21/02/2024
Entidades cobram participação em GT criado pela Caixa e Funcef sobre equacionamento
Com o objetivo de pleitear participação no Grupo de Trabalho (GT) de estudos sobre equacionamento de déficits do Plano REG/Replan Saldado e Não Saldado, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão (Anapar) protocolaram, na terça-feira (20), uma carta aos presidentes da Caixa, Carlos Vieira, e da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), Ricardo Pontes.
No texto, as entidades exaltam a importância da instalação do GT, instituído em dezembro de 2023, e ressaltam a necessidade de incluir representantes dos participantes e assistidos vinculados ao plano de benefícios. Segundo a Funcef, o GT é formado por quatro representantes da Caixa e quatro da Funcef. Os trabalhos deverão ser concluídos em um prazo de até 90 dias a partir da criação do grupo.
“O grupo foi criado, mas os participantes não foram incluídos no debate sobre seu patrimônio. É de fundamental importância que a Caixa e a Funcef atendam à nossa solicitação, pois, como representantes dos participantes, buscaremos contribuir com melhores soluções com encaminhamentos convergentes aos interesses dos participantes, que esperam por resoluções sobre o tema há algum tempo”, frisou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
"A Caixa precisa rever este modelo e incluir os participantes na discussão que afeta a vida de milhares de nossos colegas. Os melhores avanços para os participantes foram obtidos nos GTs tripartites, que contavam com a presença dos representantes dos participantes", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Neste sentido, o documento observa o direito patrimonial disponível, destacando que o participante é “o único agente que possui legitimidade para transacionar os seus direitos e interesses”, diz o texto.
Entre os argumentos apresentados pelas entidades requerentes, a carta detalha pontos considerados fundamentais para as discussões sobre o equacionamento. Destacam-se: revisão do contencioso; melhor avaliação do plebiscito que tratou do prazo aplicável ao equacionamento de déficits; reavaliação das premissas atuariais utilizadas nos cálculos, principalmente a taxa de juros atuarial; discussão da alteração da metodologia de precificação dos ativos que compõem a carteira de investimentos dos Planos de Benefícios da Funcef; aprofundar e explicitar a atual situação da operação “Sete Brasil” e entender por qual motivo a Funcef não fez acordo com a Petrobrás, ao contrário de outros fundos de pensão.
> Confira aqui a carta na íntegra
No texto, as entidades exaltam a importância da instalação do GT, instituído em dezembro de 2023, e ressaltam a necessidade de incluir representantes dos participantes e assistidos vinculados ao plano de benefícios. Segundo a Funcef, o GT é formado por quatro representantes da Caixa e quatro da Funcef. Os trabalhos deverão ser concluídos em um prazo de até 90 dias a partir da criação do grupo.
“O grupo foi criado, mas os participantes não foram incluídos no debate sobre seu patrimônio. É de fundamental importância que a Caixa e a Funcef atendam à nossa solicitação, pois, como representantes dos participantes, buscaremos contribuir com melhores soluções com encaminhamentos convergentes aos interesses dos participantes, que esperam por resoluções sobre o tema há algum tempo”, frisou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
"A Caixa precisa rever este modelo e incluir os participantes na discussão que afeta a vida de milhares de nossos colegas. Os melhores avanços para os participantes foram obtidos nos GTs tripartites, que contavam com a presença dos representantes dos participantes", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Neste sentido, o documento observa o direito patrimonial disponível, destacando que o participante é “o único agente que possui legitimidade para transacionar os seus direitos e interesses”, diz o texto.
Entre os argumentos apresentados pelas entidades requerentes, a carta detalha pontos considerados fundamentais para as discussões sobre o equacionamento. Destacam-se: revisão do contencioso; melhor avaliação do plebiscito que tratou do prazo aplicável ao equacionamento de déficits; reavaliação das premissas atuariais utilizadas nos cálculos, principalmente a taxa de juros atuarial; discussão da alteração da metodologia de precificação dos ativos que compõem a carteira de investimentos dos Planos de Benefícios da Funcef; aprofundar e explicitar a atual situação da operação “Sete Brasil” e entender por qual motivo a Funcef não fez acordo com a Petrobrás, ao contrário de outros fundos de pensão.
> Confira aqui a carta na íntegra
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Comitê Evolui: Exclusão do consultor de RH coloca em cheque critérios de avaliação no Itaú
- Cultura Red Pill: o discurso de ódio às mulheres que se concretiza em violências físicas, psicológicas e letais
- Copom reduz Selic em 0,25 ponto, mas mantém juros elevados e críticas à política monetária
- Sindicato vai à luta contra metas abusivas e escancara realidade dos trabalhadores do Mercantil
- Sindicato debate campanha nacional e fortalece estratégias de luta com análise de conjuntura e mobilização da diretoria
- Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Apcef/SP e Sindicato cobram negociação dos critérios em mesa
- Itaú lucra bilhões, corta empregos e precariza atendimento: Sindicato vai às ruas e cobra responsabilidade social
- Dia Nacional de Luta no Bradesco: Sindicato vai às ruas contra demissões e abandono da população
- 2º turno da eleição para o CA da Caixa começa nesta quarta-feira (18). Vote Fabiana Uehara - 0001!
- Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica
- Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha
- Mesmo com mercado de trabalho aquecido, bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas
- Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB
- Pela vida das mulheres: Sindicato mobiliza agências e reforça combate à violência de gênero
- Eleição para o CA da Caixa terá segundo turno. Apoio do Sindicato é para Fabi Uehara