20/02/2025
Aposentados do Itaú intensificam mobilização para cobrar solução sobre plano de saúde
A luta dos aposentados do Itaú pelo direito a um plano de saúde acessível continua em vários estados do Brasil. Com a extinção do período de manutenção da contribuição do banco, garantido pela Convenção Coletiva de Trabalho, os aposentados passaram a enfrentar grandes dificuldades financeiras devido à migração obrigatória do plano familiar para um individual, sem qualquer subsídio da instituição.
O valor do plano individual chega a R$ 1.929 por pessoa, podendo resultar em um custo de quase R$ 4 mil para um casal. Esse impacto financeiro tem sido insustentável para muitos aposentados, levando a uma mobilização crescente para pressionar o banco por soluções mais justas.
Na manhã da última quarta-feira (19), aposentados e representantes sindicais realizaram uma atividade em frente ao prédio que concentra uma das principais agências do banco e um escritório da Itausa, holding que controla o Itaú, na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante o ato, houve diálogo com a população e com os funcionários do prédio, buscando conscientizar sobre a situação dos aposentados e a necessidade de uma proposta viável para o plano de saúde. A data foi escolhida estrategicamente, pois no mesmo dia acontecia uma audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT) do Rio de Janeiro sobre o tema.
Entre as principais reivindicações dos aposentados, estão a criação de uma faixa de plano específica para aposentados e a suspensão dos reajustes das mensalidades enquanto as negociações estiverem em andamento. No entanto, o banco se recusou a suspender o reajuste, alegando que ele já foi aplicado em outras operadoras. Os aposentados, por sua vez, rejeitaram essa justificativa, destacando que o Itaú teve tempo suficiente para tratar do tema internamente. Desde outubro, o assunto está sendo discutido em um processo mediado pelo MPT.
No dia 3 de dezembro, ocorreu uma negociação envolvendo aposentados, representantes dos trabalhadores, do MPT e do Itaú, mas até o momento não houve avanço significativo. Diante da falta de solução, foi solicitado em São Paulo, no dia 18 de fevereiro, uma nova audiência de mediação para o dia 10 de março.
“A mobilização dos aposentados segue firme, com a expectativa de que o banco apresente uma proposta concreta que garanta condições dignas de atendimento médico para aqueles que dedicaram anos de serviço à instituição”, afirmou Jair Alves, diretor da Contraf-CUT.
O valor do plano individual chega a R$ 1.929 por pessoa, podendo resultar em um custo de quase R$ 4 mil para um casal. Esse impacto financeiro tem sido insustentável para muitos aposentados, levando a uma mobilização crescente para pressionar o banco por soluções mais justas.
Na manhã da última quarta-feira (19), aposentados e representantes sindicais realizaram uma atividade em frente ao prédio que concentra uma das principais agências do banco e um escritório da Itausa, holding que controla o Itaú, na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante o ato, houve diálogo com a população e com os funcionários do prédio, buscando conscientizar sobre a situação dos aposentados e a necessidade de uma proposta viável para o plano de saúde. A data foi escolhida estrategicamente, pois no mesmo dia acontecia uma audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT) do Rio de Janeiro sobre o tema.
Entre as principais reivindicações dos aposentados, estão a criação de uma faixa de plano específica para aposentados e a suspensão dos reajustes das mensalidades enquanto as negociações estiverem em andamento. No entanto, o banco se recusou a suspender o reajuste, alegando que ele já foi aplicado em outras operadoras. Os aposentados, por sua vez, rejeitaram essa justificativa, destacando que o Itaú teve tempo suficiente para tratar do tema internamente. Desde outubro, o assunto está sendo discutido em um processo mediado pelo MPT.
No dia 3 de dezembro, ocorreu uma negociação envolvendo aposentados, representantes dos trabalhadores, do MPT e do Itaú, mas até o momento não houve avanço significativo. Diante da falta de solução, foi solicitado em São Paulo, no dia 18 de fevereiro, uma nova audiência de mediação para o dia 10 de março.
“A mobilização dos aposentados segue firme, com a expectativa de que o banco apresente uma proposta concreta que garanta condições dignas de atendimento médico para aqueles que dedicaram anos de serviço à instituição”, afirmou Jair Alves, diretor da Contraf-CUT.
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