18/09/2018
Sem discriminação: Bancários do Bradesco agora querem barba, cabelo e bigode
A partir de agora o uso da gravata pelos bancários do Bradesco não é mais obrigatório. O que era uma opção somente as sextas, foi estendido para toda a semana, porém condicionando apenas a ocasiões em que esse uso for necessário.
Não é de hoje que o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região faz voz às reivindicações dos bancários, sobretudo do Bradesco, em defesa do respeito à identidade visual dos empregados, às suas características físicas e expressão de sua personalidade. Abolir o uso da gravata está na pauta de reivindicações especifíficas dos bancários do Bradesco que foi entregue ao banco em junho deste ano. Depois do uso da gravata, os bancários querem liberdade sobre o uso da barba.
O diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco, Júlio César Trigo, defende que o mercado é regulado por bons profissionais, e que, portanto, o mundo da aparência não deve mais ditar as regras ou julgar competências. Ele destaca que o Sindicato entende que o empregador não pode interferir em questões ligadas à identidade do funcionário. Por isso, sempre cobrou dos bancos o respeito à individualidade dos bancários.
"A liberação da gravata às sextas é uma importante conquista para a categoria. Agora só falta o banco reconhecer que o uso da barba não influencia sobre o trabalho, e avançarmos também sobre este tema. Outras instituições financeiras já estão se movimentando nesse sentido e o Bradesco também tem condições de atender às reivindicações de seus empregados", destaca o diretor.
Não é de hoje que o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região faz voz às reivindicações dos bancários, sobretudo do Bradesco, em defesa do respeito à identidade visual dos empregados, às suas características físicas e expressão de sua personalidade. Abolir o uso da gravata está na pauta de reivindicações especifíficas dos bancários do Bradesco que foi entregue ao banco em junho deste ano. Depois do uso da gravata, os bancários querem liberdade sobre o uso da barba.
O diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco, Júlio César Trigo, defende que o mercado é regulado por bons profissionais, e que, portanto, o mundo da aparência não deve mais ditar as regras ou julgar competências. Ele destaca que o Sindicato entende que o empregador não pode interferir em questões ligadas à identidade do funcionário. Por isso, sempre cobrou dos bancos o respeito à individualidade dos bancários.
"A liberação da gravata às sextas é uma importante conquista para a categoria. Agora só falta o banco reconhecer que o uso da barba não influencia sobre o trabalho, e avançarmos também sobre este tema. Outras instituições financeiras já estão se movimentando nesse sentido e o Bradesco também tem condições de atender às reivindicações de seus empregados", destaca o diretor.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Dia Nacional de Luta mobiliza bancários de Catanduva em defesa de avanços nas negociações com o Santander
- Itaú: Movimento sindical cobra ampliação de indenização por fechamento de agências e avanços na renovação do ACT
- Alô, associado! Venha curtir o feriado de 12 de outubro no Clube dos Bancários
- Desemprego, menos direitos e desmonte da Cassi e Previ: os reais impactos em caso da privatização do BB
- Caixa: Fruto de negociação, deltas podem garantir até 4,6% de aumento na remuneração-base
- Nova CCT aumenta participação dos trabalhadores na prevenção dos riscos à saúde mental
- Convocação à mobilização em defesa do Brasil e da classe trabalhadora no 2º turno
- Banco do Brasil: licença-paternidade ampliada de 35 dias já está valendo
- Fim da escala 6x1 começa a ser debatido hoje (6), no Senado. Saiba como pressionar!
- Nova CCT amplia combate ao assédio e fortalece proteção dos bancários
- Sindicalizados têm 50% de desconto em curso de Introdução à IA e Machine Learning com Python
- Endividamento das famílias aumenta com juros praticados pelo BC independente
- Dia das Crianças Solidário: Sindicato entrega doações ao Projeto Semear
- Caixa confirma PLR, prêmio de R$ 3 mil e Super Caixa para dia 20
- Direito à desconexão: nova CCT garante respeito ao tempo de descanso dos bancários