16/01/2023
Movimento sindical ressalta defesa dos empregados da Caixa
Representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT), da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e de outras entidades de representação e associativas das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, entregaram, na última sexta-feira (13), à nova presidenta do banco, Maria Rita Serrano, um documento com sugestões de ações que consideram como primordiais para melhorar as condições de trabalho dos empregados.
A deputada federal Erika Kokay (PT/DF) também participou do ato de entrega do documento.
No texto, as entidades exaltaram o trabalho dos empregados, especialmente durante o pagamento do auxílio emergencial, e condenaram as condições a que foram submetidos durante a administração de Pedro Guimarães. “É preciso resgatar um modelo de gestão de pessoas humanizado, que valorize e que reconheça a importância do maior ativo do banco público: o Pessoal da Caixa”, diz um trecho do documento.
“Conhecemos os enormes desafios que Rita Serrano vai enfrentar para devolver uma Caixa humanizada para os empregados e para fazer o banco voltar a ter o papel social imprescindível para reconstrução do país, mas nos colocamos à disposição para contribuir neste processo”, disse o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
"Com a mudança da presidência da empresa, com a nomeação de Maria Rita Serrano, que teve sua trajetória marcada pelo defesa do banco público, nós, empregados, esperamos um novo tempo nas relações de trabalho da empresa, buscando sempre através do diálogo soluções para os problemas que o banco hoje enfrenta em decorrência da última gestão, que foi marcada pelo medo, pelos ataques aos direitos e à Caixa 100% Pública, além da desvalorização dos trabalhadores que tanto contribuem para que a Caixa seja o banco dos brasileiros", acrescentou o diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Entre as ações sugeridas pelas entidades, estão a reestruturação da Vice-Presidência de Pessoas; a elaboração de políticas que busquem o fim da cultura de assédio e a revisão da política de metas, que hoje é extremamente abusiva.
Na ocasião, Rita informou que vai recriar a vice-presidência de Pessoas e reavaliar a questão do Caixa e Tesoureiro minuto, além de fortalecer os Processos de Seleção Internos (PSI). A nova presidenta da Caixa também anunciou a mudança nas substituições por motivo de férias. Agora, será possível lançar no sistema afastamentos igual ou superior a cinco dias.
Além da Contraf-CUT e da Fenae, assinaram o documento a Associação Nacional dos Advogados da Caixa Econômica Federal (Advocef), Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa Econômica Federal (Aneac), a Federação Nacional das Associações dos Gestores da Caixa (Fenag) e o Sindicato dos Bancários de Brasília (Seeb/DF).
A deputada federal Erika Kokay (PT/DF) também participou do ato de entrega do documento.
No texto, as entidades exaltaram o trabalho dos empregados, especialmente durante o pagamento do auxílio emergencial, e condenaram as condições a que foram submetidos durante a administração de Pedro Guimarães. “É preciso resgatar um modelo de gestão de pessoas humanizado, que valorize e que reconheça a importância do maior ativo do banco público: o Pessoal da Caixa”, diz um trecho do documento.
“Conhecemos os enormes desafios que Rita Serrano vai enfrentar para devolver uma Caixa humanizada para os empregados e para fazer o banco voltar a ter o papel social imprescindível para reconstrução do país, mas nos colocamos à disposição para contribuir neste processo”, disse o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
"Com a mudança da presidência da empresa, com a nomeação de Maria Rita Serrano, que teve sua trajetória marcada pelo defesa do banco público, nós, empregados, esperamos um novo tempo nas relações de trabalho da empresa, buscando sempre através do diálogo soluções para os problemas que o banco hoje enfrenta em decorrência da última gestão, que foi marcada pelo medo, pelos ataques aos direitos e à Caixa 100% Pública, além da desvalorização dos trabalhadores que tanto contribuem para que a Caixa seja o banco dos brasileiros", acrescentou o diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Entre as ações sugeridas pelas entidades, estão a reestruturação da Vice-Presidência de Pessoas; a elaboração de políticas que busquem o fim da cultura de assédio e a revisão da política de metas, que hoje é extremamente abusiva.
Na ocasião, Rita informou que vai recriar a vice-presidência de Pessoas e reavaliar a questão do Caixa e Tesoureiro minuto, além de fortalecer os Processos de Seleção Internos (PSI). A nova presidenta da Caixa também anunciou a mudança nas substituições por motivo de férias. Agora, será possível lançar no sistema afastamentos igual ou superior a cinco dias.
Além da Contraf-CUT e da Fenae, assinaram o documento a Associação Nacional dos Advogados da Caixa Econômica Federal (Advocef), Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa Econômica Federal (Aneac), a Federação Nacional das Associações dos Gestores da Caixa (Fenag) e o Sindicato dos Bancários de Brasília (Seeb/DF).
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