26/05/2015
Câmara dedica semana a discutir e votar a reforma política
O plenário da Câmara dedicará todas as sessões deliberativas desta semana, de amanhã (26) a quinta-feira (28), para discutir e votar o relatório da reforma política, apresentado pelo deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) na comissão especial sobre o tema (PECs 182/07 e outras). Hoje (25), uma reunião de líderes partidários vai definir os procedimentos para a votação da matéria, que deverá ser analisada por partes.
Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os temas poderão seguir a seguinte ordem: sistema eleitoral; financiamento de campanhas; proibição ou não da reeleição; duração dos mandatos de cargos eletivos; coincidência de mandatos; cota de 30% para as mulheres; fim da coligação proporcional; e cláusula de barreira. Se prevalecer essa ordem, o plenário analisará primeiro o chamado “distritão”, modelo que acaba com o atual sistema proporcional para eleição de deputados e vereadores e determina a eleição dos mais votados pelo sistema majoritário.
Caso o “distritão” consiga o apoio de 308 deputados, o plenário passará para o próximo tema, o financiamento. Do contrário, os parlamentares discutirão uma outra opção de sistema, o distrital misto, em que parte das vagas será preenchida pelo sistema proporcional e o restante pelo sistema majoritário. Se esse tema perder, será analisado então o sistema de listas partidárias. E se os três modelos forem rejeitados, mantém-se o atual.
A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 182/07 na comissão especial está marcada para hoje, às 14h. Se a votação não ocorrer com celeridade, até a manhã desta terça, existe a possibilidade de Cunha avocar a matéria para votação diretamente no plenário.
Segundo o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), líder da bancada e membro da comissão especial, comentou em post no Facebook, “a propalada 'semana da reforma política' será aberta com um conjunto de negatividades: a comissão pode não votar o relatório Castro; o relatório, se votado, pode ser desautorizado pelo Colégio de Líderes e o plenário pode não dar o quórum constitucional de 3/5 a nenhuma proposta”.
Alencar também critica a desconsideração pelos parlamentares do projeto de inciativa popular apresentado na semana passada pela Coalizão da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, liderada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que foi à Câmara com 650 mil assinaturas. “O que será votado estará restrito ao interesse exclusivamente parlamentar, sem qualquer atenção com algum querer manifesto da sociedade, que só 'falou' organizada e tematicamente em torno desta iniciativa desprezada.”
Fonte: Rede Brasil Atual, com informações da Agência Câmara
Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os temas poderão seguir a seguinte ordem: sistema eleitoral; financiamento de campanhas; proibição ou não da reeleição; duração dos mandatos de cargos eletivos; coincidência de mandatos; cota de 30% para as mulheres; fim da coligação proporcional; e cláusula de barreira. Se prevalecer essa ordem, o plenário analisará primeiro o chamado “distritão”, modelo que acaba com o atual sistema proporcional para eleição de deputados e vereadores e determina a eleição dos mais votados pelo sistema majoritário.
Caso o “distritão” consiga o apoio de 308 deputados, o plenário passará para o próximo tema, o financiamento. Do contrário, os parlamentares discutirão uma outra opção de sistema, o distrital misto, em que parte das vagas será preenchida pelo sistema proporcional e o restante pelo sistema majoritário. Se esse tema perder, será analisado então o sistema de listas partidárias. E se os três modelos forem rejeitados, mantém-se o atual.
A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 182/07 na comissão especial está marcada para hoje, às 14h. Se a votação não ocorrer com celeridade, até a manhã desta terça, existe a possibilidade de Cunha avocar a matéria para votação diretamente no plenário.
Segundo o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), líder da bancada e membro da comissão especial, comentou em post no Facebook, “a propalada 'semana da reforma política' será aberta com um conjunto de negatividades: a comissão pode não votar o relatório Castro; o relatório, se votado, pode ser desautorizado pelo Colégio de Líderes e o plenário pode não dar o quórum constitucional de 3/5 a nenhuma proposta”.
Alencar também critica a desconsideração pelos parlamentares do projeto de inciativa popular apresentado na semana passada pela Coalizão da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, liderada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que foi à Câmara com 650 mil assinaturas. “O que será votado estará restrito ao interesse exclusivamente parlamentar, sem qualquer atenção com algum querer manifesto da sociedade, que só 'falou' organizada e tematicamente em torno desta iniciativa desprezada.”
Fonte: Rede Brasil Atual, com informações da Agência Câmara
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Confira a proposta da Caixa Econômica Federal
- Banco do Brasil finaliza proposta para renovação do ACT específico
- Assembleia virtual nos dias 3 e 4 de setembro vai decidir sobre proposta da Fenaban, BB e Caixa
- Mesa de negociação com Banco do Brasil foi remarcada para terça-feira (1º)
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!