16/02/2017
Tolerância no ponto não pode prejudicar bancários da Central de Atendimento
Os bancários da Central de Atendimento do Itaú estão apavorados com a exigência de cumprir hora extra, ou intervalo de uma hora para refeição, caso a tolerância de dez minutos para a jornada de seis horas seja extrapolada.
“Caso o bancário ultrapasse em um minuto o limite de seis horas e dez minutos se, por exemplo, fizer um atendimento no final do expediente, por lei terá de ficar no local de trabalho para cumprir uma hora de almoço ou então fazer uma hora extra. Recebemos questionamentos de trabalhadores preocupados em serem obrigados a ficar no local de trabalho além da jornada”, critica o dirigente sindical e funcionário do Itaú Sérgio Lopes.
“O Sindicato avalia que não é papel do supervisor fazer o controle da jornada de todos os agentes de atendimento. Cabe ao banco se planejar e oferecer a estrutura adequada para que os bancários não sejam obrigados a ficar no local de trabalho além da jornada, contra a vontade, por desempenharem com afinco suas funções”, conclui o dirigente.
O Sindicato vai acompanhar de perto a questão e, caso os bancários sejam prejudicados, realizará atividades de protesto nos locais de trabalho.
Denuncie
Quem for obrigado a permanecer no local de trabalho além da jornada, deve denunciar ao Sindicato por meio dos dirigentes ou então no Fale Conosco (escolha o setor “site”). O sigilo é garantido.
Negociações
O Sindicato reivindica ainda que o Itaú retome as negociações sobre outros problemas que tornam a rotina dos bancários da central de atendimento desgastante, levando muitos trabalhadores ao adoecimento. São eles: assédio moral; impacto irregular de pausas na aderência; escala de plantões; metas abusivas; e atrasos no transporte disponibilizado pelo banco, que é insuficiente.
“Essas questões já foram levadas ao conhecimento do banco e precisam ser debatidas. Cobramos que o Itaú retome as negociações e apresente soluções. É a saúde dos trabalhadores que está em jogo”, enfatiza Sérgio.
“Caso o bancário ultrapasse em um minuto o limite de seis horas e dez minutos se, por exemplo, fizer um atendimento no final do expediente, por lei terá de ficar no local de trabalho para cumprir uma hora de almoço ou então fazer uma hora extra. Recebemos questionamentos de trabalhadores preocupados em serem obrigados a ficar no local de trabalho além da jornada”, critica o dirigente sindical e funcionário do Itaú Sérgio Lopes.
“O Sindicato avalia que não é papel do supervisor fazer o controle da jornada de todos os agentes de atendimento. Cabe ao banco se planejar e oferecer a estrutura adequada para que os bancários não sejam obrigados a ficar no local de trabalho além da jornada, contra a vontade, por desempenharem com afinco suas funções”, conclui o dirigente.
O Sindicato vai acompanhar de perto a questão e, caso os bancários sejam prejudicados, realizará atividades de protesto nos locais de trabalho.
Denuncie
Quem for obrigado a permanecer no local de trabalho além da jornada, deve denunciar ao Sindicato por meio dos dirigentes ou então no Fale Conosco (escolha o setor “site”). O sigilo é garantido.
Negociações
O Sindicato reivindica ainda que o Itaú retome as negociações sobre outros problemas que tornam a rotina dos bancários da central de atendimento desgastante, levando muitos trabalhadores ao adoecimento. São eles: assédio moral; impacto irregular de pausas na aderência; escala de plantões; metas abusivas; e atrasos no transporte disponibilizado pelo banco, que é insuficiente.
“Essas questões já foram levadas ao conhecimento do banco e precisam ser debatidas. Cobramos que o Itaú retome as negociações e apresente soluções. É a saúde dos trabalhadores que está em jogo”, enfatiza Sérgio.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- ELEIÇÕES SINDICAIS 2026: COMUNICADO
- Banco Central reduz Selic em apenas 0,25 e mantém juros em nível que contribui à perda de renda da população
- Itaú fecha agências, sobrecarrega unidades abertas e bancários vivem suplício
- Agências bancárias estarão fechadas no feriado do Dia Internacional do Trabalhador
- Alô, associado! Venha curtir o feriado de 1º de Maio no Clube dos Bancários
- Por que a economia cresce, mas o dinheiro não sobra?
- Cabesp anuncia reajuste nos planos Família, PAP e PAFE, que valem a partir de 1º de maio
- Bancários e bancárias: Responder à Consulta Nacional é fundamental para definir rumos da Campanha Nacional 2026
- Santander propõe acordo que retira direitos e Sindicato orienta bancários a não assinar
- 28 de abril marca luta pela saúde no trabalho e memória das vítimas de acidentes e doenças ocupacionais
- Juros cobrados pelos bancos colaboram para o aumento do endividamento das famílias
- Em reunião com banco, COE Itaú cobra cumprimento do acordo coletivo e debate mudanças organizacionais no GERA
- Chapa 2 – Previ para os Associados, apoiada pelo Sindicato, vence eleição e assume mandato 2026/2030 na Previ
- Movimento sindical cobra resposta da Caixa sobre melhorias em mecanismos de proteção a vítimas de violência
- Fim da escala 6x1 será a principal bandeira dos sindicatos neste 1º de Maio