23/04/2025
Projeto Teia: Empregados cobram garantias e explicações sobre mudanças
A coordenação da representação das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal se reuniu com o banco, na terça-feira (22), para apresentar reclamações e angústias dos trabalhadores sobre as mudanças no programa Transformação, Engajamento, Inovação e Aprendizado (Teia), criado para conduzir a Caixa à transformação digital.
Na semana passada, pouco mais de um ano após ter lançado o Teia, o banco fez uma live com os empregados para apresentar as mudanças que podem prejudicar muitos dos empregados que hoje estão ao programa.
> Veja ao final deste texto alguns depoimentos de empregados
Garantias
“Na live, o banco disse que não haverá perda salarial para aqueles que voltarem para suas unidades de origem e nem ocorrerão retaliações. Mas queremos que a Caixa dê garantias formais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro. “Também queremos que haja negociações urgentes sobre o PFG (Programa de Funções Gratificadas)”, completou.
Para a conselheira eleita pelos empregados para representá-los no Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, não existem dúvidas da urgência da transformação digital. “E o Teia foi um passo importante dado pela direção do banco. Mas, pra que fazer uma comunicação atropelada sem nem ter fechado ainda como se darão as mudanças? Além disso, qualquer mudança que gere impacto para os trabalhadores deve ser dialogada em mesa permanente de negociação. Não é razoável que colegas que se dedicaram em iniciativas importantes tenham que optar pessoalmente em ter prejuízo na renda para dar continuidade ao projeto criado pelo banco”, ponderou.
Suspensão do processo e negociações
A representação dos trabalhadores exigiu que o banco suspenda o prazo de início da implementação das mudanças e abra negociações sobre este processo. “O banco não pode tomar a decisão sem negociar. As pessoas precisam entender o que está acontecendo e tempo para assimilar as mudanças”, concluiu Rafael.
Na semana passada, pouco mais de um ano após ter lançado o Teia, o banco fez uma live com os empregados para apresentar as mudanças que podem prejudicar muitos dos empregados que hoje estão ao programa.
> Veja ao final deste texto alguns depoimentos de empregados
Garantias
“Na live, o banco disse que não haverá perda salarial para aqueles que voltarem para suas unidades de origem e nem ocorrerão retaliações. Mas queremos que a Caixa dê garantias formais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro. “Também queremos que haja negociações urgentes sobre o PFG (Programa de Funções Gratificadas)”, completou.
Para a conselheira eleita pelos empregados para representá-los no Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, não existem dúvidas da urgência da transformação digital. “E o Teia foi um passo importante dado pela direção do banco. Mas, pra que fazer uma comunicação atropelada sem nem ter fechado ainda como se darão as mudanças? Além disso, qualquer mudança que gere impacto para os trabalhadores deve ser dialogada em mesa permanente de negociação. Não é razoável que colegas que se dedicaram em iniciativas importantes tenham que optar pessoalmente em ter prejuízo na renda para dar continuidade ao projeto criado pelo banco”, ponderou.
Suspensão do processo e negociações
A representação dos trabalhadores exigiu que o banco suspenda o prazo de início da implementação das mudanças e abra negociações sobre este processo. “O banco não pode tomar a decisão sem negociar. As pessoas precisam entender o que está acontecendo e tempo para assimilar as mudanças”, concluiu Rafael.
"Solicitamos que a Caixa agende, com a devida urgência, uma reunião para que possamos tratar do tema. Colocamo-nos integralmente à disposição e reiteramos nossa expectativa de que a direção do banco veja o diálogo como um caminho necessário e responsável. Afinal, o que está em pauta é o futuro da empresa e de todos os seus trabalhadores", reforçou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Depoimentos recebidos pelos sindicatos
“Estou cursando TI e coincidiu de surgir a TEIA. Já vinha buscando alternativa porque o ambiente de agência não estava me fazendo bem. Surgiu a Teia. Estava aqui apaixonado e empenhado no trabalho”.
“Os líderes, inclusive ficaram ***** porque não foram consultados na construção do PFG. E ainda ficaram com a parte ruim de passar para a equipe. Tudo parado! E clima de decepção até mesmo de quem permanecerá numa função semelhante. Porque esperava ser valorizado e não enxerga desenvolvimento profissional nesta mudança. Além disso, muitos largaram carreira em suas unidades para esse assumir esse papel”.
“A transformação digital é muito séria, é o futuro da empresa. É questão de sobrevivência. Não dá para, em 2025, não entender que é investimento?”
Entre em contato com o Sindicato pelos canais abaixo e mande também o seu relato sobre as mudanças no Teia:
Ou, se preferir, envie diretamente para imprensa@contrafcut.org.br.
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