21/05/2018
Após cobrança do movimento sindical, Bradesco se compromete a rever demissões

À esquerda, dirigentes do Sindicato dos Bancários de São Paulo se reúnem-se com representantes do Bradesco
(Foto: Seeb SP)
Após reunião com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, o Bradesco se comprometeu a rever as demissões dos bancários que tiveram os benefícios do INSS cancelados e foram dispensados no dia em que deveriam voltar ao trabalho, sem passar por exame de retorno.
Na reunião, que foi realizada na sexta-feira (18), os representantes do banco disseram ainda que o RH foi informado a encaminhar os bancários para o exame de retorno.
“Nos casos em que os bancários tiverem condições de retornar ao trabalho, vamos cobrar do banco a aplicação do programa de retorno ao trabalho para que possam retomar suas funções em condições dignas, respeitando suas capacidades laborais, até que possam se aposentar por tempo de serviço”, afirma Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato de São Paulo e bancária do Bradesco.
Desde que tomou o poder, o governo Temer cancelou mais de 400 mil aposentadorias por invalidez de trabalhadores que sofreram acidentes ou desenvolveram doenças por causa do trabalho.
Muitos bancários do Bradesco que passaram por essa situação ainda foram demitidos no dia em que deveriam retornar ao trabalho e sem fazer o exame de retorno, o que viola a Norma Regulamentadora nº 7, editada pelo Ministério do Trabalho.
Diante do comprometimento do banco, após pressão sindical, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região orienta que, todos os trabalhadores que receberem informações ou quaisquer outras orientações diferentes, procurem pelo Sindicato para que os dirigentes possam fazer a intermediação.
“Como representantes dos funcionários, cobramos que seus direitos sejam respeitados. Não permitiremos que o banco cometa qualquer tipo de injustiça nem que os ataques do governo por meio de tentativas de redução de investimentos na saúde e na Previdência prejudiquem a vida dos trabalhadores” ressalta Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato.
Mais de 400 mil benefícios cancelados
Em abril, o governo federal anunciou o cancelamento de 422 mil benefícios sociais. Nessa leva, 228 mil são de auxílios-doença, 151 mil de Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e 43 mil de aposentadorias por invalidez.
Na reunião, que foi realizada na sexta-feira (18), os representantes do banco disseram ainda que o RH foi informado a encaminhar os bancários para o exame de retorno.
“Nos casos em que os bancários tiverem condições de retornar ao trabalho, vamos cobrar do banco a aplicação do programa de retorno ao trabalho para que possam retomar suas funções em condições dignas, respeitando suas capacidades laborais, até que possam se aposentar por tempo de serviço”, afirma Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato de São Paulo e bancária do Bradesco.
Desde que tomou o poder, o governo Temer cancelou mais de 400 mil aposentadorias por invalidez de trabalhadores que sofreram acidentes ou desenvolveram doenças por causa do trabalho.
Muitos bancários do Bradesco que passaram por essa situação ainda foram demitidos no dia em que deveriam retornar ao trabalho e sem fazer o exame de retorno, o que viola a Norma Regulamentadora nº 7, editada pelo Ministério do Trabalho.
Diante do comprometimento do banco, após pressão sindical, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região orienta que, todos os trabalhadores que receberem informações ou quaisquer outras orientações diferentes, procurem pelo Sindicato para que os dirigentes possam fazer a intermediação.
“Como representantes dos funcionários, cobramos que seus direitos sejam respeitados. Não permitiremos que o banco cometa qualquer tipo de injustiça nem que os ataques do governo por meio de tentativas de redução de investimentos na saúde e na Previdência prejudiquem a vida dos trabalhadores” ressalta Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato.
Mais de 400 mil benefícios cancelados
Em abril, o governo federal anunciou o cancelamento de 422 mil benefícios sociais. Nessa leva, 228 mil são de auxílios-doença, 151 mil de Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e 43 mil de aposentadorias por invalidez.
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