16/03/2026
Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica
A Secretaria da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) lançou, em conjunto com os Sindicatos, um panfleto didático e interativo sobre o que é violência nos relacionamentos amorosos, familiares, como enfrentá-los e denunciá-los, em caso de crimes que coloquem vidas em risco.
O material foi distribuído na última quinta-feira (12), escolhido pela categoria como Dia de Luta pelos Direitos das Mulheres, como parte de uma série de ações que estão sendo realizadas no âmbito do Mês da Mulher.
"Idealizamos esse material, de fácil leitura e explicativo, para apoiar nossas ações nas ruas, nas agências. Nele também incluímos contatos de canais do 'Basta!', para que trabalhadoras que possam estar sendo vítimas de violência doméstica, por parte dos seus parceiros ou familiares, busquem apoio para se protegerem e consigam sair de uma situação que pode custar suas vidas", explica Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Contraf-CUT.
> Para acessar e baixar o modelo para impressão, CLIQUE AQUI.
> Já, para acessar e baixar o modelo para distribuição digital, CLIQUE AQUI.
"Casos brutais registrados recentemente revelam a face extrema de um ciclo que quase sempre começa no controle excessivo e silenciamentos, no ciúme possessivo, na ameaça cotidiana, no assédio moral, na violência psicológica, com agressões anteriores. O feminicídio é a ponta mais cruel de uma estrutura que desvaloriza a vida das mulheres. O crescimento de discursos de ódio, a naturalização da violência, o avanço de um conservadorismo que tenta recolocar a mulher em posição de submissão e silêncio... Não é coincidência. É projeto de poder que sustenta desigualdades históricas. É hora de acabar com essa violência gritante. Não há neutralidade possível diante de tanta barbárie. O combate à violência contra a mulher é uma luta pela democracia, pela dignidade humana, pela justiça social”, reforça Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
O material foi distribuído na última quinta-feira (12), escolhido pela categoria como Dia de Luta pelos Direitos das Mulheres, como parte de uma série de ações que estão sendo realizadas no âmbito do Mês da Mulher.
"Idealizamos esse material, de fácil leitura e explicativo, para apoiar nossas ações nas ruas, nas agências. Nele também incluímos contatos de canais do 'Basta!', para que trabalhadoras que possam estar sendo vítimas de violência doméstica, por parte dos seus parceiros ou familiares, busquem apoio para se protegerem e consigam sair de uma situação que pode custar suas vidas", explica Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Contraf-CUT.
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"Casos brutais registrados recentemente revelam a face extrema de um ciclo que quase sempre começa no controle excessivo e silenciamentos, no ciúme possessivo, na ameaça cotidiana, no assédio moral, na violência psicológica, com agressões anteriores. O feminicídio é a ponta mais cruel de uma estrutura que desvaloriza a vida das mulheres. O crescimento de discursos de ódio, a naturalização da violência, o avanço de um conservadorismo que tenta recolocar a mulher em posição de submissão e silêncio... Não é coincidência. É projeto de poder que sustenta desigualdades históricas. É hora de acabar com essa violência gritante. Não há neutralidade possível diante de tanta barbárie. O combate à violência contra a mulher é uma luta pela democracia, pela dignidade humana, pela justiça social”, reforça Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
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