15/07/2015
Contraf participa de seminário internacional em defesa dos bancos públicos
O presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, o secretário-geral, Carlos Souza, e o secretário de Relações Internacionais da confederação, Mario Raia, participaram nesta terça-feira (14) da abertura do seminário da Aliança Latino-Americana em Defesa dos Bancos Públicos, em Lima, no Peru. O encontro será encerrado na quinta-feira (16).
A Aliança foi lançada durante reunião da Uni América Finanças, em dezembro do ano passado, em Buenos Aires, na Argentina. Uma das resoluções do encontro foi a realização de um seminário internacional para aprofundar a discussão sobre a função estratégica dos bancos públicos na promoção do desenvolvimento econômico e social no continente. O objetivo da Aliança é fortalecer a luta em defesa do emprego, dos direitos dos trabalhadores e dos povos da América Latina.
O presidente da Contraf-CUT disse que, de acordo com os informes dos representantes do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Peru e Costa Rica, "fica claro que existe uma reorganização das elites conservadoras da nossa região para disputar o papel do Estado". Segundo Roberto von der Osten, essas elites "pretendem uma restauração neoliberal e querem entregar os bancos públicos ao mercado".
Roberto ressaltou que os trabalhadores defendem os bancos públicos "como instrumentos de implementação de políticas públicas, como agentes de fomento e como promotores de desenvolvimento sustentável e inclusivo". E acrescentou: "Para os trabalhadores, os bancos públicos possibilitam ações anticíclicas neste cenário de crise do capitalismo e, por isso, têm que ser defendidos pela sociedade".
Privatização
No dia 16, haverá uma mobilização com os participantes e sindicalistas peruanos contra a privatização do Banco da Nação, que está sendo encaminhada pelo governo do presidente Olanta Humala. Para o secretário da Contraf-CUT Mario Raia, os bancos públicos precisam se preocupar com o fomento das regiões onde atuam "e estar presentes nos lugares mais remotos, para que todos tenham acesso e direito aos serviços bancários".
Participam também do evento, na delegação brasileira, o secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga; a secretária de Juventude da confederação, Fabiana Proscholdt; o coordenador da Comissão de Empresa do Funcionários do Banco do Brasil-CEE-BB, Wagner Nascimento; o presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas e secretário-geral da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Jeferson Boava; além de Genésio Cardoso, dirigente do Sindicato dos Bancários de Curitiba; e Sergio Amorim, dirigente do Sindicato dos Bancários do Rio.
A Aliança foi lançada durante reunião da Uni América Finanças, em dezembro do ano passado, em Buenos Aires, na Argentina. Uma das resoluções do encontro foi a realização de um seminário internacional para aprofundar a discussão sobre a função estratégica dos bancos públicos na promoção do desenvolvimento econômico e social no continente. O objetivo da Aliança é fortalecer a luta em defesa do emprego, dos direitos dos trabalhadores e dos povos da América Latina.
O presidente da Contraf-CUT disse que, de acordo com os informes dos representantes do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Peru e Costa Rica, "fica claro que existe uma reorganização das elites conservadoras da nossa região para disputar o papel do Estado". Segundo Roberto von der Osten, essas elites "pretendem uma restauração neoliberal e querem entregar os bancos públicos ao mercado".
Roberto ressaltou que os trabalhadores defendem os bancos públicos "como instrumentos de implementação de políticas públicas, como agentes de fomento e como promotores de desenvolvimento sustentável e inclusivo". E acrescentou: "Para os trabalhadores, os bancos públicos possibilitam ações anticíclicas neste cenário de crise do capitalismo e, por isso, têm que ser defendidos pela sociedade".
Privatização
No dia 16, haverá uma mobilização com os participantes e sindicalistas peruanos contra a privatização do Banco da Nação, que está sendo encaminhada pelo governo do presidente Olanta Humala. Para o secretário da Contraf-CUT Mario Raia, os bancos públicos precisam se preocupar com o fomento das regiões onde atuam "e estar presentes nos lugares mais remotos, para que todos tenham acesso e direito aos serviços bancários".
Participam também do evento, na delegação brasileira, o secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga; a secretária de Juventude da confederação, Fabiana Proscholdt; o coordenador da Comissão de Empresa do Funcionários do Banco do Brasil-CEE-BB, Wagner Nascimento; o presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas e secretário-geral da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Jeferson Boava; além de Genésio Cardoso, dirigente do Sindicato dos Bancários de Curitiba; e Sergio Amorim, dirigente do Sindicato dos Bancários do Rio.
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