11/05/2015

Bradesco de Taiúva é atacado e dinamites são deixadas no local

Um grupo armado explodiu um caixa eletrônico dentro de uma agência bancária do Bradesco, na madrugada do dia 5 de maio, no centro de Taiúva. Segundo informações do Portal G1, os suspeitos não conseguiram retirar o dinheiro do equipamento – apesar de ter explodido um dos caixas e danificado outro, antes de fugirem em dois veículos.

Houve troca de tiros com a PM. O grupo ainda atirou contra uma viatura da GCM que passava próximo ao banco. Ninguém se feriu. Na fuga, dinamites foram deixadas no local sem serem detonadas. Por isso, o banco permaneceu fechado no dia seguinte para que o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) de São Paulo (SP) desativasse o material.

Na mesma data, após diligências policiais, quatro homens foram presos dentro de um apartamento na cidade de Jaboticabal, suspeitos de terem realizado a ação. A quadrilha era investigada desde janeiro. No local, foram apreendidas duas pistolas, um fuzil, duas bananas de dinamite e outros instrumentos que supostamente foram usados pelos bandidos.

Os quatro suspeitos – dois de Ribeirão Preto (SP), um de Jardinópolis (SP) e outro de Bebedouro (SP) – confessaram o crime e foram autuados por tentativa de roubo, porte irregular de explosivo e armas de uso restrito, e formação de quadrilha. Eles foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taiúva.

Terror

Representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, o diretor Aparecido Augusto Marcelo esteve em Taiúva e relatou o temor que aflige população e, em especial, os bancários. Várias explosões já foram registradas na cidade. “Felizmente, todas as ações dos bandidos foram feitas na madrugada, sem colocar a vida dos bancários em risco”, pondera.

Em fevereiro deste ano, a agência do Banco do Brasil foi o alvo de ataque e até hoje não está operando normalmente. “Fica exposta a falta de atitude do banco que, além de não investir em segurança, também não se preocupa em normalizar o atendimento”.

A unidade deixou de fazer transações com dinheiro em espécie – o que só é feito em outras cidades, estando a mais próxima a 30 quilômetros. “Usuários e clientes foram prejudicados. Estamos cobrando que o Banco do Brasil solucione esse problema com urgência”, afirma.


Fonte: Seeb Catanduva, com informações do Portal G1

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