08/09/2025
7 de setembro: Sindicato vai às ruas em defesa da soberania nacional
Neste domingo (7), quando o Brasil completou 203 anos de sua Independência, movimentos populares, centrais sindicais e entidades de classe tomaram as ruas em diversas cidades do país para defender a soberania nacional e a democracia. A mobilização, convocada pela CUT, pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, pelo Fórum das Centrais Sindicais, pelo Grito dos Excluídos e Excluídas e por outras organizações, teve como lema: “7 de Setembro do Povo – quem manda no Brasil é o povo brasileiro”.

Os diretores do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony), Luiz Eduardo M. Freire (Sadam) e Júlio César Trigo,
e o presidente da entidade, Roberto Vicentim
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região São Paulo marcou presença ativa em um grande ato realizado em São Paulo, que reuniu milhares de pessoas na Praça da República desde as primeiras horas da manhã, levando às ruas bandeiras da categoria e da classe trabalhadora: a defesa da taxação dos super-ricos, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e a soberania nacional frente aos ataques externos e internos.
As manifestações ocorreram em um cenário marcado pelas recentes tarifas de 50% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros. A medida visa pressionar o judiciário brasileiro a livrar Jair Bolsonaro, e os demais envolvidos na trama golpista, do julgamento no STF. Incitada por Eduardo Bolsonaro e outras lideranças da extrema direita, a postura de Trump representa um ataque direto à soberania brasileira, que deve ser combatido na diplomacia e nas ruas.


Plebiscito Popular
Além dos atos políticos e culturais, a mobilização em São Paulo também foi palco da coleta de votos do "Plebiscito Popular por um Brasil mais justo e soberano", que consulta a população sobre questões centrais para a classe trabalhadora: isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, maior taxação sobre os super-ricos, fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho sem corte de salários.
> Se você ainda não votou no plebiscito, ainda dá tempo de participar. Acesse o link e registre seu voto.

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