25 de novembro: Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Atividades e manifestações acontecerão em todo mundo nesta quinta-feira, 25/11, para marcar o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. A data foi instituída durante o I Encontro Feminista Latino Americano e Caribenho, em 1981, em homenagem as três irmãs Mirabal (Maria, Patria e Minerva), da República Dominicana, que foram brutalmente assassinadas em 1960, durante a ditadura Trujillo.
No Brasil, na quarta-feira, 24/11, haverá a instalação da Frente Parlamentar de Enfrentamento à Violência contra a mulher, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados em Brasília. A CUT, em conjunto com as demais centrais e diversos movimentos sociais e feministas, fará uma mobilização pela ampliação das delegacias de atendimento às mulheres em todo o país.
Segundo a CUT, durante a atividade, será feito um debate sobre a situação de violência vivida pelas mulheres, as políticas existentes em cada país da América do Sul e os desafios para transformar o combate e a prevenção à violência contra as mulheres como um objetivo permanente da sociedade, com o apoio de toda a sociedade Civil Organizada, principalmente de todo o Movimento Sindical regional.
Uma luta histórica - A violência praticada contra as mulheres atravessa os séculos e alcança a todas. Mas aos poucos as vitórias surgem. No Brasil, um exemplo disso, foi a aprovação da Lei Maria da Penha (Lei Nº11.340/2006), que prevê penas mais duras para os agressores. Mas o silêncio, a discriminação, a impunidade, a dependência econômica das mulheres em relação aos homens agravam a violência para as mulheres.
Para por um fim ao problema é preciso construir meios para que a violência sequer chegue a acontecer e isso passa necessariamente em fortalecer as mulheres, garantir autonomia e liberdade para todas. Só assim será possível um outro modelo de sociedade, baseado na igualdade entre homens e mulheres em todas as esferas de suas vidas, seja em casa, no trabalho, nos estudos, ou em qualquer outro espaço.
Fonte: Fetec-CUT/SP
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