16/07/2026
Sindicato denuncia escalada de assédio moral no Bradesco e reforça apoio aos bancários da base
A diretoria do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região realizou, na manhã desta quinta-feira (16), uma atividade de denúncia e conscientização em frente às agências do Bradesco da base sindical para protestar contra o assédio moral praticado por gestores e pela administração regional da instituição.
Os dirigentes dialogaram diretamente com os bancários, que têm enfrentado um cenário cada vez mais preocupante de pressão psicológica, cobranças abusivas e desrespeito no ambiente de trabalho. Além da mobilização, foi distribuído um Infopress com orientações sobre o que caracteriza o assédio moral, como reunir provas e registrar as ocorrências, além da importância de comunicar imediatamente o Sindicato para que as denúncias sejam acompanhadas e encaminhadas.
O secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo, explica que o problema vem se agravando nos últimos meses, com relatos recorrentes, e que é necessário dar um basta a essa realidade.
"Não vamos aceitar que trabalhadores sejam humilhados, pressionados ou adoeçam para atender interesses comerciais do banco. A cobrança por resultados não pode ultrapassar os limites do respeito e da dignidade humana, com práticas que constrangem e intimidam, tornando o ambiente de trabalho insustentável e provocando impactos diretos na saúde física e mental desses trabalhadores”, ressalta.
Os dirigentes dialogaram diretamente com os bancários, que têm enfrentado um cenário cada vez mais preocupante de pressão psicológica, cobranças abusivas e desrespeito no ambiente de trabalho. Além da mobilização, foi distribuído um Infopress com orientações sobre o que caracteriza o assédio moral, como reunir provas e registrar as ocorrências, além da importância de comunicar imediatamente o Sindicato para que as denúncias sejam acompanhadas e encaminhadas.
O secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo, explica que o problema vem se agravando nos últimos meses, com relatos recorrentes, e que é necessário dar um basta a essa realidade.
"Não vamos aceitar que trabalhadores sejam humilhados, pressionados ou adoeçam para atender interesses comerciais do banco. A cobrança por resultados não pode ultrapassar os limites do respeito e da dignidade humana, com práticas que constrangem e intimidam, tornando o ambiente de trabalho insustentável e provocando impactos diretos na saúde física e mental desses trabalhadores”, ressalta.

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária prevê mecanismos específicos para o enfrentamento do assédio moral. A Cláusula 58 – Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho estabelece procedimentos para apuração de denúncias e busca coibir práticas abusivas que comprometam a saúde e a dignidade dos trabalhadores. Para garantir que os casos sejam tratados com segurança, o Sindicato mantém um canal exclusivo de denúncias, que assegura sigilo absoluto sobre a identidade do denunciante.
“Orientamos que os bancários preservem mensagens, e-mails, registros e demais evidências das ocorrências e formalizem as denúncias no Sindicato, onde podem encontrar acolhimento e orientação. Esse é o meio mais seguro e eficaz para relatar situações de assédio, sem expor o bancário ao risco de represálias por parte da gestão do banco”, explica Trigo.

O presidente do Sindicato, Roberto Vicentim, destaca que a entidade já adotou todas as providências cabíveis diante das denúncias recebidas e permanecerá atuando de forma firme até que as irregularidades cessem.
"O Sindicato não vai se omitir diante de nenhuma prática que coloque em risco a saúde e a dignidade dos bancários. Já tomamos as medidas necessárias, estamos acompanhando cada denúncia e seguiremos cobrando providências do Bradesco e denunciando toda conduta abusiva até que esse cenário seja definitivamente interrompido”, reforça Vicentim.
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