26/12/2025
Novo salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026
Pelas regras, o valor do salário mínimo deve ser atualizado anualmente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado em 12 meses até novembro, mais o crescimento da economia brasileira de dois anos antes, ou seja, do ano de 2024, sujeito ao limite máximo de 2,5% ao ano, por conta do teto de gastos.
Os dois componentes, juntos, garantem um aumento real do piso, diferente da política dos governos anteriores para o salário mínimo, de Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando o reajuste era feito somente pela inflação.
"Esse modelo teve efeitos adversos sobre o poder de compra em contexto de inflação relativamente elevada", disse o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), em nota técnica sobre o novo mínimo.
"Enquanto os preços avançavam continuamente, a recomposição salarial ocorria apenas uma vez, no reajuste anual, fazendo com que o salário mínimo real se deteriorasse". O órgão acrescentou que, somente a reposição da inflação, entre 2020 e 2022, não foi suficiente para diluir o impacto dos preços dos alimentos, que subiram acima da média, pesando de forma desproporcional no rendimento das famílias pobres.
O salário mínimo é a menor remuneração que um trabalhador formalizado pode receber no país e deve ser suficiente para atender a necessidades vitais básicas próprias e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte, de acordo com a Constituição Federal.
Com essa intenção, de acordo com o Dieese, a mínimo mensal de uma família de quatro pessoas no Brasil deveria ser de R$ 7.067,18, em novembro de 2025, o equivalente a 4,3 vezes o novo piso do mínimo nacional em janeiro de 2026.
De acordo com o departamento, cerca de 62 milhões de brasileiros recebem o mínimo. Com o reajuste para R$ 1,621, o incremento na economia será de R$ 81,7 bilhões.
"Para a classe trabalhadora, a política de valorização do salário mínimo, recuperada no governo Lula, é fundamental. Cada reajuste representa comida na mesa, acesso à saúde, à educação, ao transporte. Cada centavo a mais movimenta a economia local, fortalece o comércio do bairro, gira a roda da economia real. Nós sabemos que a valorização do salário mínimo não é apenas uma questão econômica — é uma questão de justiça social. Não há desenvolvimento sustentável sem justiça social, e não há justiça social sem respeito e valorização da classe trabalhadora", destaca Júlio César Trigo, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
Os dois componentes, juntos, garantem um aumento real do piso, diferente da política dos governos anteriores para o salário mínimo, de Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando o reajuste era feito somente pela inflação.
"Esse modelo teve efeitos adversos sobre o poder de compra em contexto de inflação relativamente elevada", disse o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), em nota técnica sobre o novo mínimo.
"Enquanto os preços avançavam continuamente, a recomposição salarial ocorria apenas uma vez, no reajuste anual, fazendo com que o salário mínimo real se deteriorasse". O órgão acrescentou que, somente a reposição da inflação, entre 2020 e 2022, não foi suficiente para diluir o impacto dos preços dos alimentos, que subiram acima da média, pesando de forma desproporcional no rendimento das famílias pobres.
O salário mínimo é a menor remuneração que um trabalhador formalizado pode receber no país e deve ser suficiente para atender a necessidades vitais básicas próprias e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte, de acordo com a Constituição Federal.
Com essa intenção, de acordo com o Dieese, a mínimo mensal de uma família de quatro pessoas no Brasil deveria ser de R$ 7.067,18, em novembro de 2025, o equivalente a 4,3 vezes o novo piso do mínimo nacional em janeiro de 2026.
De acordo com o departamento, cerca de 62 milhões de brasileiros recebem o mínimo. Com o reajuste para R$ 1,621, o incremento na economia será de R$ 81,7 bilhões.
"Para a classe trabalhadora, a política de valorização do salário mínimo, recuperada no governo Lula, é fundamental. Cada reajuste representa comida na mesa, acesso à saúde, à educação, ao transporte. Cada centavo a mais movimenta a economia local, fortalece o comércio do bairro, gira a roda da economia real. Nós sabemos que a valorização do salário mínimo não é apenas uma questão econômica — é uma questão de justiça social. Não há desenvolvimento sustentável sem justiça social, e não há justiça social sem respeito e valorização da classe trabalhadora", destaca Júlio César Trigo, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
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