19/03/2026
Sindicato vai à luta contra metas abusivas e escancara realidade dos trabalhadores do Mercantil
Quinta-feira (19) de luta para os trabalhadores do Mercantil. E o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região já está mobilizado em frente à agência do banco, na região central da cidade, para denunciar metas abusivas, demissões e práticas de assédio que têm marcado o cotidiano da categoria.
A atividade integra o Dia Nacional de Luta, convocado pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, e ocorre simultaneamente em diversas cidades do país. O objetivo é dar visibilidade a um modelo de gestão que impõe pressão extrema, fragiliza as condições de trabalho e adoece os bancários.
Durante a mobilização, dirigentes sindicais dialogaram com trabalhadores, clientes e a população, distribuindo um boletim informativo que expõe a realidade enfrentada dentro das agências. Também foram afixadas faixas na fachada do banco, chamando a atenção para as denúncias de metas inalcançáveis, cobranças abusivas e perseguições.
“As queixas que chegam ao movimento sindical revelam exigências cada vez mais difíceis de cumprir, mudanças constantes nas regras das campanhas internas e um ambiente de trabalho marcado por pressão contínua, insegurança e medo. Esse conjunto de práticas tem impacto direto na saúde mental dos trabalhadores, gerando estresse, ansiedade e adoecimento”, destaca o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
A atividade integra o Dia Nacional de Luta, convocado pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil, e ocorre simultaneamente em diversas cidades do país. O objetivo é dar visibilidade a um modelo de gestão que impõe pressão extrema, fragiliza as condições de trabalho e adoece os bancários.
Durante a mobilização, dirigentes sindicais dialogaram com trabalhadores, clientes e a população, distribuindo um boletim informativo que expõe a realidade enfrentada dentro das agências. Também foram afixadas faixas na fachada do banco, chamando a atenção para as denúncias de metas inalcançáveis, cobranças abusivas e perseguições.
“As queixas que chegam ao movimento sindical revelam exigências cada vez mais difíceis de cumprir, mudanças constantes nas regras das campanhas internas e um ambiente de trabalho marcado por pressão contínua, insegurança e medo. Esse conjunto de práticas tem impacto direto na saúde mental dos trabalhadores, gerando estresse, ansiedade e adoecimento”, destaca o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.

Outro ponto de destaque é o impacto das demissões promovidas pelo banco. Ao reduzir o quadro de funcionários, a instituição não apenas sobrecarrega quem permanece, como também precariza o atendimento à população. No caso do Mercantil, essa situação é ainda mais grave, já que o banco atende majoritariamente pessoas idosas, que muitas vezes dependem do atendimento presencial e de um suporte adequado nas agências.

“Estamos aqui para denunciar o que está acontecendo dentro do banco. Não é possível aceitar que metas abusivas e pressão constante coloquem em risco a saúde dos bancários. O Mercantil tem apresentado resultados expressivos, e isso é fruto direto do trabalho dos funcionários. Mas lucro não pode ser construído à custa do adoecimento. Por isso, denunciar é um passo essencial para romper o ciclo de pressão e garantir mudanças reais. Seguimos mobilizados, cobrando respeito, fim das metas abusivas e condições dignas de trabalho para os bancários e bancárias do Mercantil”, reforça Sérgio Luís C. Ribeiro, diretor do Sindicato.

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