24/04/2019
Representantes dos trabalhadores e Fenaban debatem minuta de segurança bancária

A primeira reunião da Mesa Bipartite de Segurança Bancária de 2019, entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), foi realizada na tarde de terça-feira (23), em São Paulo.
Ivone Silva, uma das coordenadoras do Comando Nacional, reafirmou que a atual minuta deve ser debatida para ter avanços. “Mesmo que a gente possa ter divergências, nós queremos construir e chegar a soluções efetivas que garantam a vida e a segurança dos bancários e dos clientes.”
Entre as principais reivindicações do movimento sindical esteve a instalação de portas automáticas em postos de atendimentos bancários (PABs) e agências de negócios, com caixas automáticos e logo do banco, sem vigilantes.
“Esses locais acabam tendo a movimentação de dinheiro, com depósito e saque nos caixas eletrônicos, o que atraem a atenção de bandidos e colocam em risco a segurança dos trabalhadores no local”, afirmou Elias Jordão, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
“Os locais com portas de segurança sofrem menos ataques dos que os que não tem. Por isso, a questão da porta de segurança é um tema prioritário da nossa pauta. Vamos manter a pressão até que os bancos atendam nossa reivindicação.”
Diferença de pesquisas
Durante a reunião ficou claro a diferença de metodologia de apuração de dados de violência bancárias entre os lados. A nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, realizada pela subsecção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na Contraf-CUT, foi apresentada. Na sequência, os bancos apresentaram os números de violência bancária tabulados por eles. O movimento sindical apontou que está bem distante da realidade e que o ideal seria os bancos passar os números deles para fazer parte do estudo dos bancários.
Projeto Piloto
O movimento sindical apresentou os números do projeto-piloto realizado em Pernambuco e cobrou sua ampliação para outras cidades. “O projeto piloto trouxe resultados muito positivos. Não podemos deixar essas ações se perderem. Nosso objetivo é que no futuro, todas as agências do país tenham essas iniciativas de segurança.”
A próxima reunião ficou marcada para o dia 26 de junho.
Ivone Silva, uma das coordenadoras do Comando Nacional, reafirmou que a atual minuta deve ser debatida para ter avanços. “Mesmo que a gente possa ter divergências, nós queremos construir e chegar a soluções efetivas que garantam a vida e a segurança dos bancários e dos clientes.”
Entre as principais reivindicações do movimento sindical esteve a instalação de portas automáticas em postos de atendimentos bancários (PABs) e agências de negócios, com caixas automáticos e logo do banco, sem vigilantes.
“Esses locais acabam tendo a movimentação de dinheiro, com depósito e saque nos caixas eletrônicos, o que atraem a atenção de bandidos e colocam em risco a segurança dos trabalhadores no local”, afirmou Elias Jordão, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
“Os locais com portas de segurança sofrem menos ataques dos que os que não tem. Por isso, a questão da porta de segurança é um tema prioritário da nossa pauta. Vamos manter a pressão até que os bancos atendam nossa reivindicação.”
Diferença de pesquisas
Durante a reunião ficou claro a diferença de metodologia de apuração de dados de violência bancárias entre os lados. A nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, realizada pela subsecção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na Contraf-CUT, foi apresentada. Na sequência, os bancos apresentaram os números de violência bancária tabulados por eles. O movimento sindical apontou que está bem distante da realidade e que o ideal seria os bancos passar os números deles para fazer parte do estudo dos bancários.
Projeto Piloto
O movimento sindical apresentou os números do projeto-piloto realizado em Pernambuco e cobrou sua ampliação para outras cidades. “O projeto piloto trouxe resultados muito positivos. Não podemos deixar essas ações se perderem. Nosso objetivo é que no futuro, todas as agências do país tenham essas iniciativas de segurança.”
A próxima reunião ficou marcada para o dia 26 de junho.
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