28/06/2021
28 de junho: celebre a diversidade e exija o fim da discriminação contra os LGBTQIA+
.png)
Nesta segunda-feira, 28 de junho, é celebrado mundialmente o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.
A data marca um episódio ocorrido em 1969, em Nova York, quando frequentadores do bar Stonewall Inn reagiram a uma série de batidas policiais violentas, realizadas com frequência no local e sempre motivadas pela intolerância. O levante contra a perseguição policial às pessoas LGBTIQIA+ durou mais de duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização da primeira Parada LGBTQIA+ dos Estados Unidos, realizada em 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio.
"O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ relembra as importantes conquistas da comunidade e mostra a importância da resistência por mais amor e respeito mesmo nas adversidades", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Vicentim lembra que os direitos dos trabalhadores como um todo já estão ameaçados e, nesse sentido, é fundamental a união em torno dos direitos que ainda estão por conquistar. “Precisamos ter uma consciência sobre o que representa este mês. Embora seja uma data comemorativa, é também um dia para fortalecer nossa luta, principalmente para não perdermos as conquistas que já temos", destaca.
O Sindicato, enquanto entidade cidadã, tem na diversidade e na igualdade de oportunidades dois dos seus principais pilares de atuação. Desde 2009, três anos antes do STF dar parecer favorável a união estável entre casais homoafetivos, a categoria bancária já contava com uma cláusula na sua Convenção Coletiva de Trabalho que garante direitos iguais para o parceiro homoafetivo. Também é garantido, tanto no Sindicato como nos bancos, o uso do nome social por bancários e bancárias transexuais.
Basta! Não irão nos calar
A cada uma hora, uma pessoa LGBTQIA+ é agredida no Brasil. Muitas não fazem sequer a denúncia, não procuram o sistema de saúde e, quando procuram, não identificam seu orientação sexual ou identidade de gênero por medo, o que faz aumentar a subnotificação. Além disso, o Brasil ainda é o país no qual mais transexuais são assassinados no mundo. É desumano e vergonhoso para o país carregar estas tristes marcas. Infelizmente, na campanha eleitoral para presidente, em 2018, assistimos as falas mais estapafúrdias do candidato Bolsonaro, hoje presidente da república, destilando todo seu ódio e reforçando o preconceito contra a população LGBT. De lá pra cá, nada mudou, não há sequer, por parte do poder executivo federal, uma política afirmativa de proteção à população LGBT.
“O bancário e a bancária LGBT não estão sozinhos, juntos somos mais fortes! Em qualquer ato de desrespeito no ambiente de trabalho, o bancário deve entrar em contato com o Sindicato ou com o dirigente sindical e denunciar. É importante não ficar invisível, não se esconder, não fazer de conta que não é com ele. É fundamental denunciar qualquer princípio de LGBTfobia. Não podemos mais aceitar posturas preconceituosas e desumanas", reforça Vicentim.
Stonewall: Onde o Orgulho Começou
Um dos filmes que narra a revolta de Stonewall é o longa-metragem Stonewall: Onde o Orgulho Começou, lançado em 2015. Dirigido por Roland Emmerich, o filme conta com Jeremy Irvine, Jonny Beauchamp e Jonathan Rhys Meyers no elenco.
Confira abaixo o trailler de Stonewall: Onde o Orgulho Começou:
A data marca um episódio ocorrido em 1969, em Nova York, quando frequentadores do bar Stonewall Inn reagiram a uma série de batidas policiais violentas, realizadas com frequência no local e sempre motivadas pela intolerância. O levante contra a perseguição policial às pessoas LGBTIQIA+ durou mais de duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização da primeira Parada LGBTQIA+ dos Estados Unidos, realizada em 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio.
"O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ relembra as importantes conquistas da comunidade e mostra a importância da resistência por mais amor e respeito mesmo nas adversidades", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Vicentim lembra que os direitos dos trabalhadores como um todo já estão ameaçados e, nesse sentido, é fundamental a união em torno dos direitos que ainda estão por conquistar. “Precisamos ter uma consciência sobre o que representa este mês. Embora seja uma data comemorativa, é também um dia para fortalecer nossa luta, principalmente para não perdermos as conquistas que já temos", destaca.
O Sindicato, enquanto entidade cidadã, tem na diversidade e na igualdade de oportunidades dois dos seus principais pilares de atuação. Desde 2009, três anos antes do STF dar parecer favorável a união estável entre casais homoafetivos, a categoria bancária já contava com uma cláusula na sua Convenção Coletiva de Trabalho que garante direitos iguais para o parceiro homoafetivo. Também é garantido, tanto no Sindicato como nos bancos, o uso do nome social por bancários e bancárias transexuais.
Basta! Não irão nos calar
A cada uma hora, uma pessoa LGBTQIA+ é agredida no Brasil. Muitas não fazem sequer a denúncia, não procuram o sistema de saúde e, quando procuram, não identificam seu orientação sexual ou identidade de gênero por medo, o que faz aumentar a subnotificação. Além disso, o Brasil ainda é o país no qual mais transexuais são assassinados no mundo. É desumano e vergonhoso para o país carregar estas tristes marcas. Infelizmente, na campanha eleitoral para presidente, em 2018, assistimos as falas mais estapafúrdias do candidato Bolsonaro, hoje presidente da república, destilando todo seu ódio e reforçando o preconceito contra a população LGBT. De lá pra cá, nada mudou, não há sequer, por parte do poder executivo federal, uma política afirmativa de proteção à população LGBT.
“O bancário e a bancária LGBT não estão sozinhos, juntos somos mais fortes! Em qualquer ato de desrespeito no ambiente de trabalho, o bancário deve entrar em contato com o Sindicato ou com o dirigente sindical e denunciar. É importante não ficar invisível, não se esconder, não fazer de conta que não é com ele. É fundamental denunciar qualquer princípio de LGBTfobia. Não podemos mais aceitar posturas preconceituosas e desumanas", reforça Vicentim.
Stonewall: Onde o Orgulho Começou
Um dos filmes que narra a revolta de Stonewall é o longa-metragem Stonewall: Onde o Orgulho Começou, lançado em 2015. Dirigido por Roland Emmerich, o filme conta com Jeremy Irvine, Jonny Beauchamp e Jonathan Rhys Meyers no elenco.
Confira abaixo o trailler de Stonewall: Onde o Orgulho Começou:
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mercantil registra lucro de R$ 279,4 milhões no trimestre, valor considerado recorde em toda sua história
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões