30/01/2026
Rede 2026 do BB acende alerta: Sindicato debate impactos e reforça defesa dos trabalhadores
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, representado por seu presidente Roberto Vicentim e pelo diretor Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam), participaram na manhã desta sexta-feira (30) de reunião com o Coletivo Estadual do BB, organizada pela Fetec-CUT/SP, para debater o programa Talentos para Gerar Resultados – Rede 2026”, apresentado pelo banco, analisar e debater os impactos das propostas para os trabalhadores.
Em visita às agências da base, a entidade observou a preocupação dos funcionários com relação às mudanças.
O programa foi apresentado pelo BB como uma reorganização estratégica da rede, com foco na especialização do atendimento, ampliação dos canais digitais, redimensionamento de estruturas e abertura de oportunidades em funções comissionadas. Segundo a instituição, a iniciativa busca alinhar o banco às transformações do mercado financeiro e ao comportamento dos clientes, elevando a eficiência operacional, com promessa de resultados sustentáveis, valorização da especialização e ampliação de trilhas de desenvolvimento profissional.
Para o movimento sindical, o Rede 2026 consolida tendências já observadas no setor financeiro: redução de funções tradicionais, transformação do papel das agências físicas, foco em segmentos mais rentáveis e intensificação da digitalização e da lógica de metas. Na prática, redefine os conceitos de “permanecer” e “progredir” no Banco do Brasil, condicionando trajetórias profissionais à adaptação, certificações, mobilidade funcional e aceitação de maior cobrança por desempenho.
“Estamos bastante preocupados com essa movimentação do banco, que se trata de uma profunda reorganização na estrutura de trabalho, com a criação de novas vagas comissionadas e sérios riscos de movimentos compulsórios. Por isso, a necessidade de vigilância contínua sobre critérios, transparência e respeito à voluntariedade dos empregados. Também foram debatidas nossas preocupações relacionadas à proteção de renda, à igualdade de acesso às oportunidades e à adequada implementação dos novos papéis e funções nas agências”, explicou Sadam.
“Este debate é fundamental para entendermos as alterações anunciadas e para que estejamos, assim, preparados para auxiliar e defender os trabalhadores. Não podemos admitir que esse processo de “modernização” na estrutura de trabalho do banco ocorra à custa da saúde e da segurança dos trabalhadores, com precarização, pressão psicológica, redução remuneratória, retaliação ou exclusão funcional”, acrescenta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O Sindicato segue atento e à disposição dos bancários para quaisquer orientações. Caso tenha dúvidas ou esteja sendo pressionado com relação ao programa, entre em contato com nossos diretores através de nossos canais oficiais, pelo Fale Conosco ou via WhatsApp (17) 99259-1987.
Em visita às agências da base, a entidade observou a preocupação dos funcionários com relação às mudanças.
O programa foi apresentado pelo BB como uma reorganização estratégica da rede, com foco na especialização do atendimento, ampliação dos canais digitais, redimensionamento de estruturas e abertura de oportunidades em funções comissionadas. Segundo a instituição, a iniciativa busca alinhar o banco às transformações do mercado financeiro e ao comportamento dos clientes, elevando a eficiência operacional, com promessa de resultados sustentáveis, valorização da especialização e ampliação de trilhas de desenvolvimento profissional.
Para o movimento sindical, o Rede 2026 consolida tendências já observadas no setor financeiro: redução de funções tradicionais, transformação do papel das agências físicas, foco em segmentos mais rentáveis e intensificação da digitalização e da lógica de metas. Na prática, redefine os conceitos de “permanecer” e “progredir” no Banco do Brasil, condicionando trajetórias profissionais à adaptação, certificações, mobilidade funcional e aceitação de maior cobrança por desempenho.
“Estamos bastante preocupados com essa movimentação do banco, que se trata de uma profunda reorganização na estrutura de trabalho, com a criação de novas vagas comissionadas e sérios riscos de movimentos compulsórios. Por isso, a necessidade de vigilância contínua sobre critérios, transparência e respeito à voluntariedade dos empregados. Também foram debatidas nossas preocupações relacionadas à proteção de renda, à igualdade de acesso às oportunidades e à adequada implementação dos novos papéis e funções nas agências”, explicou Sadam.
“Este debate é fundamental para entendermos as alterações anunciadas e para que estejamos, assim, preparados para auxiliar e defender os trabalhadores. Não podemos admitir que esse processo de “modernização” na estrutura de trabalho do banco ocorra à custa da saúde e da segurança dos trabalhadores, com precarização, pressão psicológica, redução remuneratória, retaliação ou exclusão funcional”, acrescenta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O Sindicato segue atento e à disposição dos bancários para quaisquer orientações. Caso tenha dúvidas ou esteja sendo pressionado com relação ao programa, entre em contato com nossos diretores através de nossos canais oficiais, pelo Fale Conosco ou via WhatsApp (17) 99259-1987.
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