindical e movimentos sociais em Água dos Meninos (Cidade Baixa). No vídeo, Edenice Santana, do Coletivo de Entidades Negras (Conen) e Celi Taffarel - Profesora da UFBA e diretora da CUT BAHIA.
Também em Salvador, "Bolsonaro Sai, Vacina Fica", foram as palavras de ordem.
Em Cuiabá (MT), também foram realizados atos pela CUT e movimentos sociais.
Em Campo Grande (MS), a manifestção comelçou às 10h no Bairro do Natal.
Em Londrina (PR), mais de 200 carros participaram da carreata pelo impeachment de Bolsonaro.
Em Goiania, onde a manifestação foi antecipada para a sexta-feira (22), uma bela imagem foi registrada por drones.
Em solo, também em Goiânia as imagens mostram o grande número de veículos que participou da carreata promovida pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.
Em Porto Velho (RO), um grande número de veículos pediu a saída de Bolsonaro.
Em Belém (PA), também houve manifestação pelas ruas da cidade.
Em Terezina (PI), a carreata pelo impeachment de Bolsonaro, e em defesa de vacinas para todos e todas, teve concentração no centro administrativo da capital às 8h, e passou pelas principais avenidas. Mais de 200 carros participaram da carreata na manhã de sábado.
Em Aracaju (SE) além da carreata, ciclistas também se juntaram à manifestação pedindo respeito à vida.
Além de protestar contra o negacionismo de Bolsonaro, a falta de insumos e vacinas para a imunização da população brasileira como consequência da inabilidade do ministro da Saúde, o General Eduardo Pazuello, estava na pauta dos manifestantes o desastre econômico provocado pelo Governo Federal e por Paulo Guedes, ministro da Economia.
O formato dos protestos com carreatas foi escolhido para manter o distancimento social recomendado pelas autoridades sanitárias e reduzir o risco de contágio da Covid-19 que já matou mais de 215 mil pessoas desde o início da pandemia.
O Brasil passa por uma crise sem precedentes como o atraso no processo de vacinação, mais de 14 milhões de desempregados, fechamento de fábricas no país, crises na saúde, como o caso de Manaus, onde ainda a falta de oxigênio poderia ter sido evitada.
Mesmo diante do desastre, Bolsonaro e seus ministros insistem em frases de efeito usadas para inflamar seus apoiadores e 'soluções' para a pandemia como o uso de mendicamentos como a Hidroxicloroquina e a Ivermectina como tratamento precoce para evitar a doença - medicamentos que, conforme alertam infectologistas, não possuem nenhuma eficácia e ainda trazem efeitos coletarais.
“O povo brasileiro tem amor à sua vida e depois de perder amigos, companheiros de trabalho e familiares para a Covid-19, sabe que Bolsonaro mente quando fala em tratamento precoce com hidroxicloriquina e outros métodos que não têm nenhuma eficácia comprovada cientificamente", diz Carmen Foro, Secretária-Geral da CUT.
Ela afirma que "o povo sabe que Bolsonaro não liga para a vida das pessoas, que é um genocida”
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#ForaBolsonaro pelo Brasil
Os protestos deste sábado foram organizados pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e pela CUT. Atos, carreatas e até mobilizações de bicicleta foram realizados em todo o Brasil, exigindo que o Congresso coloque os 57 pedidos de impeachment em pauta.
Pelas buzinas, faixas e cartazes, nos carros de som, a mensagem foi de que somente sem Bolsonaro no comando do Brasil, o país poderá sobreviver aos próximos tempos. E as pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (22) pelo Datafolha confirmam a rejeição ao presidente negacionista.
De acordo com a pesquisa, a minoria que considerava o governo bom ou ótimo está ainda menor. Caiu de 37% para 31%. A queda é a maior desde o início do governo de Bolsonaro.
Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ideia, aponta que a aprovação do presidente caiu para 26%. A rejeição subiu para 45%.
Os atos foram organizados em diferentes horários para este sábado. Vários deverão acontecer no decorrer da tarde, como em São Paulo, Vitória (ES), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS)
Em Aracaju (SE) além da carreata ciclistas também se juntaram à manifestação pedindo respeito à vida.
Veja algumas cidades onde foram realizados protestos
Em Brasília, mais de mil veículos saíram às 10h da Torre de TV rumo à Esplanada dos Ministérios, na Alameda das Bandeiras. De lá seguiram para a Asa Norte e, posteriormente para a Asa Sul. Além da CUT-DF, sindicatos e movimentos sociais, participaram da carreata as deputadas federais Gleisi Hoffmann e Erika Kokay,além de diversos deputados distritais.
Em Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, ABC e Osasco, no estado de São Paulo, manifestações também foram realizadas.
Em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre (RS), dirigentes sindicais dos metalúrgicos, professores (Ceprol e Cpers), Saúde e Sintergs, junto com a diretora da CUT-RS, Andreia Nunes, participaram da carreata na manhã de sábado (23). Vacina já para todos e todas!, Manutenção do auxílio emergencial!, e Fora Bolsonaro! foram as palavras de ordem.
Em Novo Hamburgo (RS), mais de 90 carros participaram da carreata pelas ruas do centro da cidade.
Em Recife (PE), com mais de 10 km de extensão, a carreata tomou a Praia de Boa Viagem. mais de 1.500 carros e 400 bicicletas participaram da mobilziação.
Ainda em Recife, no final da carreata e bicicleata, após passagem pela Av. Beira Mar, em Boa Viagem, na praia do Pina foram fixadas de cruzes na areia em protesto contra as mortes provocadas pela Covid-19.
Em Salvador (BA), a carreata teve mais de 2km de extensão. As imagens mostram a mobilização da CUT, movimento sindical e movimentos sociais em Água dos Meninos (Cidade Baixa). No vídeo, Edenice Santana, do Coletivo de Entidades Negras (Conen) e Celi Taffarel - Profesora da UFBA e diretora da CUT BAHIA.
Também em Salvador, "Bolsonaro Sai, Vacina Fica", foram as palavras de ordem.
Em Cuiabá (MT), também foram realizados atos pela CUT e movimentos sociais.
Em Campo Grande (MS), a manifestção comelçou às 10h no Bairro do Natal.
Em Londrina (PR), mais de 200 carros participaram da carreata pelo impeachment de Bolsonaro.
Em Goiania, onde a manifestação foi antecipada para a sexta-feira (22), uma bela imagem foi registrada por drones.
Em solo, também em Goiânia as imagens mostram o grande número de veículos que participou da carreata promovida pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.
Em Porto Velho (RO), um grande número de veículos pediu a saída de Bolsonaro.
Em Belém (PA), também houve manifestação pelas ruas da cidade.
Em Terezina (PI), a carreata pelo impeachment de Bolsonaro, e em defesa de vacinas para todos e todas, teve concentração no centro administrativo da capital às 8h, e passou pelas principais avenidas. Mais de 200 carros participaram da carreata na manhã de sábado.
Em Aracaju (SE) além da carreata, ciclistas também se juntaram à manifestação pedindo respeito à vida.
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