21/06/2016
Bancários do Bradesco e HSBC juntos por empregos
Após o Conselho Nacional de Defesa Econômica (Cade) bater o martelo e autorizar o Bradesco a adquirir as operações do HSBC no Brasil – decisão publicada em 8 de junho –, os bancários dos dois bancos estarão unidos em defesa dos empregos e direitos. Na terça-feira 21, será realizado nacionalmente um grande Dia Nacional de Luta envolvendo os trabalhadores das duas instituições.
Em Catanduva, representantes do Sindicato dos Bancários estiveram na agência central da instituição para mobilizar os funcionários e conversar com populares. Uma faixa foi fixada na entrada da unidade. “É um absurdo que um banco com lucros exorbitantes demita tanto. Os bancários que permanecem estão sobrecarregados e ainda enfrentam metas abusivas e assédio moral constante”, relata o dirigente sindical Júlio Cézar Eleutério Mathias, o Julião.
Com lucro de R$ 4,113 bi no primeiro trimestre, o Bradesco cortou 1.466 postos de trabalho no período. Em 12 meses, de março de 2015 a março de 2016, já são 3.581 vagas a menos.
Unidos, bancários de Bradesco e HSBC reivindicam a manutenção dos empregos e mais contratações para solucionar a defasagem que ocorre nos dois bancos. Além disso, defendem a unificação de direitos. Um exemplo é o auxílio-educação, já disponibilizado para os funcionários do HSBC, mas ainda não para os do Bradesco.
Negociação
O Dia Nacional de Luta ocorre na véspera da negociação entre a direção do Bradesco e as Comissões de Organização dos Empregados (COE) dos dois bancos: será na quarta-feira 22 na Cidade de Deus, concentração bancária localizada em Osasco.
Além de defender a manutenção de direitos e empregos nos dois bancos, os representantes dos trabalhadores querem debater a pauta de reivindicações específica dos funcionários do Bradesco. A prioridades são os empregos, auxílio-educação, adiantamento de férias, plano de cargos e salários, remuneração total, segurança bancária, plano de saúde e seguro saúde, fim do assédio moral e cobrança abusiva por metas.
Também será apresentada ao Bradesco a pauta de reivindicações específicas dos bancários do HSBC, que tem como prioridades a manutenção dos empregos, plano de cargos e salários, segurança, previdência complementar e plano de saúde.
Em Catanduva, representantes do Sindicato dos Bancários estiveram na agência central da instituição para mobilizar os funcionários e conversar com populares. Uma faixa foi fixada na entrada da unidade. “É um absurdo que um banco com lucros exorbitantes demita tanto. Os bancários que permanecem estão sobrecarregados e ainda enfrentam metas abusivas e assédio moral constante”, relata o dirigente sindical Júlio Cézar Eleutério Mathias, o Julião.
Com lucro de R$ 4,113 bi no primeiro trimestre, o Bradesco cortou 1.466 postos de trabalho no período. Em 12 meses, de março de 2015 a março de 2016, já são 3.581 vagas a menos.
Unidos, bancários de Bradesco e HSBC reivindicam a manutenção dos empregos e mais contratações para solucionar a defasagem que ocorre nos dois bancos. Além disso, defendem a unificação de direitos. Um exemplo é o auxílio-educação, já disponibilizado para os funcionários do HSBC, mas ainda não para os do Bradesco.
Negociação
O Dia Nacional de Luta ocorre na véspera da negociação entre a direção do Bradesco e as Comissões de Organização dos Empregados (COE) dos dois bancos: será na quarta-feira 22 na Cidade de Deus, concentração bancária localizada em Osasco.
Além de defender a manutenção de direitos e empregos nos dois bancos, os representantes dos trabalhadores querem debater a pauta de reivindicações específica dos funcionários do Bradesco. A prioridades são os empregos, auxílio-educação, adiantamento de férias, plano de cargos e salários, remuneração total, segurança bancária, plano de saúde e seguro saúde, fim do assédio moral e cobrança abusiva por metas.
Também será apresentada ao Bradesco a pauta de reivindicações específicas dos bancários do HSBC, que tem como prioridades a manutenção dos empregos, plano de cargos e salários, segurança, previdência complementar e plano de saúde.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Cultura Red Pill: o discurso de ódio às mulheres que se concretiza em violências físicas, psicológicas e letais
- Copom reduz Selic em 0,25 ponto, mas mantém juros elevados e críticas à política monetária
- Sindicato vai à luta contra metas abusivas e escancara realidade dos trabalhadores do Mercantil
- Sindicato debate campanha nacional e fortalece estratégias de luta com análise de conjuntura e mobilização da diretoria
- Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Apcef/SP e Sindicato cobram negociação dos critérios em mesa
- Itaú lucra bilhões, corta empregos e precariza atendimento: Sindicato vai às ruas e cobra responsabilidade social
- Dia Nacional de Luta no Bradesco: Sindicato vai às ruas contra demissões e abandono da população
- 2º turno da eleição para o CA da Caixa começa nesta quarta-feira (18). Vote Fabiana Uehara - 0001!
- Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica
- Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha
- Mesmo com mercado de trabalho aquecido, bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas
- Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB
- Pela vida das mulheres: Sindicato mobiliza agências e reforça combate à violência de gênero
- Eleição para o CA da Caixa terá segundo turno. Apoio do Sindicato é para Fabi Uehara
- Resultado do ACT Saúde Caixa: manutenção de valores de mensalidades do plano em 2025 exigiu aporte de R$ 581 mi da Caixa