09/12/2025
Centrais sindicais vão as ruas para exigir queda nos juros do Banco Central
Nesta terça-feira (9), data em que se dará o último encontro do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, centrais sindicais realizarão um ato em frente à sede da entidade da Av. Paulista, nº 1804, na capital de São Paulo. Participe também pelas redes sociais usando as hashtags: #MenosJuros, #JurosBaixosJá e #NatalSemJuros
O protesto é pela redução da taxa básica de juros (Selic), hoje em 15% - o maior nível que o índice já alcançou em quase 20 anos.
Cada 1% de aumento na Selic eleva os gastos públicos em mais de R$ 50 bilhões. Os juros altos, determinados pelo BC, também impactam diretamente e de forma negativa no consumo, emprego e desenvolvimento do país.
Além de ineficiente para controlar a inflação, a Selic elevadíssima serve apenas aos interesses da especulação dos títulos da dívida pública.
Entenda
O Copom se reúne a cada 45 dias por dois dias consecutivos para, com base na avaliação do cenário econômico e na inflação, redefinir a Selic. Nos três últimos encontros, realizados em julho, setembro e novembro, a entidade decidiu manter o índice em 15% ao ano. O Comitê também deu indícios, em comunicados anteriores, que deve manter a taxa básica de juros em 15% na reunião que acontece nesta semana.
O principal argumento defendido pela entidade monetária para manter a Selic elevada é o controle da inflação. Entretanto, o uso da taxa básica de juros para controlar a inflação é bastante questionado, considerando que os registros dos últimos anos apontam que o aumento de preços de bens e serviços seguem sob controle. Ainda assim, os movimentos inflacionários identificados no Brasil, pelo aumento de alimentos e energia, estão mais relacionados a questões sazonais, como problemas ambientais ou geopolíticos, sobre às quais a elevação dos juros tem pouca influência.
O protesto é pela redução da taxa básica de juros (Selic), hoje em 15% - o maior nível que o índice já alcançou em quase 20 anos.
Cada 1% de aumento na Selic eleva os gastos públicos em mais de R$ 50 bilhões. Os juros altos, determinados pelo BC, também impactam diretamente e de forma negativa no consumo, emprego e desenvolvimento do país.
Além de ineficiente para controlar a inflação, a Selic elevadíssima serve apenas aos interesses da especulação dos títulos da dívida pública.
Entenda
O Copom se reúne a cada 45 dias por dois dias consecutivos para, com base na avaliação do cenário econômico e na inflação, redefinir a Selic. Nos três últimos encontros, realizados em julho, setembro e novembro, a entidade decidiu manter o índice em 15% ao ano. O Comitê também deu indícios, em comunicados anteriores, que deve manter a taxa básica de juros em 15% na reunião que acontece nesta semana.
O principal argumento defendido pela entidade monetária para manter a Selic elevada é o controle da inflação. Entretanto, o uso da taxa básica de juros para controlar a inflação é bastante questionado, considerando que os registros dos últimos anos apontam que o aumento de preços de bens e serviços seguem sob controle. Ainda assim, os movimentos inflacionários identificados no Brasil, pelo aumento de alimentos e energia, estão mais relacionados a questões sazonais, como problemas ambientais ou geopolíticos, sobre às quais a elevação dos juros tem pouca influência.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Avanço: Banco do Brasil passa a aceitar todas as formas de recebimento do Prevmais na Cassi
- Reta final das eleições da Cassi opõe projetos e reforça importância do voto consciente
- Dirigentes sindicais debatem estratégias para enfrentar o feminicídio na sociedade e na categoria
- Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial: Combate ao racismo segue urgente no sistema financeiro
- Crédito do Trabalhador supera R$ 117 bilhões em um ano e amplia acesso, mas juros elevados ainda preocupam
- Sandro Brito será o novo representante dos empregados no CA da Caixa
- Comitê Evolui: Exclusão do consultor de RH coloca em cheque critérios de avaliação no Itaú
- Copom reduz Selic em 0,25 ponto, mas mantém juros elevados e críticas à política monetária
- Sindicato vai à luta contra metas abusivas e escancara realidade dos trabalhadores do Mercantil
- Cultura Red Pill: o discurso de ódio às mulheres que se concretiza em violências físicas, psicológicas e letais
- Sindicato debate campanha nacional e fortalece estratégias de luta com análise de conjuntura e mobilização da diretoria
- Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Apcef/SP e Sindicato cobram negociação dos critérios em mesa
- Dia Nacional de Luta no Bradesco: Sindicato vai às ruas contra demissões e abandono da população
- 2º turno da eleição para o CA da Caixa começa nesta quarta-feira (18). Vote Fabiana Uehara - 0001!
- Itaú lucra bilhões, corta empregos e precariza atendimento: Sindicato vai às ruas e cobra responsabilidade social