05/01/2026
CUT emite Nota de Repúdio em defesa da soberania da Venezuela e da paz na América Latina
A Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil), maior organização sindical da América Latina, vem a público manifestar seu mais veemente repúdio aos graves episódios de agressão externa ocorridos neste dia 3 de janeiro de 2026 contra a República Bolivariana da Venezuela.
Tais acontecimentos não representam apenas um ataque a uma nação soberana, mas uma afronta direta à estabilidade democrática de toda a nossa região e aos princípios fundamentais do Direito Internacional. A tentativa de imposição de força e a violação da integridade territorial venezuelana são práticas imperialistas que não possuem lugar no século XXI.
Diante da gravidade dos fatos, a CUT reafirma:
1. Solidariedade de Classe: expressamos nosso total apoio à Classe Trabalhadora venezuelana, que é sempre a mais atingida por bloqueios, sanções e intervenções militares que desestabilizam a economia, destroem postos de trabalho e precarizam a vida.
2. Defesa da Autodeterminação: reiteramos que o destino da Venezuela deve ser decidido soberanamente por seu povo, sem ingerências externas, pressões militares ou coerções econômicas que ferem a Carta das Nações Unidas e a Carta da OEA.
3. Justiça Social e Soberania: Para a CUT, não existe defesa de direitos trabalhistas sem a defesa da soberania nacional. A Classe Trabalhadora brasileira se coloca em prontidão contra qualquer tentativa de transformar o continente em palco de conflitos geopolíticos que servem apenas aos interesses alheios ao bem-estar dos nossos povos.
4. Defesa dos Direitos Humanos: Exigimos a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, sequestrados em sua residência por militares norte-americanos.
Não aceitaremos que a força se sobreponha ao diálogo e que a soberania de um povo irmão seja atropelada. A luta por democracia, paz e justiça social é internacional e indivisível.
Pela paz na Venezuela! Pela soberania dos povos da América Latina!
São Paulo, 03 de janeiro de 2026.
Sergio Nobre
Presidente da CUT Brasil
Antonio Lisboa
Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil
Tais acontecimentos não representam apenas um ataque a uma nação soberana, mas uma afronta direta à estabilidade democrática de toda a nossa região e aos princípios fundamentais do Direito Internacional. A tentativa de imposição de força e a violação da integridade territorial venezuelana são práticas imperialistas que não possuem lugar no século XXI.
Diante da gravidade dos fatos, a CUT reafirma:
1. Solidariedade de Classe: expressamos nosso total apoio à Classe Trabalhadora venezuelana, que é sempre a mais atingida por bloqueios, sanções e intervenções militares que desestabilizam a economia, destroem postos de trabalho e precarizam a vida.
2. Defesa da Autodeterminação: reiteramos que o destino da Venezuela deve ser decidido soberanamente por seu povo, sem ingerências externas, pressões militares ou coerções econômicas que ferem a Carta das Nações Unidas e a Carta da OEA.
3. Justiça Social e Soberania: Para a CUT, não existe defesa de direitos trabalhistas sem a defesa da soberania nacional. A Classe Trabalhadora brasileira se coloca em prontidão contra qualquer tentativa de transformar o continente em palco de conflitos geopolíticos que servem apenas aos interesses alheios ao bem-estar dos nossos povos.
4. Defesa dos Direitos Humanos: Exigimos a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, sequestrados em sua residência por militares norte-americanos.
Não aceitaremos que a força se sobreponha ao diálogo e que a soberania de um povo irmão seja atropelada. A luta por democracia, paz e justiça social é internacional e indivisível.
Pela paz na Venezuela! Pela soberania dos povos da América Latina!
São Paulo, 03 de janeiro de 2026.
Sergio Nobre
Presidente da CUT Brasil
Antonio Lisboa
Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil
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