14/07/2010
Brasil pode acabar com a miséria em 2016
Até 2016, o Brasil pode superar a miséria e diminuir a taxa nacional de pobreza absoluta, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O levantamento alerta também que, para atingir esse ideal, o país precisa equilibrar a desigualdade que existe entre os estados.
Segundo o estudo, apresentado na terça 13 no Rio de Janeiro e baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), entre 1995 e 2008 saíram da condição de pobreza absoluta 12,8 milhões de pessoas enquanto 13,1 milhões superaram a condição de pobreza extrema.
Pobreza absoluta é rendimento médio domiciliar per capita de até meio salário mínimo por mês. Já pobreza extrema é de até um quarto de salário mínimo mensal.
Desafio - O desafio, segundo o Ipea, é fazer com que os estados apresentem ritmos diferenciados de redução da miséria, justamente por apresentarem níveis diferentes de distribuição de renda e de riqueza. Entre 1995 e 2008, as taxas de pobreza extrema entre as unidades da federação foram bem desiguais. Em 1995, Maranhão (53,1%), Piauí (46,8%) e Ceará (43,7%) eram os estados com maior proporção de miseráveis em relação à população. Treze anos depois, Alagoas assumiu o topo do ranking, com a taxa de pobreza extrema de 32,3%. Na outra ponta da lista, Santa Catariana (2,8%), São Paulo (4,6%) e Paraná (5,7%) apresentaram os melhores resultados.
Em relação à pobreza absoluta, entre os estados que tiveram os melhores resultado nesse período estão Santa Catarina, que reduziu a taxa em 61% no período de 13 anos, Paraná (52,2%) e Goiás (47,3%). Já o Amapá (12%), o Distrito Federal (18,2%) e Alagoas (18,3%) tiveram as menores taxas de redução do universo de pessoas nessas condições.
Fonte: SEEB S Paulo, com informações da Agência Brasil
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