23/02/2015
Bandidos explodem caixas eletrônicos em Pirangi e Taiúva
Bandidos espalharam o terror na região, mais uma vez, no último final de semana. Foram atacadas as agências do Bradesco na cidade de Pirangi, no sábado, dia 21 de fevereiro, e do Banco do Brasil de Taiúva, na madrugada do domingo, 22. Em ambos, o mesmo modus operandi: foram utilizados dois veículos, seis a oito pessoas e armamento pesado.
Em Pirangi, possivelmente em razão do novo equipamento instalado pelo banco, com câmeras internas e externas em tempo real, a ação não obteve sucesso. “A segurança do banco informou diretamente aos bandidos que estavam sendo monitorados, em quantos estavam e quais veículos estavam usando”, explica o diretor Aparecido Augusto Marcelo, do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, que esteve nas duas cidades acompanhando os fatos.
Depois que o primeiro explosivo não funcionou, o segundo artefato não causou explosão tão forte – os danos no equipamento não foram tão grandes. Nenhum dinheiro foi levado. Apenas as paredes de vidro foram destruídas, bem como as vidraças e a porta do estabelecimento.
“Temia-se pelo prédio, que é bastante antigo, e se a quantidade de explosivo fosse muito grande, poderia causar danos irreversíveis, comprometendo sua estrutura”, completa.
Em Taiúva, na agência do Banco do Brasil, ao lado do Terminal Rodoviário da cidade, as explosões foram fortes e causaram grande destruição. Não há informação se o dinheiro foi levado. Uma excursão com destino a Tambaú estava marcada para sair ao lado do banco, às cinco horas da manhã, e o ataque aconteceu pouco depois das quatro horas. “A movimentação na rua pode ter apavorado os bandidos, que partiram antes de conseguir seu objetivo”.
Para Marcelo, a falta de investimento em segurança pública por parte dos banqueiros e do Governo Estadual é umas das maiores causas do caos que está chegando aos pequenos municípios. “Quase todas as cidades da nossa base já sofreram o ataque desses bandidos e não se tem notícias de que estejam presos, aliás, nós é que estamos presos dentro de nossas casas e dentro da insegurança reinante na nossa região”, alfineta.
Banco do Brasil

Bradesco


Fonte: Seeb Catanduva
Em Pirangi, possivelmente em razão do novo equipamento instalado pelo banco, com câmeras internas e externas em tempo real, a ação não obteve sucesso. “A segurança do banco informou diretamente aos bandidos que estavam sendo monitorados, em quantos estavam e quais veículos estavam usando”, explica o diretor Aparecido Augusto Marcelo, do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, que esteve nas duas cidades acompanhando os fatos.
Depois que o primeiro explosivo não funcionou, o segundo artefato não causou explosão tão forte – os danos no equipamento não foram tão grandes. Nenhum dinheiro foi levado. Apenas as paredes de vidro foram destruídas, bem como as vidraças e a porta do estabelecimento.
“Temia-se pelo prédio, que é bastante antigo, e se a quantidade de explosivo fosse muito grande, poderia causar danos irreversíveis, comprometendo sua estrutura”, completa.
Em Taiúva, na agência do Banco do Brasil, ao lado do Terminal Rodoviário da cidade, as explosões foram fortes e causaram grande destruição. Não há informação se o dinheiro foi levado. Uma excursão com destino a Tambaú estava marcada para sair ao lado do banco, às cinco horas da manhã, e o ataque aconteceu pouco depois das quatro horas. “A movimentação na rua pode ter apavorado os bandidos, que partiram antes de conseguir seu objetivo”.
Para Marcelo, a falta de investimento em segurança pública por parte dos banqueiros e do Governo Estadual é umas das maiores causas do caos que está chegando aos pequenos municípios. “Quase todas as cidades da nossa base já sofreram o ataque desses bandidos e não se tem notícias de que estejam presos, aliás, nós é que estamos presos dentro de nossas casas e dentro da insegurança reinante na nossa região”, alfineta.
Banco do Brasil



Fonte: Seeb Catanduva
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