10/02/2016
Dia D para o PLS 555 em defesa das empresas públicas será 16 de fevereiro
Em 16 de fevereiro o Projeto de Lei do Senado 555 (PLS 555) volta à pauta do Senado. A data está sendo considerada Dia D pelos trabalhadores e entidades que defendem as empresas públicas: ou haverá um substitutivo com todas as alterações reivindicadas pelo movimento sindical ou o projeto será votado item a item, e definido por maioria pelos senadores.
Entre as propostas apresentadas pelos representantes dos trabalhadores está a retirada da obrigatoriedade de estatais, como Caixa e BNDES, tornarem-se sociedades anônimas. Os trabalhadores também querem que caia o veto à participação de pessoas ligadas a sindicatos (inclusive sindicalizados) nos conselhos de administração e nas diretorias das estatais, além do fim da imposição de mudanças na composição acionária das empresas.
“É fundamental lotar as caixas de mensagens dos senadores. Apenas uma forte mobilização popular em defesa das empresas públicas poderá pressioná-los”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Dionísio Reis.
A informação inicial da Coordenação Nacional em Defesa das Empresas Públicas era de que a votação ocorreria em 15 de fevereiro, mas na manhã da sexta 5, foi divulgado que a data prevista é 16 de fevereiro.
Envie mensagens
A orientação do Sindicato é que seja enviada a mensagem: “Como nosso representante eleito por voto popular, pedimos que vote contra o PLS 555. Honre o voto recebido nas eleições e seja contrário a esse projeto que é uma afronta aos interesses nacionais”. No assunto escreva #NãoAoPLS555.
Os senadores por São Paulo são Aloysio Nunes (aloysionunes.ferreira@senador.leg.br), José Serra (jose.serra@senador.leg.br), do PSDB, e Marta Suplicy (marta.suplicy@senadora.leg.br), do PMDB. Além deles, você pode, e deve, mandar para toda o Senado: clique aqui.
Entenda o debate
Foi a segunda vez que a pressão dos trabalhadores evitou a votação do PLS 555. A primeira foi no final de 2015, último dia de sessão no Senado. O PLS 555 é junção dos PLSs 167 e 343 – cujos autores são, respectivamente, os senadores tucanos Tasso Jereissati e Aécio Neves – e do anteprojeto apresentado pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB.
Entre as propostas apresentadas pelos representantes dos trabalhadores está a retirada da obrigatoriedade de estatais, como Caixa e BNDES, tornarem-se sociedades anônimas. Os trabalhadores também querem que caia o veto à participação de pessoas ligadas a sindicatos (inclusive sindicalizados) nos conselhos de administração e nas diretorias das estatais, além do fim da imposição de mudanças na composição acionária das empresas.
“É fundamental lotar as caixas de mensagens dos senadores. Apenas uma forte mobilização popular em defesa das empresas públicas poderá pressioná-los”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Dionísio Reis.
A informação inicial da Coordenação Nacional em Defesa das Empresas Públicas era de que a votação ocorreria em 15 de fevereiro, mas na manhã da sexta 5, foi divulgado que a data prevista é 16 de fevereiro.
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A orientação do Sindicato é que seja enviada a mensagem: “Como nosso representante eleito por voto popular, pedimos que vote contra o PLS 555. Honre o voto recebido nas eleições e seja contrário a esse projeto que é uma afronta aos interesses nacionais”. No assunto escreva #NãoAoPLS555.
Os senadores por São Paulo são Aloysio Nunes (aloysionunes.ferreira@senador.leg.br), José Serra (jose.serra@senador.leg.br), do PSDB, e Marta Suplicy (marta.suplicy@senadora.leg.br), do PMDB. Além deles, você pode, e deve, mandar para toda o Senado: clique aqui.
Entenda o debate
Foi a segunda vez que a pressão dos trabalhadores evitou a votação do PLS 555. A primeira foi no final de 2015, último dia de sessão no Senado. O PLS 555 é junção dos PLSs 167 e 343 – cujos autores são, respectivamente, os senadores tucanos Tasso Jereissati e Aécio Neves – e do anteprojeto apresentado pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB.
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