23/05/2024
Presidenta do Banco do Brasil deve valorizar funcionários ao invés de rebater críticas
A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, tem respondido críticas de bancários feitas a ela na rede interna acessada exclusivamente por funcionários do BB. A informação foi divulgada pelo UOL.
As queixas se concentraram na proposta de reajuste de 57% do salário dela, rejeitado por acionistas do BB no mês passado. O aumento aprovado foi de 4,6%
“Não é papel da presidenta do banco rebater críticas dos funcionários, que são os principais responsáveis pela obtenção dos lucros bilionários do BB. Da mesma forma que é legítimo presidentes e diretores pleitearem seus reajustes, os funcionários têm direito de cobrar aumento salarial. Inclusive esta será uma das principais reivindicações na Campanha Nacional dos Bancários 2024, que já começou”, enfatiza Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).
No âmbito da Campanha Nacional dos Bancários 2024, terão início em breve as negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho do BB e da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária.
"Sempre vimos com otimismo a condução da presidência do BB às mãos de Tarciana, sobretudo no que tange às políticas de respeito à diversidade e igualdade de oportunidades no trabalho. Nossa expectativa é, portanto, que a direção do banco atenda às reivindicações dos trabalhadores, como a revisão de cargos, salários e do teto da PLR, além da redução das metas que tem aprofundado o adoecimento da categoria, entre outras. Um Banco do Brasil sustentável, focado no desenvolvimento do nosso país e seu povo, só é possível com a melhoria das condições de trabalho, a valorização e reconhecimento mais que justo dos funcionários", acrescentou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
O dirigente da Fetec-CUT/SP e membro da CEBB acrescenta que os trabalhadores têm o direito de se manifestar no canal interno do banco, desde que respeitem os normativos e não partam para informações caluniosas, xingamentos e ofensas.
Importante enfatizar que o movimento sindical bancário jamais compactuará com perseguições e ataques infundados por parte da imprensa hegemônica a qualquer pessoa, sobretudo à primeira presidenta mulher do Banco do Brasil.
As queixas se concentraram na proposta de reajuste de 57% do salário dela, rejeitado por acionistas do BB no mês passado. O aumento aprovado foi de 4,6%
“Não é papel da presidenta do banco rebater críticas dos funcionários, que são os principais responsáveis pela obtenção dos lucros bilionários do BB. Da mesma forma que é legítimo presidentes e diretores pleitearem seus reajustes, os funcionários têm direito de cobrar aumento salarial. Inclusive esta será uma das principais reivindicações na Campanha Nacional dos Bancários 2024, que já começou”, enfatiza Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).
No âmbito da Campanha Nacional dos Bancários 2024, terão início em breve as negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho do BB e da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária.
"Sempre vimos com otimismo a condução da presidência do BB às mãos de Tarciana, sobretudo no que tange às políticas de respeito à diversidade e igualdade de oportunidades no trabalho. Nossa expectativa é, portanto, que a direção do banco atenda às reivindicações dos trabalhadores, como a revisão de cargos, salários e do teto da PLR, além da redução das metas que tem aprofundado o adoecimento da categoria, entre outras. Um Banco do Brasil sustentável, focado no desenvolvimento do nosso país e seu povo, só é possível com a melhoria das condições de trabalho, a valorização e reconhecimento mais que justo dos funcionários", acrescentou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
O dirigente da Fetec-CUT/SP e membro da CEBB acrescenta que os trabalhadores têm o direito de se manifestar no canal interno do banco, desde que respeitem os normativos e não partam para informações caluniosas, xingamentos e ofensas.
Importante enfatizar que o movimento sindical bancário jamais compactuará com perseguições e ataques infundados por parte da imprensa hegemônica a qualquer pessoa, sobretudo à primeira presidenta mulher do Banco do Brasil.
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