05/05/2026
ContrafCast: Confira entrevista Meilliane Vilar, advogada da CUT na defesa da lei de igualdade salarial no STF
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar, nesta quarta-feira (6), uma ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres (nº 14.611/2023), ajuizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades sindicais, em contraponto a duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) à lei, ingressadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Partido Novo, e que também serão julgadas no mesmo dia.
Nesta edição do ContrafCast - o PodCast da Contraf-CUT - entrevistamos a doutora Meilliane Vilar, sócia da LBS Advogadas e Advogados, que representante da CUT na Corte.
As ADIs do Novo e dos grupos empresariais questionam a implementação de planos de ações, por parte das empresas, para corrigir desigualdades remuneratórias entre homens e mulheres que atuam em funções idênticas, além dos critérios do envio de dados para o relatório de transparência salarial, defendido pela CUT como ferramenta essencial no combate à discriminação no ambiente de trabalho.
Segundo Meilliane, serão duas sessões no dia. Na primeira, os 11 ministros do Supremo julgarão a ação de constitucionalidade das entidades sindicais trabalhistas e, na segunda, julgarão as ADIs ingressadas pela CNI e pela CNC e Partido Novo.
Diante do histórico do STF em proteger os direitos das mulheres, a expectativa é que a Corte julgue procedente a ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial, assim como improcedentes as de inconstitucionalidade.
Assista ou escute o podcast na íntegra:
Nesta edição do ContrafCast - o PodCast da Contraf-CUT - entrevistamos a doutora Meilliane Vilar, sócia da LBS Advogadas e Advogados, que representante da CUT na Corte.
As ADIs do Novo e dos grupos empresariais questionam a implementação de planos de ações, por parte das empresas, para corrigir desigualdades remuneratórias entre homens e mulheres que atuam em funções idênticas, além dos critérios do envio de dados para o relatório de transparência salarial, defendido pela CUT como ferramenta essencial no combate à discriminação no ambiente de trabalho.
Segundo Meilliane, serão duas sessões no dia. Na primeira, os 11 ministros do Supremo julgarão a ação de constitucionalidade das entidades sindicais trabalhistas e, na segunda, julgarão as ADIs ingressadas pela CNI e pela CNC e Partido Novo.
Diante do histórico do STF em proteger os direitos das mulheres, a expectativa é que a Corte julgue procedente a ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial, assim como improcedentes as de inconstitucionalidade.
Assista ou escute o podcast na íntegra:
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