28/01/2026
COE do Santander cobra mais transparência em mesa sobre diversidade e segurança bancária
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco na manhã desta quarta-feira (28), em mesa de negociação sobre Diversidade e Segurança Bancária. O encontro foi definido na última reunião, realizada em 17 de dezembro de 2025.
Diversidade e igualdade de oportunidades
Logo no início da reunião, o banco apresentou suas iniciativas voltadas à diversidade, com foco em ações de letramento, formação e comunicação. Os dirigentes sindicais, no entanto, cobraram maior acesso dos trabalhadores às ferramentas e materiais disponibilizados pela empresa, para que seja possível ampliar o conhecimento, promover o debate e propor melhorias nos programas existentes.
Os representantes dos trabalhadores reivindicaram ainda a apresentação dos números detalhados do banco relacionados à questão racial. A COE cobrou mais transparência, especialmente em relação à quantidade de empregados negros e à distribuição desses trabalhadores nos diferentes cargos e áreas da empresa.
Para a coordenadora da COE do Santander, Wanessa Queiroz, a mesa reforça reivindicações históricas do movimento sindical e a necessidade de mais transparência por parte do banco.
“Essa mesa dá continuidade às duas reuniões que tivemos no ano passado. Uma das reivindicações apontadas anteriormente era justamente a divulgação dos dados do Censo Diversidade 2024, além do compartilhamento, com os dirigentes sindicais, de todas as cartilhas mencionadas sobre letramento racial, pessoas com deficiência e a população LGBTQIA+. Também exigimos que o banco divulgue de forma clara a quantidade de empregados negros no país, assim como os dados referentes a todo o conglomerado”, destacou Wanessa.
A dirigente lembrou ainda que a mesa de Igualdade de Oportunidades existe há mais de duas décadas e segue sendo um espaço fundamental de negociação com o banco.
“Ao longo desses mais de 20 anos de mesa, sempre buscamos debater a ampliação das contratações e a melhoria das condições de trabalho para homens e mulheres. Apesar de todos os programas de diversidade, ainda há uma disparidade muito grande na igualdade salarial: mulheres negras ganham menos que mulheres brancas, mulheres brancas ganham menos que homens e homens negros também recebem menos que homens brancos. Essa é uma realidade que seguimos denunciando nas campanhas”, afirmou.
Ficou como encaminhamento o compromisso de o banco retomar a mesa de diversidade após o fechamento e a ampla divulgação do Censo Diversidade 2025.
Segurança bancária
Na segunda pauta da reunião, foi tratado o tema da segurança bancária. O Santander apresentou dados referentes a 2025, destacando que não houve registros de sequestros no período. Segundo o banco, os casos de roubo ocorreram, em sua maioria, na modalidade qualificada, geralmente durante a madrugada.
Ainda de acordo com as informações apresentadas, 100% dos funcionários passaram por capacitação na área de segurança e houve uma redução de 99% nas perdas relacionadas a ocorrências.
Diversidade e igualdade de oportunidades
Logo no início da reunião, o banco apresentou suas iniciativas voltadas à diversidade, com foco em ações de letramento, formação e comunicação. Os dirigentes sindicais, no entanto, cobraram maior acesso dos trabalhadores às ferramentas e materiais disponibilizados pela empresa, para que seja possível ampliar o conhecimento, promover o debate e propor melhorias nos programas existentes.
Os representantes dos trabalhadores reivindicaram ainda a apresentação dos números detalhados do banco relacionados à questão racial. A COE cobrou mais transparência, especialmente em relação à quantidade de empregados negros e à distribuição desses trabalhadores nos diferentes cargos e áreas da empresa.
Para a coordenadora da COE do Santander, Wanessa Queiroz, a mesa reforça reivindicações históricas do movimento sindical e a necessidade de mais transparência por parte do banco.
“Essa mesa dá continuidade às duas reuniões que tivemos no ano passado. Uma das reivindicações apontadas anteriormente era justamente a divulgação dos dados do Censo Diversidade 2024, além do compartilhamento, com os dirigentes sindicais, de todas as cartilhas mencionadas sobre letramento racial, pessoas com deficiência e a população LGBTQIA+. Também exigimos que o banco divulgue de forma clara a quantidade de empregados negros no país, assim como os dados referentes a todo o conglomerado”, destacou Wanessa.
A dirigente lembrou ainda que a mesa de Igualdade de Oportunidades existe há mais de duas décadas e segue sendo um espaço fundamental de negociação com o banco.
“Ao longo desses mais de 20 anos de mesa, sempre buscamos debater a ampliação das contratações e a melhoria das condições de trabalho para homens e mulheres. Apesar de todos os programas de diversidade, ainda há uma disparidade muito grande na igualdade salarial: mulheres negras ganham menos que mulheres brancas, mulheres brancas ganham menos que homens e homens negros também recebem menos que homens brancos. Essa é uma realidade que seguimos denunciando nas campanhas”, afirmou.
Ficou como encaminhamento o compromisso de o banco retomar a mesa de diversidade após o fechamento e a ampla divulgação do Censo Diversidade 2025.
Segurança bancária
Na segunda pauta da reunião, foi tratado o tema da segurança bancária. O Santander apresentou dados referentes a 2025, destacando que não houve registros de sequestros no período. Segundo o banco, os casos de roubo ocorreram, em sua maioria, na modalidade qualificada, geralmente durante a madrugada.
Ainda de acordo com as informações apresentadas, 100% dos funcionários passaram por capacitação na área de segurança e houve uma redução de 99% nas perdas relacionadas a ocorrências.
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