24/10/2024
Contraf-CUT e Sindicato cobram da Caixa informações sobre tesoureiros, avaliadores de penhor e caixas
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, encaminhou nesta quinta-feira (24) um ofício à direção do banco para cobrar informações sobre caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor.
A entidade reforça que em reunião com a CEE, ocorrida no dia 10 de outubro, o banco havia se comprometido a passar os dados até o dia 17 de outubro, para que a representação das empregadas e empregados pudesse ter dados necessários às negociações.
"No comunicado que enviamos hoje, cobramos que as informações sejam entregues o mais breve possível, para que tenhamos tempo hábil para conhecer os dados até a próxima mesa de negociação, prevista para a terça-feira (29)", reforça a coordenadora da CEE/Caixa e diretora executiva da Contraf-CUT, Eliana Brasil.
Entre as informações recobradas à Caixa estão:
- Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo;
- Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo de forma ininterrupta e quais funções realizam de forma efetiva;
- O passivo trabalhista nesse segmento, referente ao intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho, quebra de caixa, 7ª e 8ª horas extras e substituição de função; e
- Quantidade de caixas e tesoureiros afastados por saúde.
"Com essas informações poderemos dialogar com os empregados, saber o que eles pensam e querem para, então, encaminharmos os relatos à Caixa. Para que as negociações avancem é preciso que os prazos sejam respeitados, que as demandas apresentadas pelos representantes dos empregados no GT sejam atendidas e que o banco se debruce na solução do que é prioridade para os trabalhadores", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
> Clique aqui para acessar o ofício na íntegra.
A entidade reforça que em reunião com a CEE, ocorrida no dia 10 de outubro, o banco havia se comprometido a passar os dados até o dia 17 de outubro, para que a representação das empregadas e empregados pudesse ter dados necessários às negociações.
"No comunicado que enviamos hoje, cobramos que as informações sejam entregues o mais breve possível, para que tenhamos tempo hábil para conhecer os dados até a próxima mesa de negociação, prevista para a terça-feira (29)", reforça a coordenadora da CEE/Caixa e diretora executiva da Contraf-CUT, Eliana Brasil.
Entre as informações recobradas à Caixa estão:
- Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo;
- Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo de forma ininterrupta e quais funções realizam de forma efetiva;
- O passivo trabalhista nesse segmento, referente ao intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho, quebra de caixa, 7ª e 8ª horas extras e substituição de função; e
- Quantidade de caixas e tesoureiros afastados por saúde.
"Com essas informações poderemos dialogar com os empregados, saber o que eles pensam e querem para, então, encaminharmos os relatos à Caixa. Para que as negociações avancem é preciso que os prazos sejam respeitados, que as demandas apresentadas pelos representantes dos empregados no GT sejam atendidas e que o banco se debruce na solução do que é prioridade para os trabalhadores", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
> Clique aqui para acessar o ofício na íntegra.
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