19/02/2024
CNPC aprova adesão automática aos planos de previdência complementar fechada
O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) aprovou, na última semana, uma resolução que permite a adesão automática de participantes a planos de benefícios de entidades fechadas de previdência complementar.
Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, a mudança é bastante positiva. “Além de impulsionar e fortalecer o setor, o mais importante é a proteção automática do empregado, garantindo a formação de reserva para aposentadoria já no início do contrato de trabalho”, avaliou Takemoto.
A adesão é automática, mas não obrigatória. Se desejar, o trabalhador pode cancelar a inscrição em um prazo de até 120 dias. E o valor contribuído será devolvido corrigido em até 60 dias após a desistência. Os resultados da medida serão avaliados pelo CNPC no período de seis meses a um ano de vigência.
Jair Pedro Ferreira, diretor de Benefícios da Funcef eleito pelos participantes, também aprovou a medida. “Atualmente a Funcef possui uma adesão de 97,5%. Embora seja uma ótima taxa, a medida é muito bem-vinda e importante, especialmente com previsão do novo concurso da Caixa. Isso garante a inclusão imediata do empregado ao sistema de previdência complementar e da formação de reservas”, avaliou. O diretor ressalta a paridade da patrocinadora, que contribui com o mesmo percentual do empregado até o limite de 12%.
Para ser implementada a nova modalidade deve estar prevista no regulamento dos planos de benefícios das entidades de previdência complementar. De acordo com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), caso a alteração do regulamento trate exclusivamente da inclusão dessa modalidade, a Superintendência fará o licenciamento automático.
Ricardo Pena, presidente da Previc, explicou que a modalidade de adesão automática já é praticada na Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Serviço Público) e após implementação, a taxa de adesão cresceu de 8% para 88%, com aumento da arrecadação mensal de R$ 10 milhões para R$ 150 milhões.
Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, a mudança é bastante positiva. “Além de impulsionar e fortalecer o setor, o mais importante é a proteção automática do empregado, garantindo a formação de reserva para aposentadoria já no início do contrato de trabalho”, avaliou Takemoto.
A adesão é automática, mas não obrigatória. Se desejar, o trabalhador pode cancelar a inscrição em um prazo de até 120 dias. E o valor contribuído será devolvido corrigido em até 60 dias após a desistência. Os resultados da medida serão avaliados pelo CNPC no período de seis meses a um ano de vigência.
Jair Pedro Ferreira, diretor de Benefícios da Funcef eleito pelos participantes, também aprovou a medida. “Atualmente a Funcef possui uma adesão de 97,5%. Embora seja uma ótima taxa, a medida é muito bem-vinda e importante, especialmente com previsão do novo concurso da Caixa. Isso garante a inclusão imediata do empregado ao sistema de previdência complementar e da formação de reservas”, avaliou. O diretor ressalta a paridade da patrocinadora, que contribui com o mesmo percentual do empregado até o limite de 12%.
Para ser implementada a nova modalidade deve estar prevista no regulamento dos planos de benefícios das entidades de previdência complementar. De acordo com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), caso a alteração do regulamento trate exclusivamente da inclusão dessa modalidade, a Superintendência fará o licenciamento automático.
Ricardo Pena, presidente da Previc, explicou que a modalidade de adesão automática já é praticada na Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Serviço Público) e após implementação, a taxa de adesão cresceu de 8% para 88%, com aumento da arrecadação mensal de R$ 10 milhões para R$ 150 milhões.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Setor bancário fecha 8,9 mil postos em 2025 e contraria trajetória positiva do mercado de trabalho
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Abertas as inscrições para o curso "Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas"
- Santander confirma pagamento da PLR em 27 de fevereiro após ofício da Contraf-CUT
- Itaú lucra R$ 46,8 bilhões em 2025 e segue fechando agências e postos de trabalho
- Eleições Funcef 2026: processo já começou e votação será em março
- Lucro de R$ 15 bi no Santander contrasta com cortes, sobrecarga e retirada de direitos
- Itaú confirma pagamento da segunda parcela da PLR em 27 de fevereiro
- Nova estrutura de certificações da Anbima entra em vigor em 2026 e exige preparação dos bancários
- Governo planeja levar projeto 6x1 em regime de urgência
- Na Previc, Funcef debate propostas para solucionar passivo previdenciário
- Morosidade da Caixa atrasa pagamento dos deltas e Super Caixa
- Cassi homologa chapas para Eleições 2026; Sindicato e Contraf-CUT apoiam as chapas 2 e 55
- Com volta do Congresso, Sindicato segue na defesa dos bancários e bancárias