13/05/2026
Dieese realiza jornada de debates nacionais pelo fim da 6x1: confira locais e datas
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) iniciou, junto à CUT e demais centrais sindicais, a “Jornada nacional de debates: disputar a renda, reduzir a jornada – o trabalho no centro do desenvolvimento”. O ciclo de eventos começou na última quinta-feira (7), com seminários e mobilizações na Paraíba, São Paulo e Distrito Federal, e seguirão até o dia 22 de maio em cidades de todas as regiões do país.
A coordenadora-técnica do Dieese, Adriana Marcolino, explicou que o objetivo da jornada nacional é fortalecer instrumentos políticos, técnicos e de comunicação do movimento sindical, num momento decisivo de tramitação de propostas sobre o fim da escala 6x1, com redução da jornada sem redução salarial, no Congresso Nacional. “A desigualdade de renda também está relacionada à jornada e à forma como os empregadores superexploram os trabalhadores com jornadas exaustivas”, completou.
Na semana passada, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, confirmou que, no dia 26 de maio, as propostas de emenda à Constituição (PEC) sobre o tema, de autoria de Reginaldo Lopes (PT-MG) e Érika Hilton (PSOL-SP), irão para votação na Comissão Especial. No dia seguinte, 27 de maio, será a vez de as matérias irem à votação final, em dois turnos, no Plenário da casa legislativa.
"As próximas semanas serão fundamentais para que a gente consiga ampliar a pressão social sobre os parlamentares. Por isso convidamos a todos e todas que não deixem de participar das jornadas, nas suas regiões. Além dos debates e de formação política e técnica, que melhoram o nosso arcabouço de argumentos na defesa do fim da 6x1, nesses encontros também ocorrem a troca de conteúdo e organização de mobilizações populares pra gente fortalecer ainda mais essa luta", destacou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidente da CUT Nacional.
A dirigente ressaltou que diversas pesquisas de opinião, realizadas desde o ano passado, mostram que o fim da escala 6x1 com redução da jornada e manutenção dos direitos têm o apoio de mais de 70% da população. "A redução da jornada é questão de direitos humanos e de justiça social, porque permitirá dividir de forma mais justa, com a classe trabalhadora, os ganhos de produtividade que, nas últimas décadas, não foram convertidos em melhorias sociais, pelo contrário: a maior parte foi e ainda segue sendo apropriada pelo setor financeiro e pelos grandes grupos econômicos", completou.
Veja os locais e participe da jornada
A maioria das atividades acontecem em estados onde o Dieese possui escritórios regionais. Na terça-feira (12), o evento foi realizado em Florianópolis (SC).
A seguir, os locais onde a jornada prosseguirá nos próximos dias, a partir desta quarta-feira (13):
13 de maio: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Curitiba (PR).
14 de maio: São Paulo/SP (no Palácio do Trabalhador – Força Sindical, às 09h30); Vitória (ES); Rio de Janeiro (RJ); e Aracajú (SE).
15 de maio: Porto Alegre (RS) e Belém (PA).
16 de maio: São Luís (MA).
19 de maio: Recife (PE) e Porto Alegre (RS).
20 de maio: Natal (RN).
21 de maio: Belo Horizonte (MG).
22 de maio: Manaus (AM).
Clique aqui e baixe o material de apoio "Cartilha Jornada de Trabalho Novo".
*Com informações da CUT
A coordenadora-técnica do Dieese, Adriana Marcolino, explicou que o objetivo da jornada nacional é fortalecer instrumentos políticos, técnicos e de comunicação do movimento sindical, num momento decisivo de tramitação de propostas sobre o fim da escala 6x1, com redução da jornada sem redução salarial, no Congresso Nacional. “A desigualdade de renda também está relacionada à jornada e à forma como os empregadores superexploram os trabalhadores com jornadas exaustivas”, completou.
Na semana passada, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, confirmou que, no dia 26 de maio, as propostas de emenda à Constituição (PEC) sobre o tema, de autoria de Reginaldo Lopes (PT-MG) e Érika Hilton (PSOL-SP), irão para votação na Comissão Especial. No dia seguinte, 27 de maio, será a vez de as matérias irem à votação final, em dois turnos, no Plenário da casa legislativa.
"As próximas semanas serão fundamentais para que a gente consiga ampliar a pressão social sobre os parlamentares. Por isso convidamos a todos e todas que não deixem de participar das jornadas, nas suas regiões. Além dos debates e de formação política e técnica, que melhoram o nosso arcabouço de argumentos na defesa do fim da 6x1, nesses encontros também ocorrem a troca de conteúdo e organização de mobilizações populares pra gente fortalecer ainda mais essa luta", destacou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidente da CUT Nacional.
A dirigente ressaltou que diversas pesquisas de opinião, realizadas desde o ano passado, mostram que o fim da escala 6x1 com redução da jornada e manutenção dos direitos têm o apoio de mais de 70% da população. "A redução da jornada é questão de direitos humanos e de justiça social, porque permitirá dividir de forma mais justa, com a classe trabalhadora, os ganhos de produtividade que, nas últimas décadas, não foram convertidos em melhorias sociais, pelo contrário: a maior parte foi e ainda segue sendo apropriada pelo setor financeiro e pelos grandes grupos econômicos", completou.
Veja os locais e participe da jornada
A maioria das atividades acontecem em estados onde o Dieese possui escritórios regionais. Na terça-feira (12), o evento foi realizado em Florianópolis (SC).
A seguir, os locais onde a jornada prosseguirá nos próximos dias, a partir desta quarta-feira (13):
13 de maio: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Curitiba (PR).
14 de maio: São Paulo/SP (no Palácio do Trabalhador – Força Sindical, às 09h30); Vitória (ES); Rio de Janeiro (RJ); e Aracajú (SE).
15 de maio: Porto Alegre (RS) e Belém (PA).
16 de maio: São Luís (MA).
19 de maio: Recife (PE) e Porto Alegre (RS).
20 de maio: Natal (RN).
21 de maio: Belo Horizonte (MG).
22 de maio: Manaus (AM).
Clique aqui e baixe o material de apoio "Cartilha Jornada de Trabalho Novo".
*Com informações da CUT
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