09/04/2024
Caixa apresenta ao Conselho de Usuários relatório de administração 2023 do Saúde Caixa
A Caixa Econômica Federal apresentou na semana passada, durante reunião extraordinária do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, realizada virtualmente, informações do custo administrativo do plano de saúde das empregadas e dos empregados. Os dados anunciados são relativos ao exercício de 2023.
Atualmente, segundo os números apresentados, existem 284 mil beneficiários assistidos, dos quais 45% são titulares e 55%, dependentes (diretos e indiretos). A maior parte desse contingente está situada na região Sudeste. No custo administrativo do Saúde Caixa, a participação do banco público ficou limitada ao teto de 6,5% da folha de pagamento.
Os dados do Relatório de Administração 2023 registraram ainda uma redução de 1,48% no quantitativo de beneficiários do plano de saúde, comparado ao exercício anterior (2022). O custo total foi de R$ 3,2 bilhões, dividido entre despesas administrativas e assistenciais, enquanto foram realizados 4,2 milhões de atendimentos. Foram computados também 19,17 mil credenciados, sendo a maioria composta por pessoas jurídicas.
“É positivo a Caixa apresentar aos conselheiros estes números. Precisamos ter acesso a essas informações para poder negociar mais adequadamente em mesas permanentes com a direção do banco. Mas ainda queremos as informações mais detalhadas”, disse o conselheiro eleito pelos empregados e coordenador da bancada dos trabalhadores no colegiado, Franciso Pugliesi. Foi ressaltado também, na ocasião, que o custo administrativo tem de necessariamente ser da Caixa, como ocorria antes do governo passado.
A reunião extraordinária debateu também o funcionamento da Central de Atendimento e do serviço prestado aos usuários. Os representantes da Caixa, por outro lado, defenderam um formato de custeio para 2024 com foco na contenção das despesas. O discurso em torno da revisão de valores foi criticado pelos conselheiros eleitos.
Houve ainda a solicitação de que os dados primários já contabilizados, conforme informações do próprio banco, sejam debatidos com a urgência que a situação requer. O fundamental é que, se o banco já dispõe desses dados consolidados, seja logo chamada a reunião com o GT Saúde, apresentando-os também ao Conselho de Usuários, dado ser prerrogativa do colegiado receber e analisar as informações financeiras do plano.
Na ocasião, porém, os conselheiros eleitos reforçaram a cobrança por transparência nas apresentações vindouras dos dados e informações sobre o plano. “Estamos atentos. Eventuais dificuldades operacionais não podem causar transtornos aos usuários atendidos pelo Saúde Caixa, o segundo maior plano de autogestão por RH do país”, afirmou o conselheiro eleito Chico Pugliesi.
> Acesse aqui e saiba mais sobre o Relatório de Administração 2023.
Atualmente, segundo os números apresentados, existem 284 mil beneficiários assistidos, dos quais 45% são titulares e 55%, dependentes (diretos e indiretos). A maior parte desse contingente está situada na região Sudeste. No custo administrativo do Saúde Caixa, a participação do banco público ficou limitada ao teto de 6,5% da folha de pagamento.
Os dados do Relatório de Administração 2023 registraram ainda uma redução de 1,48% no quantitativo de beneficiários do plano de saúde, comparado ao exercício anterior (2022). O custo total foi de R$ 3,2 bilhões, dividido entre despesas administrativas e assistenciais, enquanto foram realizados 4,2 milhões de atendimentos. Foram computados também 19,17 mil credenciados, sendo a maioria composta por pessoas jurídicas.
“É positivo a Caixa apresentar aos conselheiros estes números. Precisamos ter acesso a essas informações para poder negociar mais adequadamente em mesas permanentes com a direção do banco. Mas ainda queremos as informações mais detalhadas”, disse o conselheiro eleito pelos empregados e coordenador da bancada dos trabalhadores no colegiado, Franciso Pugliesi. Foi ressaltado também, na ocasião, que o custo administrativo tem de necessariamente ser da Caixa, como ocorria antes do governo passado.
A reunião extraordinária debateu também o funcionamento da Central de Atendimento e do serviço prestado aos usuários. Os representantes da Caixa, por outro lado, defenderam um formato de custeio para 2024 com foco na contenção das despesas. O discurso em torno da revisão de valores foi criticado pelos conselheiros eleitos.
Houve ainda a solicitação de que os dados primários já contabilizados, conforme informações do próprio banco, sejam debatidos com a urgência que a situação requer. O fundamental é que, se o banco já dispõe desses dados consolidados, seja logo chamada a reunião com o GT Saúde, apresentando-os também ao Conselho de Usuários, dado ser prerrogativa do colegiado receber e analisar as informações financeiras do plano.
Na ocasião, porém, os conselheiros eleitos reforçaram a cobrança por transparência nas apresentações vindouras dos dados e informações sobre o plano. “Estamos atentos. Eventuais dificuldades operacionais não podem causar transtornos aos usuários atendidos pelo Saúde Caixa, o segundo maior plano de autogestão por RH do país”, afirmou o conselheiro eleito Chico Pugliesi.
> Acesse aqui e saiba mais sobre o Relatório de Administração 2023.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Eleições Cabesp: Divulgada lista de candidatos; vote nos nomes apoiados pelas entidades
- Fenaban não apresenta índice de reajuste e negociação continua nesta terça-feira (25)
- Acordo garante acesso de associados do Economus à CliniCassi, e representa avanço rumo à isonomia
- Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025
- Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas
- Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar nessa segunda-feira (24)
- Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
- Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional
- COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta
- Caixa frustra empregados sem nova proposta para o Saúde Caixa
- BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários
- Banco do Brasil tem nova rodada de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários cobram propostas
- Santander volta a mesa de negociação nesta quarta-feira (19) e funcionários esperam avanços no PPRS
- Proposta da Fenaban é rejeitada por 97% dos bancários e bancárias
- Sindicato publica aviso de paralisação da categoria bancária no dia 20 de agosto