Carteira assinada e rendimento em alta no país
A Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de setembro deste ano mostra que o rendimento médio do trabalhador brasileiro cresceu 6,2% em relação a igual mês de 2009, passando de R$ 1.411,10 para R$ 1.499. Na comparação entre agosto e setembro deste ano, quando o rendimento chegou a R$ 1.480, 8, crescimento de 1,3%.
Os maiores aumentos, revela ainda a pesquisa na comparação entre setembro deste ano e o de 2009, foram registrados nos setores de serviços domésticos (9,6%), comércio (7,8%) e construção (7,0%); e os menores na indústria (2,1%).
Carteira assinada – A pesquisa mostra ainda que o número de empregos com carteira assinada também cresceu. Foram geradas 816 mil vagas de emprego formal a mais do que em setembro de 2009, ou seja, um crescimento de 8,6%.
O crescimento dos empregos com carteira assinada foi superior ao aumento do total de postos de trabalho, que foi de 3,5%, totalizando 762 mil novas vagas em setembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o percentual de ocupados chegou a 53,7% do total da população em idade ativa no país.
Por sua vez, a taxa de desemprego teve o menor patamar desde março de 2002, quando começou a série histórica do IBGE, ficando em 6,2% em setembro passado. Na média de janeiro a setembro deste ano, a taxa de desemprego é de 7,1%, ou seja, 1 ponto percentual menor do que os nove primeiros meses de 2008, período anterior à crise econômica mundial.
Para o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, o crescimento do mercado de trabalho é reflexo do cenário econômico brasileiro. “Há um cenário econômico que favorece o mercado de trabalho a contratar, ou seja, a abrir postos de trabalho, com investimentos maiores. E não é só a geração de postos de trabalho, há um aumento do emprego de qualidade, ou seja, mais pessoas têm sido contratadas com carteira de trabalho assinada. O poder de compra da população, no que diz respeito a rendimento de trabalho, também tem aumentado”, disse.
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo
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