27/08/2024
A Caixa pública é ferramenta para o desenvolvimento econômico e social do país, afirma Fabiana Uehara
No dia 24 de agosto, a Folha de S. Paulo, por meio de editorial, manifestou apoio à privatização da Caixa Econômica Federal e de outras estatais com papel estratégico para o país, como a Petrobras e o Banco do Brasil. Contudo, a defesa da empresa de comunicação ignora o papel social crucial desempenhado pelas estatais em nosso país.
A privatização da Caixa levanta questões significativas sobre a continuidade de sua atuação em áreas sociais essenciais. Perguntamos: se o banco fosse privatizado, ainda veríamos o mesmo comprometimento com o FGTS, o Bolsa Família, o Auxílio Emergencial, o financiamento de imóveis, oq apoio à educação, segurança pública, seguridade e ao esporte?
A Caixa Econômica Federal, ao longo dos anos, demonstrou em inúmeras ocasiões a importância de o Estado brasileiro possuir instrumentos para execução de políticas públicas e, como tal, desempenha um papel vital no suporte aos brasileiros mais vulneráveis, administrando o FGTS, realizando pagamentos do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial, entre outros serviços que lhe são delegados. Ao contrário dos bancos privados, que priorizam o lucro imediato, a Caixa está comprometida com o financiamento habitacional, crédito agrícola e diversas políticas públicas que visam reduzir as desigualdades sociais e regionais.
Desde 2020, a atuação da Caixa Econômica Federal a posiciona como o maior banco com impacto social do mundo. Naquele ano, em meio à pandemia de Covid-19, a Caixa facilitou que 68,2 milhões de brasileiros recebessem R$ 297,4 bilhões repassados pelo governo federal, em um momento de extrema vulnerabilidade econômica e social.
Os números recentes reiteram seu compromisso social: apenas no primeiro semestre de 2024, a Caixa financiou 406,4 mil imóveis, beneficiando 1,6 milhão de pessoas e gerando mais de 803,9 mil empregos diretos e indiretos. As loterias da Caixa arrecadaram R$ 12,3 bilhões nos primeiros seis meses do ano, com R$ 4,8 bilhões destinados a áreas sociais como seguridade, esporte e educação.
Todo este trabalho tem sido realizado com muita eficiência: em 2023, as estatais brasileiras registraram lucros de R$ 197 bilhões, dos quais R$ 49 bilhões foram repassados à União como dividendos e participações. A Caixa, juntamente com Petrobras e Banco do Brasil, foi responsável por R$ 170 bilhões desse lucro.
Os bancos privados, com seu foco em distribuir dividendos a seus acionistas, não têm espaço para o trabalho social essencial que essas empresas realizam em nosso país. Privatizar as estatais brasileiras seria entregar o patrimônio do povo nas mãos de entidades que priorizam o ganho próprio em detrimento do interesse coletivo.
Defendemos que essas empresas permaneçam fortes e que seu trabalho em prol do povo brasileiro seja fortalecido, não comprometido.
A privatização da Caixa levanta questões significativas sobre a continuidade de sua atuação em áreas sociais essenciais. Perguntamos: se o banco fosse privatizado, ainda veríamos o mesmo comprometimento com o FGTS, o Bolsa Família, o Auxílio Emergencial, o financiamento de imóveis, oq apoio à educação, segurança pública, seguridade e ao esporte?
A Caixa Econômica Federal, ao longo dos anos, demonstrou em inúmeras ocasiões a importância de o Estado brasileiro possuir instrumentos para execução de políticas públicas e, como tal, desempenha um papel vital no suporte aos brasileiros mais vulneráveis, administrando o FGTS, realizando pagamentos do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial, entre outros serviços que lhe são delegados. Ao contrário dos bancos privados, que priorizam o lucro imediato, a Caixa está comprometida com o financiamento habitacional, crédito agrícola e diversas políticas públicas que visam reduzir as desigualdades sociais e regionais.
Desde 2020, a atuação da Caixa Econômica Federal a posiciona como o maior banco com impacto social do mundo. Naquele ano, em meio à pandemia de Covid-19, a Caixa facilitou que 68,2 milhões de brasileiros recebessem R$ 297,4 bilhões repassados pelo governo federal, em um momento de extrema vulnerabilidade econômica e social.
Os números recentes reiteram seu compromisso social: apenas no primeiro semestre de 2024, a Caixa financiou 406,4 mil imóveis, beneficiando 1,6 milhão de pessoas e gerando mais de 803,9 mil empregos diretos e indiretos. As loterias da Caixa arrecadaram R$ 12,3 bilhões nos primeiros seis meses do ano, com R$ 4,8 bilhões destinados a áreas sociais como seguridade, esporte e educação.
Todo este trabalho tem sido realizado com muita eficiência: em 2023, as estatais brasileiras registraram lucros de R$ 197 bilhões, dos quais R$ 49 bilhões foram repassados à União como dividendos e participações. A Caixa, juntamente com Petrobras e Banco do Brasil, foi responsável por R$ 170 bilhões desse lucro.
Os bancos privados, com seu foco em distribuir dividendos a seus acionistas, não têm espaço para o trabalho social essencial que essas empresas realizam em nosso país. Privatizar as estatais brasileiras seria entregar o patrimônio do povo nas mãos de entidades que priorizam o ganho próprio em detrimento do interesse coletivo.
Defendemos que essas empresas permaneçam fortes e que seu trabalho em prol do povo brasileiro seja fortalecido, não comprometido.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi
- Sindicato terá horário especial de atendimento na segunda-feira (29)
- Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários
- Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável
- Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco
- CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa
- Categoria bancária aprova minuta de reivindicações para a Campanha Nacional Unificada 2026
- Contraf-CUT entrega à Caixa minuta de reivindicações específicas dos empregados
- Funcionários do Banco do Brasil entregam minuta de reivindicações à direção do banco
- Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban; Primeira negociação será dia 2 de julho
- Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo
- Entrega da minuta à Fenaban e Caravana da FETEC abrem a Campanha Nacional 2026
- Representantes dos funcionários do Itaú entregarão pauta de reivindicações ao banco em 2 de julho
- Em reunião com a Cassi, conselheiros do Economus cobram atendimento nas CliniCASSI
- Negando pedido do Sindicato, Caixa exigirá compensação das horas em jogos do Brasil na Copa