11/04/2025
Movimento sindical participa da Jornada "O Público é de Todos" em defesa dos bancos públicos e fundos de pensão
Dirigentes da Contraf-CUT participaram, na quarta-feira (9) e quinta-feira (10), da jornada "O Público é de Todos", organizada pela UNI Américas em Lima, no Peru. O evento reúne representantes de diversos países das américas, incluindo Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Paraguai, Chile e El Salvador, todos unidos em defesa dos bancos públicos e dos fundos de pensão.
A delegação brasileira é formada por Antonio Ribeiro Pinto Netto, Carlos Eduardo Bezerra Marques, Deonisio Schmidt, Eliana Brasil Campos, Francisco Carlos Pugliesi, Jeferson Gustavo Pinheiro Meira, Lara Lucia Fonseca de Mattos Peres, Nilton Damião Esperança, Rita Berlofa, Rogério Tavares de Almeida, Selim Antonio de Salles e Gustavo Machado Cavarzan.
A jornada tem como objetivo fortalecer a aliança entre os países participantes na luta contra os ataques aos bancos públicos e fundos de pensão. Para Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, o fórum é uma oportunidade valiosa de troca de experiências, discussão de estratégias de resistência e solidariedade. "A maior defesa que podemos ter de um banco público é termos governos progressistas. Se não for assim, não há resistência que segure uma privatização imposta por governos liberais", afirmou Berlofa.
Ela também enfatizou a relevância do modelo de previdência no Brasil, representado pelo INSS, que serve como um exemplo positivo em relação à maioria dos sistemas previdenciários no âmbito da UNI Américas, como o caso do Chile, que enfrenta sérias dificuldades com o sistema das AFPs. "O modelo de previdência do Brasil, baseado na repartição, é fundamental para a população e um dos maiores exemplos na região", completou Rita.
A luta pela defesa dos fundos de pensão
Antonio Netto, dirigente sindical do Banco do Brasil, também participou do evento e destacou a importância da troca de experiências entre os países. Em sua intervenção, Netto falou sobre a luta em defesa do regime geral de previdência e das entidades fechadas de previdência complementar. "É importante destacarmos a nossa luta contra a retirada de patrocínio no Santander e a recente vitória da chapa dos trabalhadores na Fundação Itaú-Unibanco, que são exemplos da nossa força. Também estamos enfrentando os ataques à Previ e à gestão dos trabalhadores, que têm sido criminalizadas", afirmou Netto.
A defesa dos bancos públicos
Jeferson Meira, o "Jefão", secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, falou sobre os desafios enfrentados pelos bancos públicos ao longo da história. Durante sua fala, ele abordou o impacto negativo de governos privatistas na imagem dos bancos públicos e de seus funcionários. "Os bancos públicos são entidades de fomento econômico e social, fundamentais para o desenvolvimento de nossos países. Apesar das dificuldades e ataques políticos, conseguimos, através da luta organizada, preservar os direitos dos trabalhadores e a importância desses bancos", ressaltou Jefão.
Impactos da inteligência artificial no setor bancário
Jefão alertou sobre as consequências do uso crescente da inteligência artificial (IA) no setor bancário. Durante sua fala, ele destacou os impactos dessa tecnologia na saúde mental e laboral dos trabalhadores bancários, ressaltando os desafios que a automação impõe ao trabalho humano. "Alertamos sobre as consequências do uso da IA no setor bancário e os impactos na saúde mental e laboral dos trabalhadores. Embora a tecnologia traga benefícios, ela também pode aumentar a pressão e a sobrecarga de trabalho, prejudicando o bem-estar dos funcionários", afirmou Jefão.
Outro ponto central da jornada foi a discussão sobre o sucesso do modelo de negociações coletivas no Brasil, conduzido pela Contraf-CUT. O modelo tem se mostrado eficaz na defesa dos direitos dos trabalhadores, com destaque para as vitórias nas negociações, que preservam conquistas importantes, como salários e condições de trabalho, mesmo em cenários adversos. A união dos trabalhadores brasileiros foi apresentada como um exemplo positivo para outros países da região, mostrando a importância da organização sindical na luta por melhores condições laborais.
A delegação brasileira é formada por Antonio Ribeiro Pinto Netto, Carlos Eduardo Bezerra Marques, Deonisio Schmidt, Eliana Brasil Campos, Francisco Carlos Pugliesi, Jeferson Gustavo Pinheiro Meira, Lara Lucia Fonseca de Mattos Peres, Nilton Damião Esperança, Rita Berlofa, Rogério Tavares de Almeida, Selim Antonio de Salles e Gustavo Machado Cavarzan.
A jornada tem como objetivo fortalecer a aliança entre os países participantes na luta contra os ataques aos bancos públicos e fundos de pensão. Para Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, o fórum é uma oportunidade valiosa de troca de experiências, discussão de estratégias de resistência e solidariedade. "A maior defesa que podemos ter de um banco público é termos governos progressistas. Se não for assim, não há resistência que segure uma privatização imposta por governos liberais", afirmou Berlofa.
Ela também enfatizou a relevância do modelo de previdência no Brasil, representado pelo INSS, que serve como um exemplo positivo em relação à maioria dos sistemas previdenciários no âmbito da UNI Américas, como o caso do Chile, que enfrenta sérias dificuldades com o sistema das AFPs. "O modelo de previdência do Brasil, baseado na repartição, é fundamental para a população e um dos maiores exemplos na região", completou Rita.
A luta pela defesa dos fundos de pensão
Antonio Netto, dirigente sindical do Banco do Brasil, também participou do evento e destacou a importância da troca de experiências entre os países. Em sua intervenção, Netto falou sobre a luta em defesa do regime geral de previdência e das entidades fechadas de previdência complementar. "É importante destacarmos a nossa luta contra a retirada de patrocínio no Santander e a recente vitória da chapa dos trabalhadores na Fundação Itaú-Unibanco, que são exemplos da nossa força. Também estamos enfrentando os ataques à Previ e à gestão dos trabalhadores, que têm sido criminalizadas", afirmou Netto.
A defesa dos bancos públicos
Jeferson Meira, o "Jefão", secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, falou sobre os desafios enfrentados pelos bancos públicos ao longo da história. Durante sua fala, ele abordou o impacto negativo de governos privatistas na imagem dos bancos públicos e de seus funcionários. "Os bancos públicos são entidades de fomento econômico e social, fundamentais para o desenvolvimento de nossos países. Apesar das dificuldades e ataques políticos, conseguimos, através da luta organizada, preservar os direitos dos trabalhadores e a importância desses bancos", ressaltou Jefão.
Impactos da inteligência artificial no setor bancário
Jefão alertou sobre as consequências do uso crescente da inteligência artificial (IA) no setor bancário. Durante sua fala, ele destacou os impactos dessa tecnologia na saúde mental e laboral dos trabalhadores bancários, ressaltando os desafios que a automação impõe ao trabalho humano. "Alertamos sobre as consequências do uso da IA no setor bancário e os impactos na saúde mental e laboral dos trabalhadores. Embora a tecnologia traga benefícios, ela também pode aumentar a pressão e a sobrecarga de trabalho, prejudicando o bem-estar dos funcionários", afirmou Jefão.
Outro ponto central da jornada foi a discussão sobre o sucesso do modelo de negociações coletivas no Brasil, conduzido pela Contraf-CUT. O modelo tem se mostrado eficaz na defesa dos direitos dos trabalhadores, com destaque para as vitórias nas negociações, que preservam conquistas importantes, como salários e condições de trabalho, mesmo em cenários adversos. A união dos trabalhadores brasileiros foi apresentada como um exemplo positivo para outros países da região, mostrando a importância da organização sindical na luta por melhores condições laborais.
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