BB discrimina representação do Economus
O Banco do Brasil está dificultando a participação de suplentes nas reuniões que discutem o Economus – Instituto de Seguridade Social – que faz a gestão do fundo de previdência complementar e administra o plano de saúde dos funcionários da extinta Nossa Caixa.
A solicitação de participação como ouvinte foi protocolado pela a conselheira suplente do Conselho Deliberativo Adriana Pizarro, que também é diretora da FETEC-CUT/SP, no dia 17/6. O pedido foi endereçado ao Presidente do Conselho Deliberativo Sérgio Iunes Brito e ao Diretor Superintendente Carlos Célio de Andrade Santos. Porém nem a reunião ordinária do mês de junho, ocorrida em 29/6, nem a reunião de julho, em 27/7, trataram do assunto.
O curioso é que o Banco do Brasil permite que os suplentes dos conselhos da Previ e da Cassi não só participem das reuniões, como também incentiva essa participação, convidando-os.
O descaso do BB causa estranheza aos representantes dos bancários, uma vez que a solicitação de acompanhamento das reuniões está baseada num dos discursos mais propagados atualmente pelo mercado, o de se adotar a prática da boa governança. “Ao assumir essa postura, o BB mostra que a prática da boa governança está apenas no discurso”, critica Adriana Pizarro.
Conforme a dirigente da FETEC-CUT/SP, diante da arrogância do BB cabe alguns questionamentos para que a reflexão dos participantes seja feita com a máxima responsabilidade possível. Porque tratamento desigual aos suplentes dos conselhos do Economus? A quem não interessa incluir os representantes da CUT nos debates tão importantes que virão e definirão nosso futuro?”, questiona Adriana. “O momento carece de transparência e democracia e por motivos ocultos essas duas máximas estão sendo desrespeitada pelo Banco do Brasil. Manteremos nossa busca pelo debate e participação nas decisões e orientamos os participantes a ficarem atentos para que não sejam surpreendidos com decisões que prejudiquem os direitos conquistados, seja dos ativos ou dos aposentados”, afirma.
Fonte: FETEC-CUT/SP
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