10/12/2025
10 de dezembro: Dia de defender os direitos humanos e a democracia
No dia 10 de dezembro, o mundo comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos, uma data que vai muito além da celebração simbólica. Ela reafirma princípios universais como liberdade, dignidade, igualdade e segurança, que sustentam não só a convivência humana, mas também a construção de sociedades justas, democráticas e comprometidas com o bem-estar coletivo.
Desde 1948, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi proclamada pela ONU, seu conjunto de 30 artigos tornou-se referência civilizatória para garantir educação, saúde, moradia, alimentação, cultura, informação, diversidade, proteção social e ausência de discriminação. Um marco global que nasceu da devastação do pós-guerra e representou um pacto: nunca mais permitir que seres humanos vivam sem direitos, sem voz e sem futuro.
Democracia: sem ela, não há direitos humanos
A própria Declaração reconhece que os direitos só florescem em ambientes democráticos, com eleições livres, participação popular e instituições responsáveis. É uma lembrança fundamental para o Brasil nos tempos atuais, em contexto de recente tentativa autoritária de ruptura democrática com a intenção fracassada de Golpe de Estado por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Às vésperas de um novo ciclo eleitoral em 2026, o Dia Internacional dos Direitos Humanos nos convoca a reforçar a vigilância cidadã. A democracia não é apenas um sistema político, é o único terreno fértil onde os direitos civis, sociais, ambientais e trabalhistas conseguem existir de fato. Quando a democracia é atacada, todos os direitos estremecem, especialmente os da classe trabalhadora.
Para a categoria bancária, falar em direitos humanos é falar da vida concreta no local de trabalho: condições dignas, saúde física e mental, segurança contra assédio moral, violência e metas abusivas, igualdade de oportunidades, remuneração justa, proteção contra a precarização e as ameaças de desregulamentação.
“Não por acaso, muitos desses valores estão inscritos na própria Declaração Universal. A luta sindical, portanto, não se desconecta do debate global. Ela é parte da defesa permanente dos direitos humanos. Cada acordo coletivo preservado, cada mesa de negociação, cada conquista de saúde e segurança representa a materialização desses princípios no cotidiano da categoria”, destaca o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Em tempos de transformações no setor financeiro, avanço tecnológico e pressões por produtividade, afirmar direitos humanos significa garantir que nenhuma inovação sirva para retirar dignidade, aumentar desigualdades ou silenciar trabalhadores.
“O Dia Internacional dos Direitos Humanos é, assim, uma oportunidade de celebrar avanços, denunciar retrocessos e reafirmar compromissos. Para o Sindicato, é também momento de lembrar que a defesa dos direitos humanos passa, necessariamente, pela defesa incondicional da democracia e pela participação ativa nas eleições, espaço onde a sociedade decide que país quer construir. Só assim garantimos que nenhum direito retroceda e que cada cidadão, cada trabalhador e trabalhadora, tenha dignidade, segurança e voz”, reforça Vicentim.
Desde 1948, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi proclamada pela ONU, seu conjunto de 30 artigos tornou-se referência civilizatória para garantir educação, saúde, moradia, alimentação, cultura, informação, diversidade, proteção social e ausência de discriminação. Um marco global que nasceu da devastação do pós-guerra e representou um pacto: nunca mais permitir que seres humanos vivam sem direitos, sem voz e sem futuro.
Democracia: sem ela, não há direitos humanos
A própria Declaração reconhece que os direitos só florescem em ambientes democráticos, com eleições livres, participação popular e instituições responsáveis. É uma lembrança fundamental para o Brasil nos tempos atuais, em contexto de recente tentativa autoritária de ruptura democrática com a intenção fracassada de Golpe de Estado por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Às vésperas de um novo ciclo eleitoral em 2026, o Dia Internacional dos Direitos Humanos nos convoca a reforçar a vigilância cidadã. A democracia não é apenas um sistema político, é o único terreno fértil onde os direitos civis, sociais, ambientais e trabalhistas conseguem existir de fato. Quando a democracia é atacada, todos os direitos estremecem, especialmente os da classe trabalhadora.
Para a categoria bancária, falar em direitos humanos é falar da vida concreta no local de trabalho: condições dignas, saúde física e mental, segurança contra assédio moral, violência e metas abusivas, igualdade de oportunidades, remuneração justa, proteção contra a precarização e as ameaças de desregulamentação.
“Não por acaso, muitos desses valores estão inscritos na própria Declaração Universal. A luta sindical, portanto, não se desconecta do debate global. Ela é parte da defesa permanente dos direitos humanos. Cada acordo coletivo preservado, cada mesa de negociação, cada conquista de saúde e segurança representa a materialização desses princípios no cotidiano da categoria”, destaca o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Em tempos de transformações no setor financeiro, avanço tecnológico e pressões por produtividade, afirmar direitos humanos significa garantir que nenhuma inovação sirva para retirar dignidade, aumentar desigualdades ou silenciar trabalhadores.
“O Dia Internacional dos Direitos Humanos é, assim, uma oportunidade de celebrar avanços, denunciar retrocessos e reafirmar compromissos. Para o Sindicato, é também momento de lembrar que a defesa dos direitos humanos passa, necessariamente, pela defesa incondicional da democracia e pela participação ativa nas eleições, espaço onde a sociedade decide que país quer construir. Só assim garantimos que nenhum direito retroceda e que cada cidadão, cada trabalhador e trabalhadora, tenha dignidade, segurança e voz”, reforça Vicentim.
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