22/11/2019
Rita Serrano é eleita com 81% dos votos válidos

A comissão eleitoral acaba de divulgar os números da eleição para representante dos empregados para o Conselho de Administração (CA). A conselheira Rita Serrano foi reeleita com 26.731 votos, o que representa 81,76% do total de votos válidos. A eleição contou com 32.694 eleitores, um expressivo crescimento em relação aos anos anteriores, quando o índice foi de aproximadamente 30%. A votação de Rita também é a maior se comparada a pleitos passados.
“É com muita alegria que recebo o resultado, que respalda meu mandato e deixa claro que os empregados se opõem ao projeto privatista do governo Bolsonaro e têm consciência das ameaças presentes. Estamos juntos de fato, pois votei contra a retirada de direitos, ao teto no Saúde Caixa, à transformação da Caixa em S.A, à privatização das operações, e tudo isso corresponde ao desejo daqueles que votaram em mim”, afirma.
Para a conselheira o voto que lhe deu vitória representa uma atitude de resistência dentre as várias que serão necessárias durante a nova gestão. Agora, acrescenta, o caminho é dar continuidade a essa grande união entre bancários e entidades representativas que apoiaram maciçamente sua candidatura. “Juntos fizemos essa campanha, juntos vencemos e juntos seguiremos frente aos desafios, por uma Caixa pública e pelos direitos de seus empregados”, destaca, agradecendo o apoio, a confiança e a participação de todos.
Nota de agradecimento do Seeb Catanduva aos empregados da Caixa:
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, representado pelo diretor Antônio Júlio Gonçalves Neto, agradece a todos os empregados que participaram da eleição para o CA da Caixa, contribuindo com a vitória de Maria Rita Serrano. A dirigente foi reeleita com 26.731 votos, o que representa 81,76% do total de votos válidos.
Esta vitória é, mais do que nunca, uma conquista dos trabalhadores, que terão sua representatividade fortalecida e reafirmada na luta pelos direitos, melhores condições de trabalho, valorização dos empregados e por uma Caixa 100% pública, principais bandeiras defendidas por Rita no CA.
Nossa campanha conseguiu aglutinar pessoas e entidades com visões distintas, em um momento de sérios ataques à democracia e aos direitos trabalhistas. Isso deixa claro que os empregados se opõem ao projeto privatista do governo Bolsonaro e têm consciência das ameaças presentes. Demonstra, ainda, que somente a união da categoria e sua organização junto às entidades representativas é capaz de resistir aos retrocessos. Juntos somos mais fortes!
Trabalhador da Caixa, essa vitória também é sua! Obrigado por fortalecer a luta! Contamos com você para continuarmos sendo resistência.
Antônio Júlio Gonçalves Neto
Diretor Seeb Catanduva
Diretor Seeb Catanduva
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Eleições Cabesp: Divulgada lista de candidatos; vote nos nomes apoiados pelas entidades
- Fenaban não apresenta índice de reajuste e negociação continua nesta terça-feira (25)
- Acordo garante acesso de associados do Economus à CliniCassi, e representa avanço rumo à isonomia
- Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025
- Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas
- Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar nessa segunda-feira (24)
- Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional
- Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
- COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta
- BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários