03/07/2013
Agência de Pindorama é paralisada
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região retardou a abertura da agência do Bradesco de Pindorama na manhã de ontem, por meio da campanha “Demitiu, parou”.
Inicialmente, o motivo da manifestação foi o desligamento de um funcionário da unidade. Os diretores do Sindicato também aproveitaram a ocasião para se reunirem com os funcionários e discutir os principais problemas do Bradesco.
Para o diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco Júlio Mathias, a instituição “pisa na bola” por não conceder a todos os funcionários auxílio-educação.
“Em 2012 o lucro líquido do banco foi de R$ 11,2 bilhões. Se pagasse aos seus funcionários, que são cerca de 100 mil, um curso universitário no valor médio de R$ 480,00, o impacto seria de apenas 5,1%, sem contar com os benefícios fiscais que a empresa obteria”, analisa.
O auxilio educação faz parte das reivindicações da campanha de valorização dos funcionários do Bradesco, que tem o slogan “Bancário não é lata. É gente como você, gente de verdade”.
A campanha ainda exige o parcelamento do pagamento das férias, a criação de um plano de cargos e salários (PCCS), preservação da saúde e melhores condições de trabalho.
“Devido às péssimas condições de trabalho caracterizadas pelas metas abusivas e assédio moral, é cada vez maior o número de funcionários que adoecem”, finaliza Júlio Mathias.
Inicialmente, o motivo da manifestação foi o desligamento de um funcionário da unidade. Os diretores do Sindicato também aproveitaram a ocasião para se reunirem com os funcionários e discutir os principais problemas do Bradesco.
Para o diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco Júlio Mathias, a instituição “pisa na bola” por não conceder a todos os funcionários auxílio-educação.
“Em 2012 o lucro líquido do banco foi de R$ 11,2 bilhões. Se pagasse aos seus funcionários, que são cerca de 100 mil, um curso universitário no valor médio de R$ 480,00, o impacto seria de apenas 5,1%, sem contar com os benefícios fiscais que a empresa obteria”, analisa.
O auxilio educação faz parte das reivindicações da campanha de valorização dos funcionários do Bradesco, que tem o slogan “Bancário não é lata. É gente como você, gente de verdade”.
A campanha ainda exige o parcelamento do pagamento das férias, a criação de um plano de cargos e salários (PCCS), preservação da saúde e melhores condições de trabalho.
“Devido às péssimas condições de trabalho caracterizadas pelas metas abusivas e assédio moral, é cada vez maior o número de funcionários que adoecem”, finaliza Júlio Mathias.
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