02/12/2024
CUT funda Coletivo em Defesa das Estatais, Empresas Públicas e seus Trabalhadores
O desenvolvimento do Brasil e a garantia de direitos dependem das empresas públicas e estatais. Consequentemente, trabalhadoras e trabalhadores dessas organizações estão na linha de frente de um projeto de país que passou por drásticas mudanças na última década. Para debater as necessidades do segmento, a CUT reuniu em Brasília, na última terça e quarta-feira, 26 e 27 de novembro, representantes de diversas regiões do país.
“Foram dois dias de debate muito rico, que culminou no nascimento do Fórum dos Trabalhadores das Estatais e Empresas Públicas. O encontro resultou no manifesto que foi entregue aos representantes do governo. A CUT é uma central muito combativa, mas também é propositiva, e agora não é diferente”, afirmou o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre.
A diretora executiva e coordenadora do GT de Defesa dos Bancos Públicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Eliana Brasil, que é empregada e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, participou do evento.
“Com foco na valorização das trabalhadoras e trabalhadores, pudemos discutir a importância das empresas públicas para o desenvolvimento de nosso país, apoiando políticas públicas do atual governo visando promover a justiça social. Defender este patrimônio do povo é defender um país soberano e com menos desigualdade”, destacou.
O manifesto, que foi entregue ao secretário de Relações de Trabalho do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), Jose Lopez Feijó, aborda a situação dos servidores públicos das estatais, a CGPAR 52, negociações coletivas, greves, prejuízos das categorias nos últimos anos, entre outros pontos. As entidades cobram valorização dos trabalhadores e garantias contra a privatização, bem como políticas para o fortalecimento dessas instituições.
> Leia a íntegra do documento
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e empregado da Caixa Econômica Federal, Antônio Júlio Gonçalves Neto, reforçou, ainda, a importância das entidades sindicais da categoria bancária na defesa dos bancos públicos, das demais empresas públicas e da classe trabalhadora.
“Nossa organização é nacional, atuante em todas as regiões do país. Por isso, temos a obrigação de defender não somente os bancários e as bancárias da Caixa, Banco do Brasil e demais bancos públicos, mas também temos obrigação de defender esses bancos como ferramenta de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, além das demais empresas públicas, fundamentais para a promoção de direitos constitucionais, como saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social", concluiu o diretor.
“Foram dois dias de debate muito rico, que culminou no nascimento do Fórum dos Trabalhadores das Estatais e Empresas Públicas. O encontro resultou no manifesto que foi entregue aos representantes do governo. A CUT é uma central muito combativa, mas também é propositiva, e agora não é diferente”, afirmou o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre.
A diretora executiva e coordenadora do GT de Defesa dos Bancos Públicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Eliana Brasil, que é empregada e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, participou do evento.
“Com foco na valorização das trabalhadoras e trabalhadores, pudemos discutir a importância das empresas públicas para o desenvolvimento de nosso país, apoiando políticas públicas do atual governo visando promover a justiça social. Defender este patrimônio do povo é defender um país soberano e com menos desigualdade”, destacou.
O manifesto, que foi entregue ao secretário de Relações de Trabalho do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), Jose Lopez Feijó, aborda a situação dos servidores públicos das estatais, a CGPAR 52, negociações coletivas, greves, prejuízos das categorias nos últimos anos, entre outros pontos. As entidades cobram valorização dos trabalhadores e garantias contra a privatização, bem como políticas para o fortalecimento dessas instituições.
> Leia a íntegra do documento
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e empregado da Caixa Econômica Federal, Antônio Júlio Gonçalves Neto, reforçou, ainda, a importância das entidades sindicais da categoria bancária na defesa dos bancos públicos, das demais empresas públicas e da classe trabalhadora.
“Nossa organização é nacional, atuante em todas as regiões do país. Por isso, temos a obrigação de defender não somente os bancários e as bancárias da Caixa, Banco do Brasil e demais bancos públicos, mas também temos obrigação de defender esses bancos como ferramenta de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, além das demais empresas públicas, fundamentais para a promoção de direitos constitucionais, como saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social", concluiu o diretor.
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