19/08/2025
BB lança protocolo de apoio a bancárias vítimas de violência doméstica
Em reunião realizada na segunda-feira (18), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) recebeu da direção do banco a apresentação do Protocolo de Atendimento para casos de Violência Doméstica e Familiar, que será lançado oficialmente nesta terça-feira (19). O protocolo inclui a Cartilha de Prevenção à Violência Doméstica e estabelece um canal específico na Gepes Atendimento, pelo telefone 4003-5291, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, com equipe capacitada para orientar bancárias sobre medidas externas e internas de proteção.
O canal oferece acolhimento e suporte para romper o ciclo de violência, além de medidas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como transferência de local de trabalho, alternância de horários e mudança do regime presencial para teletrabalho ou vice-versa. Também garante encaminhamento para acompanhamento psicológico e médico da Cassi, além de auxílio deslocamento para idas a delegacias ou serviços públicos especializados. A autonomia da mulher é sempre respeitada, permitindo que cada bancária escolha quais caminhos seguir.
Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB e secretária da Mulher da Contraf-CUT, “essa é uma conquista histórica. Desde 2018, cobramos ações efetivas do BB para proteger bancárias em situação de violência doméstica. Em 2020, o ACT [Acordo Coletivo de Trabalho] implantou medidas de apoio que hoje estão consolidadas no protocolo. Com esse canal, garantimos acolhimento especializado, integração com a Cassi e acompanhamento seguro. Esse é um avanço fundamental!”.
A cartilha informa sobre os diferentes tipos de violência – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – e detalha os passos após a denúncia, com os possíveis caminhos, como a concessão das medidas protetivas da Lei Maria da Penha, o eventual registro do boletim de ocorrência, acompanhamento pelo sistema de justiça, acesso à Defensoria Pública e aos serviços públicos especializados. Também orienta sobre canais externos de denúncia, como Delegacias da Mulher, Defensorias Públicas, Núcleo Judiciário da Mulher e emergência policial (190).
Fernanda Lopes reforça: “Cada passo dado nesse protocolo fortalece a proteção das bancárias e mostra que, com informação, suporte e medidas eficazes, podemos romper o ciclo de violência. É um compromisso da Contraf-CUT e do Banco do Brasil com a vida e a dignidade das mulheres”.
O canal oferece acolhimento e suporte para romper o ciclo de violência, além de medidas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como transferência de local de trabalho, alternância de horários e mudança do regime presencial para teletrabalho ou vice-versa. Também garante encaminhamento para acompanhamento psicológico e médico da Cassi, além de auxílio deslocamento para idas a delegacias ou serviços públicos especializados. A autonomia da mulher é sempre respeitada, permitindo que cada bancária escolha quais caminhos seguir.
Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB e secretária da Mulher da Contraf-CUT, “essa é uma conquista histórica. Desde 2018, cobramos ações efetivas do BB para proteger bancárias em situação de violência doméstica. Em 2020, o ACT [Acordo Coletivo de Trabalho] implantou medidas de apoio que hoje estão consolidadas no protocolo. Com esse canal, garantimos acolhimento especializado, integração com a Cassi e acompanhamento seguro. Esse é um avanço fundamental!”.
A cartilha informa sobre os diferentes tipos de violência – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – e detalha os passos após a denúncia, com os possíveis caminhos, como a concessão das medidas protetivas da Lei Maria da Penha, o eventual registro do boletim de ocorrência, acompanhamento pelo sistema de justiça, acesso à Defensoria Pública e aos serviços públicos especializados. Também orienta sobre canais externos de denúncia, como Delegacias da Mulher, Defensorias Públicas, Núcleo Judiciário da Mulher e emergência policial (190).
Fernanda Lopes reforça: “Cada passo dado nesse protocolo fortalece a proteção das bancárias e mostra que, com informação, suporte e medidas eficazes, podemos romper o ciclo de violência. É um compromisso da Contraf-CUT e do Banco do Brasil com a vida e a dignidade das mulheres”.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa: Movimento sindical destaca avanços do Acolhe e cobra ampliação das garantias às empregadas vítimas de violência
- PEC do fim da escala 6x1 é aprovada em 1º e 2ª turnos na Câmara dos Deputados
- Conselho de Usuários do Saúde Caixa lança boletim com balanço das primeiras ações e orientações aos beneficiários
- Caixa não responde sobre Saúde Caixa, Super Caixa e sobrecarga na rede; empregados relatam cenário de adoecimento
- Movimentos sindicais organizam-se para que Senado aprove PEC do fim da escala 6x1
- Funcef: Incorporação do REB ao Novo Plano aguarda análise final da Previc
- Cabesp: entidades alertam para riscos em proposta de reforma estatutária e orientam voto “não” em AGE
- Santander paga 1ª parcela do 13º salário na folha de maio
- Empregados da rede de agências da Caixa denunciam sobrecarga, pressão e adoecimento
- Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos
- Itaú: avaliação sem critérios claros no Evolui gera questionamentos, e Sindicato cobra mudanças
- NR-1 entra em vigor nesta terça-feira (26): conheça as novas regras sobre saúde mental no trabalho
- Salário insuficiente empurra famílias para o endividamento estrutural no Brasil
- Caixa segue sem responder propostas de proteção às mulheres vítimas de violência e é cobrada por respeito à negociação
- Mais de 700 dirigentes são esperados na 28ª Conferência Nacional da Categoria Bancária