23/04/2026
Itaú repete falhas na divulgação de metas e amplia insatisfação entre bancários
O Itaú Unibanco segue causando indignação em seus trabalhadores por não divulgar o ICM (Índice de Cumprimento de Metas) referente ao último trimestre de 2025 do programa de pontuação GERA+. A ausência de informações impacta diretamente a remuneração variável dos funcionários, que seguem sem clareza sobre os valores a receber.
Desde o início de março, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, juntamente com as demais entidades representativas, cobra formalmente o banco para que os dados sejam disponibilizados. Nas primeiras respostas, o Itaú indicou que as informações estariam acessíveis na plataforma GPS (Gestão de Performance e Satisfação). No entanto, relatos enviados pelos trabalhadores à entidade apontam que o sistema estava fora do ar.
Diante das novas cobranças, o banco orientou que os dados poderiam ser consultados na ferramenta IClientes. Ao seguirem o caminho indicado, os funcionários encontraram apenas a mensagem orientando a procurar o gestor para obter os valores. Essa orientação, segundo os bancários, não resolve o problema, já que os próprios gestores não dispõem das informações.
Em diálogo com o movimento sindical, o banco admitiu que as informações não constavam no IClientes. O programa GERA+ foi rebatizado como Ação Extra e as informações referentes ao trimestre (outubro a dezembro) não foram divulgadas diretamente a todos os funcionários, mas repassadas aos GRNAs (Gerentes Regionais). Esses gerentes ficaram responsáveis por transmitir as informações às equipes, o que não ocorreu.
Problema se repete
A falta de informações se repetiu com o lançamento do Ação Extra, voltado a indicadores como cartões e equilíbrio de contas. Novamente, não houve transparência nos critérios nem na divulgação dos resultados, e os trabalhadores foram direcionados a gestores que também não têm acesso aos dados.
Para a representação dos funcionários, a postura do banco evidencia descaso com os trabalhadores. É inaceitável que o banco mantenha esse nível de desorganização e falta de transparência em um tema que impacta diretamente o salário dos bancários.
Sindicato busca soluções
Diante das dificuldades impostas pelo Itaú, o movimento sindical também propôs soluções concretas, que incluem:
Desde o início de março, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, juntamente com as demais entidades representativas, cobra formalmente o banco para que os dados sejam disponibilizados. Nas primeiras respostas, o Itaú indicou que as informações estariam acessíveis na plataforma GPS (Gestão de Performance e Satisfação). No entanto, relatos enviados pelos trabalhadores à entidade apontam que o sistema estava fora do ar.
Diante das novas cobranças, o banco orientou que os dados poderiam ser consultados na ferramenta IClientes. Ao seguirem o caminho indicado, os funcionários encontraram apenas a mensagem orientando a procurar o gestor para obter os valores. Essa orientação, segundo os bancários, não resolve o problema, já que os próprios gestores não dispõem das informações.
Em diálogo com o movimento sindical, o banco admitiu que as informações não constavam no IClientes. O programa GERA+ foi rebatizado como Ação Extra e as informações referentes ao trimestre (outubro a dezembro) não foram divulgadas diretamente a todos os funcionários, mas repassadas aos GRNAs (Gerentes Regionais). Esses gerentes ficaram responsáveis por transmitir as informações às equipes, o que não ocorreu.
Problema se repete
A falta de informações se repetiu com o lançamento do Ação Extra, voltado a indicadores como cartões e equilíbrio de contas. Novamente, não houve transparência nos critérios nem na divulgação dos resultados, e os trabalhadores foram direcionados a gestores que também não têm acesso aos dados.
Para a representação dos funcionários, a postura do banco evidencia descaso com os trabalhadores. É inaceitável que o banco mantenha esse nível de desorganização e falta de transparência em um tema que impacta diretamente o salário dos bancários.
Sindicato busca soluções
Diante das dificuldades impostas pelo Itaú, o movimento sindical também propôs soluções concretas, que incluem:
- Divulgação oficial interna dos critérios e parâmetros do GERA+;
- Utilização dos canais institucionais, como Inovas e comunicação via GRNA, para garantir amplo alcance;
- Padronização do fluxo de comunicação para assegurar que todos os colaboradores recebam as mesmas informações de forma clara e tempestiva.
“Vamos ampliar a pressão até que o banco assegure transparência de verdade, com informações acessíveis, organizadas e iguais para todos os trabalhadores. E sempre que houver qualquer problema, orientamos que os bancários procurem o Sindicato. Nosso Canal de Denúncias é seguro e garante anonimato”, ressalta o diretor Ricardo Jorge Nassar Jr.
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