05/05/2015
1º de Maio lança frente de esquerda contra o retrocesso
O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que comandou a aprovação do Projeto de Lei (PL) 4330 da terceirização sem limites e a violência contra os movimentos sociais foram alvo de críticas em todas as intervenções no ato político do 1º de maio de Luta.
Presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas, disse que o Dia do Trabalhador é o primeiro passo para a formação de uma frente da esquerda em defesa de temas da agenda progressista.
"Esse 1º de Maio lança a frente nacional unitária da esquerda do Brasil para lutar por moradia, reforma agrária, educação e em defesa dos direitos dos negros, jovens e movimento LGBT", definiu.
Vagner iniciou sua intervenção convocando como palavra de ordem "somos todos professores", em referência ao massacre dos educadores no Paraná pela PM de Beto Richa (PSDB) e a truculência do governo paulista de Geraldo Alckmin (PSDB), que não negocia com a categoria.
"Não me venha o senador Aloysio Nunes, capacho da direita, dizer que os professores iriam invadir o palácio do governo e chamá-los de vândalos. Vândalo é o governador Beto Richa, a PM do Paraná, o Alckmin e a PM de São Paulo", criticou o dirigente, para quem a tensão é causada por governos que não negociam com o funcionalismo público.
Ao citar Cunha, Vagner Freitas apontou que a frente de esquerda não permitirá que o parlamentar use a Câmara para atacar os direitos trabalhistas e ironizou a campanha do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, em defesa do PL 4330.
"Vocês conhecem algum patrão bonzinho? Quem defende os trabalhadores somos nós. O PL 4330 não foi pensado para regularizar a situação de 12,7 milhões de trabalhadores terceirizados. Foi feito pra terceirizar mais 40 milhões. Por que o patrão pagaria o salário maior, se pode demitir e contratar pela metade? Se o PL 4330 passar, vocês, trabalhadores, vão ser demitidos "
Durante o ato, o dirigente lembrou ainda do manifesto que a CUT lançou em defesa dos trabalhadores.
Clique aqui para ler.
Fonte: CUT
Presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas, disse que o Dia do Trabalhador é o primeiro passo para a formação de uma frente da esquerda em defesa de temas da agenda progressista.
"Esse 1º de Maio lança a frente nacional unitária da esquerda do Brasil para lutar por moradia, reforma agrária, educação e em defesa dos direitos dos negros, jovens e movimento LGBT", definiu.
Vagner iniciou sua intervenção convocando como palavra de ordem "somos todos professores", em referência ao massacre dos educadores no Paraná pela PM de Beto Richa (PSDB) e a truculência do governo paulista de Geraldo Alckmin (PSDB), que não negocia com a categoria.
"Não me venha o senador Aloysio Nunes, capacho da direita, dizer que os professores iriam invadir o palácio do governo e chamá-los de vândalos. Vândalo é o governador Beto Richa, a PM do Paraná, o Alckmin e a PM de São Paulo", criticou o dirigente, para quem a tensão é causada por governos que não negociam com o funcionalismo público.
Ao citar Cunha, Vagner Freitas apontou que a frente de esquerda não permitirá que o parlamentar use a Câmara para atacar os direitos trabalhistas e ironizou a campanha do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, em defesa do PL 4330.
"Vocês conhecem algum patrão bonzinho? Quem defende os trabalhadores somos nós. O PL 4330 não foi pensado para regularizar a situação de 12,7 milhões de trabalhadores terceirizados. Foi feito pra terceirizar mais 40 milhões. Por que o patrão pagaria o salário maior, se pode demitir e contratar pela metade? Se o PL 4330 passar, vocês, trabalhadores, vão ser demitidos "
Durante o ato, o dirigente lembrou ainda do manifesto que a CUT lançou em defesa dos trabalhadores.
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Fonte: CUT
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