19/01/2021
Início da vacinação é o começo do fim, mas pandemia ainda está longe de acabar!

A enfermeira Monica Calazans recebe da enfermeira Jéssica Pires de Camargo
a primeira aplicação no Brasilda vacina contra a Covid-19, fora dos ensaios clínicos
(Foto: Governo do Estado de São Paulo)
No último domingo (17) foi feita a primeira aplicação no Brasil da vacina contra a Covid-19, fora dos ensaios clínicos. A imunização ocorreu no Centro de Convenções do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na capital paulista.
A aplicação aconteceu minutos depois de a Coronavac, vacina do laboratório Sinovac produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, ter seu uso emergencial aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A primeira pessoa a ser imunizada foi a enfermeira Monica Calazans, 54, que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.
Durante a pandemia, o Sindicato negociou condições de trabalho para a categoria visando a segurança e a saúde dos trabalhadores, que resultaram na manutenção de mais de 300 mil bancários em regime de home office. Contudo, agora é necessária mobilização popular para que a população tenha a vacina o mais breve possível.
Importante lembrar que as vacinas que serão produzidas no Brasil e aplicadas na população (Coronavac e Oxford) são resultado de recursos públicos em ciência e em órgãos estatais de pesquisa, como o Instituto Butantã e a fundação Oswaldo Cruz, além de investimento na formação de cientistas em universidades públicas.
Também é fundamental destacar que o Sistema Único de Saúde, uma conquista do povo brasileiro, está sendo responsável pela imensa maioria das internações e tratamentos contra a covid-19.
O Brasil tem cerca de 210 milhões de habitantes, todos aguardando pela vacina. Mas é fundamental frisar que, por enquanto, nem mesmo para os grupos prioritários (profissionais de saúde, indígenas e idosos com mais de 75) existem doses suficientes.
O que deveria ser reforçado agora – algo que o governo não faz, seja o estadual ou o federal – é que a vacinação ampla vai demorar.
A aplicação aconteceu minutos depois de a Coronavac, vacina do laboratório Sinovac produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, ter seu uso emergencial aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A primeira pessoa a ser imunizada foi a enfermeira Monica Calazans, 54, que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.
Durante a pandemia, o Sindicato negociou condições de trabalho para a categoria visando a segurança e a saúde dos trabalhadores, que resultaram na manutenção de mais de 300 mil bancários em regime de home office. Contudo, agora é necessária mobilização popular para que a população tenha a vacina o mais breve possível.
Importante lembrar que as vacinas que serão produzidas no Brasil e aplicadas na população (Coronavac e Oxford) são resultado de recursos públicos em ciência e em órgãos estatais de pesquisa, como o Instituto Butantã e a fundação Oswaldo Cruz, além de investimento na formação de cientistas em universidades públicas.
Também é fundamental destacar que o Sistema Único de Saúde, uma conquista do povo brasileiro, está sendo responsável pela imensa maioria das internações e tratamentos contra a covid-19.
O Brasil tem cerca de 210 milhões de habitantes, todos aguardando pela vacina. Mas é fundamental frisar que, por enquanto, nem mesmo para os grupos prioritários (profissionais de saúde, indígenas e idosos com mais de 75) existem doses suficientes.
O que deveria ser reforçado agora – algo que o governo não faz, seja o estadual ou o federal – é que a vacinação ampla vai demorar.
Portanto, o momento é de manter as medidas de isolamento e distanciamento social e o uso de máscaras.
Essas orientações deveriam estar sendo reforçadas por todas as autoridades públicas sobre a vacinação, e teriam de estar sendo veiculadas a cada intervalo comercial e vídeo no YouTube. Infelizmente, não é o que acontece.
De acordo com os cientistas não existe tratamento precoce. Além disso, expectativa de vacinação não imuniza, apenas a sua aplicação.
Essas orientações deveriam estar sendo reforçadas por todas as autoridades públicas sobre a vacinação, e teriam de estar sendo veiculadas a cada intervalo comercial e vídeo no YouTube. Infelizmente, não é o que acontece.
De acordo com os cientistas não existe tratamento precoce. Além disso, expectativa de vacinação não imuniza, apenas a sua aplicação.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato recebe lançamento do livro “Vai pra Cuba!... E eu fui!” com presença do autor e roda de conversa
- Eleições da Funcef: Participantes escolhem novos representantes para a Diretoria de Benefícios e conselhos
- Governo Lula prepara programa para renegociação de dívidas, que pode prever descontos de até 80%
- STF publica acórdão que inviabiliza a tese da “Revisão da Vida Toda”
- Representação dos empregados cobra diálogo e mudanças no Super Caixa em reunião com Vice-Presidência de Pessoas
- VAI ROLAR! Vem aí o Torneio de Futebol Society dos Bancários
- Eleições na Previ: conheça as propostas da Chapa 2 "Previ para os Associados"
- Funcef fecha 2025 com resultado positivo e alívio para os participantes
- Trabalhadores ocuparão Brasília pela redução da jornada e fim da 6x1, no dia 15
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Bancária e bancário, já começou a Consulta Nacional 2026. Participe!
- Por trás do alto nível de endividamento no país: enquanto governo busca soluções, Bacen penaliza população com juros altos
- Eleições Previ: Reunião com candidatos da Chapa 2, em Catanduva, reforça papel do diálogo e da informação na defesa dos associados
- Cartões de marcas próprias: aliados do varejo, vilões do orçamento
- Sindicato e Contraf-CUT cobram mudanças no programa Super Caixa e alertam para possíveis prejuízos aos trabalhadores