20/08/2026
COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander voltou a se reunir com a direção do banco na tarde de quarta-feira (19), na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. A reunião debateu o Programa de Participação nos Resultados (PPRS) para os exercícios de 2026 e 2027, além da proposta de implantação de um acordo coletivo banco de horas.
No debate sobre o PPRS, a representação dos trabalhadores apresentou os estudos que fundamentam os valores reivindicados e reforçou a necessidade de regras claras e transparentes, conforme estabelece a Lei 10.101/2000.
A COE também reivindicou que, tanto no PPRS quanto nos demais programas próprios de remuneração variável do Santander, os indicadores institucionais de avaliação, como BACEN, Procon e NPS, não sejam utilizados como critérios para avaliação individual ou para redução da remuneração variável dos trabalhadores.
Acordo coletivo de banco de horas
Outro ponto central da reunião foi a proposta de substituição do atual modelo de compensação de jornada, pactuado individualmente, por um banco de horas coletivo, com período de compensação de seis meses dentro do ano civil e acompanhamento do movimento sindical.
“Queremos construir um banco de horas coletivo que tenha regras claras, transparência e mecanismos efetivos de acompanhamento. Não basta mudar o modelo: precisamos garantir que a compensação seja justa e que o trabalhador tenha segurança sobre suas horas e sobre quando elas serão compensadas ou pagas”, afirma Ana Marta Lima, coordenadora da COE Santander.
Para Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, a construção de um banco de horas coletivo precisa ser acompanhada de transparência e fiscalização sindical. “O trabalhador precisa saber exatamente quantas horas tem, quando poderá compensá-las e como será feito o pagamento das horas que não forem compensadas”, destaca Rita.
Demais reivindicações
Os representantes dos trabalhadores também cobraram do Santander o retorno às demais reivindicações apresentadas ao longo da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O banco apresentou uma estimativa do impacto financeiro para o atendimento de todas as demandas e destacou a importância de fortalecer e aprimorar o acordo.
A instituição sinalizou que pode avançar em algumas reivindicações apresentadas pela representação dos trabalhadores. Entre as demandas que tiveram sinalização de avanço estão:
Pessoas com deficiência (PCDs)
No debate sobre o PPRS, a representação dos trabalhadores apresentou os estudos que fundamentam os valores reivindicados e reforçou a necessidade de regras claras e transparentes, conforme estabelece a Lei 10.101/2000.
A COE também reivindicou que, tanto no PPRS quanto nos demais programas próprios de remuneração variável do Santander, os indicadores institucionais de avaliação, como BACEN, Procon e NPS, não sejam utilizados como critérios para avaliação individual ou para redução da remuneração variável dos trabalhadores.
Acordo coletivo de banco de horas
Outro ponto central da reunião foi a proposta de substituição do atual modelo de compensação de jornada, pactuado individualmente, por um banco de horas coletivo, com período de compensação de seis meses dentro do ano civil e acompanhamento do movimento sindical.
“Queremos construir um banco de horas coletivo que tenha regras claras, transparência e mecanismos efetivos de acompanhamento. Não basta mudar o modelo: precisamos garantir que a compensação seja justa e que o trabalhador tenha segurança sobre suas horas e sobre quando elas serão compensadas ou pagas”, afirma Ana Marta Lima, coordenadora da COE Santander.
Para Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, a construção de um banco de horas coletivo precisa ser acompanhada de transparência e fiscalização sindical. “O trabalhador precisa saber exatamente quantas horas tem, quando poderá compensá-las e como será feito o pagamento das horas que não forem compensadas”, destaca Rita.
Demais reivindicações
Os representantes dos trabalhadores também cobraram do Santander o retorno às demais reivindicações apresentadas ao longo da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O banco apresentou uma estimativa do impacto financeiro para o atendimento de todas as demandas e destacou a importância de fortalecer e aprimorar o acordo.
A instituição sinalizou que pode avançar em algumas reivindicações apresentadas pela representação dos trabalhadores. Entre as demandas que tiveram sinalização de avanço estão:
Pessoas com deficiência (PCDs)
- Aumento do número de dias de ausência para reparo de equipamentos e aparelhos;
- Manutenção da isenção da coparticipação durante a licença médica.
- Destinação de bolsas de estudos exclusivas.
Mulheres gestantes
- Suspensão das metas após o retorno da licença-maternidade, por um período a ser definido.
Bolsas de estudo
- Destinação de bolsas para segunda graduação.
A COE seguirá cobrando do Santander avanços concretos nas reivindicações e a formalização dos compromissos assumidos durante a negociação. O banco se comprometeu a manter as clausulas do atual ACT enquanto durar as negociações.
A negociação específica com o Santander terá continuidade em nova rodada, ainda sem data definida, após o encerramento das negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
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