19/09/2023
Caixa: entidades sindicais cobram respeito aos GEVs
Entidades sindicais representativas dos empregados da Caixa estiveram reunidas na semana passada para avaliar a situação dos Gerentes Executivos de Varejo da Caixa, os GEVs, que enfrentam inúmeros problemas desde a criação da função, durante a reestruturação da Rede de Varejo, na gestão Pedro Guimarães, como por exemplo o excesso de atribuições que extrapolam as funções exigidas para o cargo, conforme estabelecido pela tabela do Plano de Funções e Gratificações (PFG - T1-N2); e falta de discussão sobre uma remuneração justa.
Além disso, há uma carência de uniformidade na gestão de demandas entre as SEVs (Superintendências Executivas de Varejo), e a execução de tarefas que não estão dentro do escopo das atividades dos GEVs, como definido no RH-183.
"A situação dos GEVs é um exemplo de que o modelo da Rede de Varejo implementado em 2020 precisa ser revisto, pois causa problemas aos empregados e sequer atende minimamente às necessidades da empresa. Atualmente, não há uma definição clara das atribuições da função, falta estrutura para desempenhar as atividades, as responsabilidades do cargo não são compatíveis com a remuneração e há problemas com relação ao encarreiramento. Com o acúmulo de atribuições, inclusive equiparadas a de funções superiores, os GEVs deveriam receber, por exemplo, o equivalente aos gerentes de PJ. As condições precárias às quais os empregados são submetidos pela direção do banco apenas aumenta o passivo trabalhista da instituição", ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Na reunião com a Apcef/SP, foi formulado um abaixo-assinado, que já conta com a assinatura de 90% dos GEVs, evidenciando a ampla insatisfação dos trabalhadores do setor. Para subscrever o documento basta acessar o link https://forms.gle/3veHhKaQpsH7yHdu7
"O abaixo-assinado dá voz aos empregados e aumenta a pressão sobre o banco na busca por soluções para os problemas que a própria Caixa criou. É uma forma de fortalecer a nossa mobilização para reivindicar melhorias junto à direção do banco. Por isso, é fundamental a adesão dos empregados do segmento e demais colegas", reforçou o diretor.
O movimento sindical está em contato com a direção do banco público para solucionar as questões relacionadas com a função de GEV, e cobra uma reunião para entregar o abaixo-assinado e discutir o tema.
Além disso, há uma carência de uniformidade na gestão de demandas entre as SEVs (Superintendências Executivas de Varejo), e a execução de tarefas que não estão dentro do escopo das atividades dos GEVs, como definido no RH-183.
"A situação dos GEVs é um exemplo de que o modelo da Rede de Varejo implementado em 2020 precisa ser revisto, pois causa problemas aos empregados e sequer atende minimamente às necessidades da empresa. Atualmente, não há uma definição clara das atribuições da função, falta estrutura para desempenhar as atividades, as responsabilidades do cargo não são compatíveis com a remuneração e há problemas com relação ao encarreiramento. Com o acúmulo de atribuições, inclusive equiparadas a de funções superiores, os GEVs deveriam receber, por exemplo, o equivalente aos gerentes de PJ. As condições precárias às quais os empregados são submetidos pela direção do banco apenas aumenta o passivo trabalhista da instituição", ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Na reunião com a Apcef/SP, foi formulado um abaixo-assinado, que já conta com a assinatura de 90% dos GEVs, evidenciando a ampla insatisfação dos trabalhadores do setor. Para subscrever o documento basta acessar o link https://forms.gle/3veHhKaQpsH7yHdu7
"O abaixo-assinado dá voz aos empregados e aumenta a pressão sobre o banco na busca por soluções para os problemas que a própria Caixa criou. É uma forma de fortalecer a nossa mobilização para reivindicar melhorias junto à direção do banco. Por isso, é fundamental a adesão dos empregados do segmento e demais colegas", reforçou o diretor.
O movimento sindical está em contato com a direção do banco público para solucionar as questões relacionadas com a função de GEV, e cobra uma reunião para entregar o abaixo-assinado e discutir o tema.
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