04/10/2018
Direção da Caixa usa GDP para pressionar seus empregados e retirar função. Denuncie !

O programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), forma truculenta que a direção da Caixa criou para pressionar os empregados para o cumprimento de metas e, ainda, responsabilizá-los pela perda de função, produz cada vez mais pânico entre os empregados.
A pressão começa com a assinatura de Acordo de Desempenho, documento por meio do qual o empregado se compromete a atingir os resultados descritos.
Já na etapa de avaliação, normalmente feita pelo gestor imediato, além de competências técnicas, também são avaliadas as competências comportamentais, que têm um alto grau subjetivo. Esta avaliação deve ser feita até 31 de dezembro de 2018.
O método utilizado acentua a comparação entre pessoas da mesma equipe individualizando um trabalho que é coletivo, estabelece ranking interno, classificando os empregados de acordo com o desempenho individual e gera alto estresse por conta do assédio, da pressão e da falta de empregados nas unidades e departamentos.
Muitos empregados estão preocupados com o programa e com os feedbacks que receberam. “Não consigo vender os produtos, mas realizo todas as atividades atribuídas à minha função. Estou com muito medo de perder a função”, contou uma empregada da Caixa.
O diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto, critica a posição do banco ao utlizar a GDP como mais um meio para descomissionar os empregados.
"A Caixa encontrou mais uma maneira de aumentar sua lucratividade às custas da redução de pessoal. A medida afeta trabalhadores, que já sofrem com a sobrecarga de trabalho ocasionada pela não reposição daqueles que deixaram a instituição através de PDVs, como também a população - sobretudo de baixa renda - que terá cada vez menos empregados para atendê-la e atendimentos cada vez mais precarizados”, critica Tony.
Caso você esteja com problemas vinculados ao GDP ou venha a sofrer qualquer tipo de pressão, entre em contato com o Sindicato pelo telefone (17) 3522-2409, pelo whatsapp (17 99259-1987) ou através do site pelo canal Denuncie.
A pressão começa com a assinatura de Acordo de Desempenho, documento por meio do qual o empregado se compromete a atingir os resultados descritos.
Já na etapa de avaliação, normalmente feita pelo gestor imediato, além de competências técnicas, também são avaliadas as competências comportamentais, que têm um alto grau subjetivo. Esta avaliação deve ser feita até 31 de dezembro de 2018.
O método utilizado acentua a comparação entre pessoas da mesma equipe individualizando um trabalho que é coletivo, estabelece ranking interno, classificando os empregados de acordo com o desempenho individual e gera alto estresse por conta do assédio, da pressão e da falta de empregados nas unidades e departamentos.
Muitos empregados estão preocupados com o programa e com os feedbacks que receberam. “Não consigo vender os produtos, mas realizo todas as atividades atribuídas à minha função. Estou com muito medo de perder a função”, contou uma empregada da Caixa.
O diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto, critica a posição do banco ao utlizar a GDP como mais um meio para descomissionar os empregados.
"A Caixa encontrou mais uma maneira de aumentar sua lucratividade às custas da redução de pessoal. A medida afeta trabalhadores, que já sofrem com a sobrecarga de trabalho ocasionada pela não reposição daqueles que deixaram a instituição através de PDVs, como também a população - sobretudo de baixa renda - que terá cada vez menos empregados para atendê-la e atendimentos cada vez mais precarizados”, critica Tony.
Caso você esteja com problemas vinculados ao GDP ou venha a sofrer qualquer tipo de pressão, entre em contato com o Sindicato pelo telefone (17) 3522-2409, pelo whatsapp (17 99259-1987) ou através do site pelo canal Denuncie.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- MPT reafirma direito de entidades sindicais à manifestação política durante processo eleitoral
- Contraf-CUT e Sindicato repudiam articulação para entregar participação do Banco do Brasil a banco dos EUA
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese
- Sem Sindicato, salário médio dos bancários seria R$ 5 mil menor
- Bancos pressionam bancários por certificação C-Pro R até o fim de outubro
- Em virtude do 2º turno das eleições, Clube estará fechado no domingo (25)
- Proposta de reforma da Previdência ameaça aposentadorias e direitos dos bancários
- Grave! Banesprev exclui participantes da governança e entrega cargos de eleitos a indicados do Santander
- Governo Bolsonaro iniciou reestruturação na Caixa com ataques aos empregados e piora nas condições de trabalho
- Live dos Eleitos debate gestão e perspectivas para o futuro da Cassi nesta quinta-feira (22)
- Fenae alerta participantes da Funcef sobre riscos de contribuições em atraso
- Daniella Marques: do discurso de valorização das mulheres às propostas que preocupam os trabalhadores
- Reforma Administrativa: planos do candidato Flávio Bolsonaro ameaçam bancários de bancos públicos
- CCT 2026/2028 garante indenização extra e apoio à recolocação após fechamento de agências
- Seu voto não termina na urna: como o resultado do segundo turno afeta sua vida, trabalhador?