20/08/2026
Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
A paralisação nacional desta quinta-feira (20) teve adesão total em Catanduva, com 100% das agências bancárias fechadas, demonstrando a força, a unidade e a resistência da categoria diante da intransigência da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A mobilização também alcançou mais de 20 agências em diferentes cidades da base do Sindicato, que interromperam suas atividades em defesa de uma proposta que efetivamente valorize os trabalhadores.
A paralisação foi realizada em todo o país após a Fenaban não apresentar uma proposta que contemple as reivindicações da categoria, mesmo depois de oito rodadas de negociação. Em assembleias realizadas em todo o Brasil, 97% dos bancários rejeitaram as propostas apresentadas pela Fenaban, entre elas o congelamento do piso de ingresso e a tentativa de estabelecer reajustes diferenciados por faixas salariais. Além disso, 90% aprovaram a paralisação de 24 horas.
A disposição dos bancos em manter uma proposta considerada insuficiente pela categoria contrasta com a realidade financeira do setor. Segundo os balanços de 2025, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa somaram lucro líquido conjunto de cerca de R$ 124 bilhões no período. Os grandes bancos seguem registrando lucros bilionários, evidenciando que existem condições econômicas para atender às reivindicações.
“Os bancários entenderam a importância desta mobilização e deram um recado muito claro à Fenaban: não aceitamos proposta rebaixada, retrocessos nem desrespeito. A categoria mostrou que está unida, mobilizada e disposta a lutar por aquilo que é justo. Se os bancos têm condições de apresentar lucros bilionários, também têm condições de valorizar quem produz esses resultados todos os dias”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
A mobilização também mostrou à população que a Campanha Nacional dos Bancários vai além das reivindicações diretamente relacionadas à categoria, e se conecta a demandas que afetam toda a sociedade, como a manutenção e ampliação da rede de agências físicas, com atendimento digno e de qualidade para todos.
“Estivemos presentes nas agências durante todo o dia, organizando, orientando e dando suporte aos trabalhadores que participaram do movimento. E conseguimos dialogar também com os clientes e mostrar a importância dessa luta. A compreensão que encontramos reforça ainda mais a força dos bancários e mostra que estamos no caminho certo”, destacou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
A paralisação desta quinta-feira representa, portanto, um novo capítulo da Campanha Nacional dos Bancários e um recado direto à Fenaban. “A categoria está unida, mobilizada e não aceitará retrocessos. Se os bancos querem continuar lucrando, terão de respeitar seus trabalhadores. Se o banco não valorizar, a categoria vai parar!”, concluiu o dirigente.
A paralisação foi realizada em todo o país após a Fenaban não apresentar uma proposta que contemple as reivindicações da categoria, mesmo depois de oito rodadas de negociação. Em assembleias realizadas em todo o Brasil, 97% dos bancários rejeitaram as propostas apresentadas pela Fenaban, entre elas o congelamento do piso de ingresso e a tentativa de estabelecer reajustes diferenciados por faixas salariais. Além disso, 90% aprovaram a paralisação de 24 horas.
A disposição dos bancos em manter uma proposta considerada insuficiente pela categoria contrasta com a realidade financeira do setor. Segundo os balanços de 2025, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa somaram lucro líquido conjunto de cerca de R$ 124 bilhões no período. Os grandes bancos seguem registrando lucros bilionários, evidenciando que existem condições econômicas para atender às reivindicações.
“Os bancários entenderam a importância desta mobilização e deram um recado muito claro à Fenaban: não aceitamos proposta rebaixada, retrocessos nem desrespeito. A categoria mostrou que está unida, mobilizada e disposta a lutar por aquilo que é justo. Se os bancos têm condições de apresentar lucros bilionários, também têm condições de valorizar quem produz esses resultados todos os dias”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
A mobilização também mostrou à população que a Campanha Nacional dos Bancários vai além das reivindicações diretamente relacionadas à categoria, e se conecta a demandas que afetam toda a sociedade, como a manutenção e ampliação da rede de agências físicas, com atendimento digno e de qualidade para todos.
“Estivemos presentes nas agências durante todo o dia, organizando, orientando e dando suporte aos trabalhadores que participaram do movimento. E conseguimos dialogar também com os clientes e mostrar a importância dessa luta. A compreensão que encontramos reforça ainda mais a força dos bancários e mostra que estamos no caminho certo”, destacou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
A paralisação desta quinta-feira representa, portanto, um novo capítulo da Campanha Nacional dos Bancários e um recado direto à Fenaban. “A categoria está unida, mobilizada e não aceitará retrocessos. Se os bancos querem continuar lucrando, terão de respeitar seus trabalhadores. Se o banco não valorizar, a categoria vai parar!”, concluiu o dirigente.
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