28/06/2024
Itaú procura bancários adoecidos para acordo de desligamento
O movimento sindical bancário teve conhecimento que alguns bancários do Itaú, afastados por licença médica, estão sendo procurados pelo banco para que abram mão da estabilidade em troca de uma indenização.
De acordo com os relatos dos trabalhadores, uma pessoa da área de Pessoas do banco entra em contato por telefonema e afirma ter uma proposta, não obrigatória, para que ele seja desligado do Itaú. O trabalhador é informado ainda que, caso não aceite a proposta, seu trabalho no banco segue normalmente.
A proposta apresentada refere-se a uma verba referente ao plano de saúde, a depender do tempo de casa, da estabilidade e de outros direitos garantidos pela CCV (Comissão de Conciliação Voluntária).
“O bancário adoecido pelo trabalho deve buscar seus direitos. É um dever do banco acolher este trabalhador, orientá-lo em relação ao afastamento, e recebê-lo de forma adequada, com as devidas medidas para a sua readaptação no retorno ao trabalho. É neste momento que o bancário mais precisa de apoio”, enfatiza a coordenadora da COE/Itaú, Valeska Pincovai.
"A violência organizacional está instalada no banco há décadas, porém os programas de remuneração, juntamente com os de avaliação, têm deixado os empregados cada vez mais sobrecarregados e temerosos. É inadmissível que o bancário perca o emprego e a saúde por conta de um modelo de gestão que o massacra", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
O Sindicato esclarece que a proposta oferecida pelo Itaú para os trabalhadores afastados é uma iniciativa do banco, que não é assinada e não possui a concordância do movimento sindical. Os bancários não são obrigados a aceitar a proposta, e não podem sofrer qualquer forma de pressão ou retaliação caso não aceitem. Caso contrário, o trabalhador deve procurar o Sindicato através do Canal de Denúncias. O sigilo é garantido.
Além do Canal de Denúncias, o bancário pode entrar em contato com o Sindicato por telefone (17 3522-2409) e Whatsapp.
De acordo com os relatos dos trabalhadores, uma pessoa da área de Pessoas do banco entra em contato por telefonema e afirma ter uma proposta, não obrigatória, para que ele seja desligado do Itaú. O trabalhador é informado ainda que, caso não aceite a proposta, seu trabalho no banco segue normalmente.
A proposta apresentada refere-se a uma verba referente ao plano de saúde, a depender do tempo de casa, da estabilidade e de outros direitos garantidos pela CCV (Comissão de Conciliação Voluntária).
“O bancário adoecido pelo trabalho deve buscar seus direitos. É um dever do banco acolher este trabalhador, orientá-lo em relação ao afastamento, e recebê-lo de forma adequada, com as devidas medidas para a sua readaptação no retorno ao trabalho. É neste momento que o bancário mais precisa de apoio”, enfatiza a coordenadora da COE/Itaú, Valeska Pincovai.
"A violência organizacional está instalada no banco há décadas, porém os programas de remuneração, juntamente com os de avaliação, têm deixado os empregados cada vez mais sobrecarregados e temerosos. É inadmissível que o bancário perca o emprego e a saúde por conta de um modelo de gestão que o massacra", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
O Sindicato esclarece que a proposta oferecida pelo Itaú para os trabalhadores afastados é uma iniciativa do banco, que não é assinada e não possui a concordância do movimento sindical. Os bancários não são obrigados a aceitar a proposta, e não podem sofrer qualquer forma de pressão ou retaliação caso não aceitem. Caso contrário, o trabalhador deve procurar o Sindicato através do Canal de Denúncias. O sigilo é garantido.
Além do Canal de Denúncias, o bancário pode entrar em contato com o Sindicato por telefone (17 3522-2409) e Whatsapp.
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